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http://repositorio.unesc.net/handle/1/12858Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Cardoso, Sarita | - |
| dc.contributor.author | Germanos, Bárbara | - |
| dc.contributor.author | Pinto, Camila Alves | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-26T00:18:55Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-26T00:18:55Z | - |
| dc.date.created | 2024-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12858 | - |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Objetivo: O presente trabalho visa analisar a prevalência, autodiagnóstico e automedicação de candidíase vulvovaginal entre as universitárias no sul do Brasil. Métodos: Estudo transversal realizado com acadêmicas dos cursos presenciais das quatro áreas de conhecimento em uma universidade no sul do Brasil. Os dados foram recolhidos a partir de um formulário autoral online preenchido pelas discentes. Coletaram-se informações sobre fatores de risco, manifestações clínicas, métodos diagnósticos e terapêuticas acerca da candidíase vulvovaginal. Resultados: Foram estudadas 367 estudantes do sexo feminino com idade média de 24 anos. Foi visto que 232 discentes (63,2%) tiveram pelo menos um episódio de candidíase vulvovaginal prévia, tendo como principal sintoma a coceira vaginal (98,7%). O fator de risco mais frequente foi estresse anormal ou ansiedade, presente em 165 alunas (71,1%). Sobre o diagnóstico do primeiro episódio, a maioria foi feita por médico (58,6%) seguidamente de autodiagnóstico (30,2%). Já no diagnóstico da recidiva, 100 estudantes (66,2%) realizaram autodiagnóstico, todas baseando-se em episódios anteriores. Em relação ao tratamento, o remédio mais utilizado foi o Fluconazol, tanto com indicação médica (66%) quanto pelas mulheres que se automedicaram (66,9%). Dentre as que tiveram pelo menos um episódio de CVV, 151 (65,5%) acabaram tendo recidiva da doença em doze meses e 44 (12%) desenvolveram a candidíase vulvovaginal recorrente. Conclusão: A prevalência de CVV entre as universitárias foi superior a 60%. Destaca-se uma taxa de autodiagnóstico de 30,2% e de automedicação de 15,8% já no primeiro episódio. Na recidiva, o autodiagnóstico aconteceu em 66,2% das discentes e a automedicação em 50%. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Candidíase vulvovaginal | pt_BR |
| dc.subject | Ginecologia | pt_BR |
| dc.subject | Autodiagnóstico | pt_BR |
| dc.subject | Automedicação | pt_BR |
| dc.subject | Antifúngicos | pt_BR |
| dc.title | Avaliação da prevalência, do autodiagnóstico e da automedicação de candidíase vulvovaginal entre as universitárias no Sul do Brasil | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (MED) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Restrição de acesso.pdf | TCC | 3,29 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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