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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCarola, Carlos Renato-
dc.contributor.authorTeixeira, Tatiana Do Nascimento-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-05-18T19:49:31Z-
dc.date.available2026-05-18T19:49:31Z-
dc.date.created2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12525-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Educação da universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Educação.pt_BR
dc.description.abstractO atual contexto de crise ambiental e climática torna ainda mais urgente o diálogo intercultural que reconheça as vozes indígenas em seus apelos por outras relações com a terra. A literatura indígena contemporânea traz possíveis respostas a essas inquietações. Essa literatura demonstra a potência do pensamento indígena e oferece subsídios para a formulação de práticas educativas interculturais. A presente pesquisa tem como objetivo compreender como a literatura indígena contribui para a pedagogia decolonial e para a educação ambiental por meio de suas críticas à modernidade e de suas perspectivas ambientais, oriundas das epistemologias originárias. O estudo situa-se no campo teórico da decolonialidade, que compreende a colonialidade como uma estrutura intrínseca à modernidade, perpetuada através de dispositivos culturais de múltiplas ordens, entre as quais estão o modelo econômico e político, o sistema jurídico e a matriz epistêmica que sustenta o racismo. Realizou-se uma prospecção bibliográfica nas pesquisas relacionadas a temática a fim de compreender suas principais características e o processo que levou a constituição desse movimento político-literário. Constatou-se que a literatura indígena surgiu junto ao movimento indígena, como um meio para tornar pública sua causa e apresentar a realidade desses povos por suas próprias perspectivas. Foram selecionadas para a análise as obras de três autores indígenas, a saber, Davi Kopenawa, Ailton Krenak e Eliane Potiguara. Observou-se aspectos como: as críticas ao pensamento colonial, os conceitos que permeiam a matriz epistemológica indígena, as relações alternativas para com a Terra e suas contribuições para a educação ambiental. As obras em questão demonstraram que a literatura indígena é um importante aporte para uma pedagogia decolonial, pois aborda a história indígena pela ótica de seus protagonistas, desfazendo preconceitos historicamente enraizados e possibilitando uma educação antirracista. Além disso, com relação a educação ambiental, essa escrita fornece reflexões para a construção de uma outra ética ambiental, alternativa à perspectiva moderna, que se caracteriza pelo antropocentrismo e pela percepção da natureza como recurso. Além disso, ela demonstra a correlação entre o colonialismo e a exploração desmedida da natureza, alinhando a denúncia da herança colonial à defesa da preservação dos ecossistemas. Desse modo, a literatura indígena contribui para uma educação alinhada às críticas decoloniais.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectLiteratura indígenapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.subjectPedagogia decolonialpt_BR
dc.subjectEducação ambientalpt_BR
dc.subjectCrise ambientalpt_BR
dc.subjectIndígenas da América do Sul na literaturapt_BR
dc.titleLiteratura indígena e interculturalidade epistêmica: crítica à modernidade e caminhos para uma pedagogia decolonialpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Aparece nas coleções:Dissertação (PPGE)

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