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http://repositorio.unesc.net/handle/1/13038Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Réus, Gislaine Zilli | - |
| dc.contributor.author | Ramos, Gabriel Savi Mondo | - |
| dc.contributor.other | Maciel, Amanda Luiz | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-07-23T23:13:57Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-23T23:13:57Z | - |
| dc.date.created | 2025-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/13038 | - |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para a obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). | pt_BR |
| dc.description.abstract | A elevação de marcadores inflamatórios séricos está intrinsecamente associada à exacerbação de sintomas neuropsiquiátricos, sendo esse processo potencialmente mais intenso em indivíduos portadores de comorbidades crônicas, como obesidade, hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM). Tais condições já estabelecem um estado inflamatório basal que pode ser drasticamente agravado por infecções virais agudas, como a COVID-19, culminando na piora dos desfechos neuropsiquiátricos. Diante desse panorama, este estudo transversal objetivou analisar a associação entre a presença de comorbidades pré-existentes e níveis plasmáticos elevados de proteína C reativa (PCR) e os sintomas de estresse, ansiedade e depressão em indivíduos previamente infectados pelo SARS-CoV-2. A pesquisa incluiu 350 participantes: 114 no grupo pós-COVID-19 e 236 no grupo controle. Os dados clínicos e antropométricos foram coletados por autorrelato, enquanto a saúde mental foi avaliada por meio de escalas psicométricas padronizadas, e a quantificação da PCR foi realizada por ELISA. A análise estatística utilizou testes não paramétricos e a correlação de Spearman. Os grupos não diferiram significativamente nas variáveis sociodemográficas, mas o grupo pós-COVID-19 apresentou maior prevalência de comorbidades, destacando-se a obesidade (17,9%; p=0,044), DM (13,3%; p<0,01) e HAS (22,1%; p=0,024). Além disso, os níveis séricos de PCR foram significativamente mais elevados no grupo pós-COVID-19 (1,72 [0,77–4,14] mg/dL; p=0,014) e correlacionaram-se significativamente com todas as comorbidades. Quanto à saúde mental, o grupo pós-COVID-19 apresentou escores mais elevados de estresse (p=0,02) e depressão (p=0,034). Especificamente, a presença de HAS e obesidade associou-se a um aumento significativo nos níveis de estresse, depressão e ansiedade (p = 0,027 para todas), ao passo que o DM não demonstrou associação significativa com a sintomatologia emocional. Em conclusão, os resultados demonstram que indivíduos com comorbidades pré-existentes, além de serem mais prevalentes no grupo pós-COVID-19, apresentam um quadro inflamatório sistêmico mais elevado (PCR alta), associado à exacerbação de sintomas neuropsiquiátricos. Tais achados sublinham a necessidade de incorporar o rastreio inflamatório e a gestão de comorbidades crônicas às estratégias de reabilitação e de cuidado integral da saúde mental no período pós-infeccioso. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Inflamação | pt_BR |
| dc.subject | COVID-19 | pt_BR |
| dc.subject | Psiquiatria | pt_BR |
| dc.subject | Comorbidades | pt_BR |
| dc.subject | Saúde Mental | pt_BR |
| dc.title | Infecção por COVID-19 se correlaciona com aumento do nível de proteína C reativa e sintomas depressivos e ansiosos em indivíduos com comorbidades metabólicas e cardiovasculares | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (ENF) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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