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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorBehnker, Mariana Morais-
dc.contributor.authorMariano, Sabrina Rodrigues-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-07-24T00:00:31Z-
dc.date.available2026-07-24T00:00:31Z-
dc.date.created2025-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/13045-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de bacharel no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO Transtorno do Espectro Autista (TEA) foi abordado como uma condição neuropsiquiátrica que se manifesta na infância, caracterizada por dificuldades na comunicação, na interação social e por comportamentos repetitivos. O diagnóstico precoce do TEA mostrou-se crucial, pois possibilitou intervenções capazes de melhorar significativamente o desenvolvimento da criança. Contudo, receber esse diagnóstico representou um momento desafiador para as famílias, gerando sentimentos como choque, negação e ansiedade. O acolhimento adequado às famílias revelou-se essencial para auxiliá-las a enfrentar as dificuldades impostas pelo TEA e para promover a autonomia no cuidado à criança. Ao envolver-se nas intervenções, os familiares fortaleceram o vínculo com a criança e contribuíram para a eficácia dos tratamentos. A colaboração entre profissionais de saúde, educadores e a comunidade foi considerada indispensável para a construção de uma rede de apoio eficaz, que favoreceu o desenvolvimento infantil e a adaptação familiar à nova realidade. Diante disso, o objetivo do projeto foi identificar as diferentes formas de acolhimento e apoio oferecidas às famílias, bem como os principais desafios enfrentados após o diagnóstico. A amostra deste estudo foi composta por 10 famílias de crianças com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA), integrantes da Associação de Pais e Amigos de Autistas da Região da AMESC. Como resultado do estudo, observou-se que o acolhimento integral e o suporte contínuo às famílias de crianças com TEA foram determinantes para a promoção do desenvolvimento infantil e para a adaptação familiar diante das demandas impostas pelo diagnóstico. Destacou-se, ainda, a relevância de ações interdisciplinares e de políticas de apoio que fortaleceram a rede de cuidados e potencializaram a participação ativa dos familiares no processo terapêutico.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTranstorno do Espectro Autistapt_BR
dc.subjectAcolhimento familiarpt_BR
dc.subjectRede de apoiopt_BR
dc.subjectIntervenção interdisciplinarpt_BR
dc.subjectDesenvolvimento infantilpt_BR
dc.titleAutismo na infância: acolhimento das famíliaspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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