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http://repositorio.unesc.net/handle/1/13044Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Tessmann, Mágada | - |
| dc.contributor.author | Pizzetti, Luciele da Luz | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-07-23T23:55:45Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-23T23:55:45Z | - |
| dc.date.created | 2025-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/13044 | - |
| dc.description | Trabalho de Conclusão do Curso, apresentado para a obtenção do grau de Bacharel em Enfermagem no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC. | pt_BR |
| dc.description.abstract | A amputação de membros se configura em uma forma de mutilação (independentemente da origem) e traz aos amputados o desenvolvimento de novas estratégias para a vida, podendo alterar sua qualidade de vida e a própria autoestima. O presente refere-se a uma pesquisa que foi realizada em um Centro de Reabilitação no Extremo Sul Catarinense, junto a 15 pacientes pós-amputação. Objetivou avaliar a qualidade de vida e autoestima de um grupo de pacientes amputados e discutir o papel do Enfermeiro na reabilitação de pacientes nesta situação. Tratou-se de uma pesquisa quantitativa, descritiva e de campo. Os resultados mostraram que a maioria dos amputados foram mulheres, com idade entre 45 a 92 anos, com ensino fundamental, casados ou em união estável. O DM e a HAS foram as comorbidades mais frequentes, as amputações foram na maioria de MI, com tempo de amputação de 3 (três) anos, a maioria não utiliza prótese, dos que utilizam todas foram cedidas pelo SUS e a maioria não e adaptou. Quanto aos resultados da qualidade de vida (WHOQOL-BREF) todos apresentaram boa percepção da qualidade de vida e satisfação com a saúde. Nos domínios psicológicos e de meio ambiente os escores foram maiores, enquanto nos domínios físico e de relações sociais a pontuação foi menor; no entanto, todos apresentaram bons resultados, caracterizando boa qualidade de vida. Quanto à autoestima, avaliada pela Escala de Autoestima de Rosenberg, 53,3% têm alta autoestima e as correlações apontaram que quanto maior a autoestima, melhor a qualidade de vida do grupo de amputados do CER participantes da pesquisa. Os achados desta pesquisa destacam a importância do acompanhamento multidisciplinar e do papel do enfermeiro na promoção da qualidade de vida e autoestima de pacientes amputados, evidenciando que intervenções direcionadas podem favorecer a adaptação e o bem-estar desses indivíduos. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Amputados | pt_BR |
| dc.subject | Qualidade de vida | pt_BR |
| dc.subject | Enfermagem | pt_BR |
| dc.subject | Autoestima | pt_BR |
| dc.title | Qualidade de vida e autoestima de um grupo de pacientes amputados atendidos em um centro de reabilitação no extremo sul catarinense | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (ENF) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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