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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorTomasi, Cristiane Damiani-
dc.contributor.authorSouza, Pedro Henrique Luz de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-07-24T00:32:02Z-
dc.date.available2026-07-24T00:32:02Z-
dc.date.created2025-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/13052-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel em Enfermagem no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractA adolescência é uma fase de transformações biopsicossociais que expõe os jovens a vulnerabilidades, incluindo as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). No âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS), os enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) são profissionais centrais no acolhimento e na realização da testagem rápida (TR). Contudo, a abordagem desse público é complexa, permeada por desafios éticos, como o sigilo, lacunas formativas e barreiras institucionais, podendo gerar um "vazio assistencial". Com base nisso, o presente estudo tem como objetivo geral descrever a abordagem dos enfermeiros das Estratégias de Saúde da Família frente ao adolescente em processo de testagem rápida para ISTs na Atenção Primária à Saúde. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, realizada em Unidades de Estratégia de Saúde da Família no município de Criciúma, SC. A amostra foi composta por 10 enfermeiros atuantes na ESF, selecionados por conveniência, sendo o critério de encerramento a saturação teórica. Os dados foram coletados por meio de entrevistas individuais, presenciais e gravadas, com base em um roteiro semiestruturado, e a análise foi realizada seguindo a técnica de análise de conteúdo proposta por Bardin. Como resultado, emergiram cinco categorias centrais. Evidenciou-se que a prática é marcada pela ausência de diretrizes e protocolos específicos para o público adolescente, levando os profissionais a atuarem com base no improviso. Esta lacuna, somada a uma formação acadêmica "adultocêntrica" e tecnicista, gera profunda insegurança profissional, cujo principal expoente é o dilema ético sobre o sigilo e a autonomia do adolescente. Para superar essas barreiras, os enfermeiros recorrem à escuta qualificada e ao diálogo como principais ferramentas para a construção do vínculo. Por fim, foi identificada uma crescente resistência na intersetorialidade, especialmente com as escolas, que por barreiras político-morais, dificultam ações de prevenção coletiva. O estudo conclui que existe um "vazio assistencial", reforçando a necessidade de protocolos institucionais e de estratégias de educação permanente para qualificar o cuidado ao adolescente na APS.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectInfecções sexualmente transmitidaspt_BR
dc.subjectAtenção Primária em Saúdept_BR
dc.subjectCuidado de Enfermagempt_BR
dc.subjectSaúde integral do adolescentept_BR
dc.titleTestagem rápida de ISTs em adolescentes: Uma análise qualitativa sobre as percepções e práticas dos enfermeiros na APSpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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