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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMaciel, Amanda Luiz-
dc.contributor.authorMedeiros, Bianca de-
dc.contributor.authorFagundes, Estefany Maryana Oliveira-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-07-23T22:55:53Z-
dc.date.available2026-07-23T22:55:53Z-
dc.date.created2025-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/13036-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão do Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: a consolidação do sistema prisional como instrumento de aplicação da pena remonta ao Código Penal Francês de 1791, com base na privação da liberdade como forma de punição. No Brasil, o sistema penitenciário enfrenta inúmeros desafios estruturais e institucionais, como a superlotação, o déficit de profissionais e as condições insalubres, que impactam diretamente a saúde física e mental dos detentos. A saúde mental, em especial, é afetada pela rotina prisional, favorecendo o desenvolvimento de transtornos psicológicos e emocionais. Objetivo geral: analisar o impacto da rotina penitenciária na saúde mental dos detentos, destacando o papel da enfermagem como agente de cuidado. Metodologia: a presente pesquisa é um estudo qualitativo, exploratório e de campo, realizado com 19 detentos do sexo masculino, com idade entre 30 e 45 anos, cuja condenação tenha sido superior a 10 anos e que estejam cumprindo pena em regime fechado na Penitenciária Sul, localizada no município de Criciúma, Santa Catarina. A coleta de dados foi realizada por entrevistas gravadas, semiestruturadas, individuais e presenciais conduzidas pelas pesquisadoras principais com apoio da orientadora. A análise de dados utilizou a técnica de análise de conteúdo temático, tendo foco na compreensão dos impactos da rotina prisional sobre a saúde mental dos detentos, destacando qual o papel da Enfermagem como agente no cuidado dentro do sistema penitenciário. Resultados: os resultados evidenciaram que o ambiente prisional é permeado por sentimentos de tristeza, solidão e angústia, intensificados pela ausência da família e pela falta de atividades laborais, educativas e terapêuticas. Observou-se, ainda, que a enfermagem, embora presente, atua de forma pontual e predominantemente técnica, com escassez de práticas preventivas e de escuta ativa. Por outro lado, práticas como o trabalho, o estudo e a espiritualidade mostraram-se estratégias importantes de enfrentamento e preservação da saúde mental. As falas dos participantes também revelaram um desejo genuíno de transformação pessoal, amadurecimento e esperança em uma vida melhor após a liberdade. Considerações finais: concluiu-se que a rotina prisional exerce forte influência sobre o sofrimento psíquico e que a atuação da enfermagem deve ser fortalecida como prática humanizada, voltada à escuta, à promoção da saúde e à reintegração social. O estudo reforça a necessidade de políticas públicas intersetoriais que ampliem o acesso a cuidados contínuos em saúde mental e promovam ações que valorizem a dignidade humana dentro do sistema prisional.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDetentospt_BR
dc.subjectSaúde Mentalpt_BR
dc.subjectCuidados de enfermagempt_BR
dc.titleImpacto da rotina penitenciária na saúde mental dos detentos: Enfermagem como agente de cuidadopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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