Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.unesc.net/handle/1/12858
Título: Avaliação da prevalência, do autodiagnóstico e da automedicação de candidíase vulvovaginal entre as universitárias no Sul do Brasil
Autor(es): Germanos, Bárbara
Pinto, Camila Alves
Orientador(es): Cardoso, Sarita
Palavras-chave: Candidíase vulvovaginal
Ginecologia
Autodiagnóstico
Automedicação
Antifúngicos
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.
Resumo: Objetivo: O presente trabalho visa analisar a prevalência, autodiagnóstico e automedicação de candidíase vulvovaginal entre as universitárias no sul do Brasil. Métodos: Estudo transversal realizado com acadêmicas dos cursos presenciais das quatro áreas de conhecimento em uma universidade no sul do Brasil. Os dados foram recolhidos a partir de um formulário autoral online preenchido pelas discentes. Coletaram-se informações sobre fatores de risco, manifestações clínicas, métodos diagnósticos e terapêuticas acerca da candidíase vulvovaginal. Resultados: Foram estudadas 367 estudantes do sexo feminino com idade média de 24 anos. Foi visto que 232 discentes (63,2%) tiveram pelo menos um episódio de candidíase vulvovaginal prévia, tendo como principal sintoma a coceira vaginal (98,7%). O fator de risco mais frequente foi estresse anormal ou ansiedade, presente em 165 alunas (71,1%). Sobre o diagnóstico do primeiro episódio, a maioria foi feita por médico (58,6%) seguidamente de autodiagnóstico (30,2%). Já no diagnóstico da recidiva, 100 estudantes (66,2%) realizaram autodiagnóstico, todas baseando-se em episódios anteriores. Em relação ao tratamento, o remédio mais utilizado foi o Fluconazol, tanto com indicação médica (66%) quanto pelas mulheres que se automedicaram (66,9%). Dentre as que tiveram pelo menos um episódio de CVV, 151 (65,5%) acabaram tendo recidiva da doença em doze meses e 44 (12%) desenvolveram a candidíase vulvovaginal recorrente. Conclusão: A prevalência de CVV entre as universitárias foi superior a 60%. Destaca-se uma taxa de autodiagnóstico de 30,2% e de automedicação de 15,8% já no primeiro episódio. Na recidiva, o autodiagnóstico aconteceu em 66,2% das discentes e a automedicação em 50%.
Idioma: Português (Brasil)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Data da publicação: Dez-2024
URI: http://repositorio.unesc.net/handle/1/12858
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso (MED)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
Restrição de acesso.pdfTCC3,29 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.