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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorStreck, Emílio Luiz-
dc.contributor.authorQuinsani, Laura Schmitt-
dc.contributor.authorMeurer, Thalya-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-25T21:45:05Z-
dc.date.available2026-06-25T21:45:05Z-
dc.date.created2024-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12847-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractA Doença da Urina do Xarope do Bordo (DXB) é um erro inato do metabolismo, caracterizado pelo acúmulo de aminoácidos de cadeia ramificada (AACR) leucina, isoleucina e valina e seus alfa-cetoácidos nos fluidos e nos tecidos. A síndrome clínica da DXB inclui sintomas neurológicos importantes, como letargia, atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, convulsões e coma. O ácido alfa-cetoisocaproico (CIC), por sua vez, é um dos metabólitos mais neurotóxicos dos AACR, sendo que sua alta concentração plasmática é considerada responsável pelos sintomas neurológicos da doença. O resveratrol, um composto polifenólico encontrado em algumas plantas, tem sido amplamente estudado graças a seu potencial antioxidante e neuroprotetor, sendo uma molécula promissora nessa condição. Portanto, o objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos do resveratrol sobre a toxicidade do CIC em um modelo experimental de DXB em células hipocampais de linhagem HT-22. Para indução do modelo, foram submetidas células hipocampais ao CIC nas concentrações de 1mM, 5mM, 10mM e 20mM, e posteriormente foram tratadas com resveratrol nas concentrações de 0,01mM, 0,1mM e 1mM. Para avaliar os efeitos tóxicos do CIC, bem como os possíveis efeitos neuroprotetores do resveratrol, alguns ensaios foram realizados: o ensaio MTT avaliou a viabilidade celular; a dosagem do conteúdo de sulfidrilas, a medida da oxidação de 2’,7’-diclorofluorosceína e a medida da atividade da enzima antioxidante catalase avaliaram os parâmetros de estresse oxidativo. Após as análises, o CIC demonstrou ser tóxico para as células hipocampais principalmente por reduzir a viabilidade celular, enquanto o resveratrol foi capaz de reverter parcialmente tais danos e de aumentar a atividade da enzima antioxidante catalase. Portanto, foi possível concluir que o CIC apresenta toxicidade para células hipocampais, e que o resveratrol é capaz de reverter parcialmente esses danos, especialmente por melhorar a atividade antioxidante da enzima catalase. Fazem-se necessários estudos adicionais para a avaliação do papel do resveratrol na DXB.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAminoácidos de cadeira ramificadapt_BR
dc.subjectAntioxidantespt_BR
dc.subjectDoença da urina do xarope do bordopt_BR
dc.subjectEstresse oxidativopt_BR
dc.subjectNeuroproteçãopt_BR
dc.titleEfeitos do resveratrol sobre a toxicidade do ácido alfa-cetoisocaproico em cultura celular de células HT-22pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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