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http://repositorio.unesc.net/handle/1/13033Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Tessmann, Mágada | - |
| dc.contributor.author | Ferreira, Amanda Pereira | - |
| dc.contributor.author | Costa, Milena Gonçalves | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-07-23T22:15:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-23T22:15:48Z | - |
| dc.date.created | 2025-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/13033 | - |
| dc.description | Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense- UNESC, para a obtenção do título de bacharel em Enfermagem. | pt_BR |
| dc.description.abstract | O Protocolo de Dor Torácica é um conjunto de ações e procedimentos de atendimento a pacientes que apresentam “dor no peito”. Este estudo empregou uma abordagem quantitativa para investigar o uso de Protocolos de Dor Torácica por enfermeiros que atuam na classificação de risco em hospitais e Unidades de Pronto Atendimento na região carbonífera (AMREC). A pesquisa utilizou, como instrumento de coleta de dados, um questionário estruturado, disponibilizado por meio da plataforma Google Forms, e contou com uma amostra de 43 enfermeiros que atuam na classificação de risco em Unidades de Pronto Atendimento e hospitais da região da AMREC, localizada no Sul de Santa Catarina. A amostra de enfermeiros revelou que 79,1% são do sexo feminino, com 39,5% concentrados na faixa etária de 41 a 49 anos. Em termos de prática clínica, apenas 16,1% dos participantes utilizam o protocolo de dor torácica fornecido pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. Os indicadores de desempenho e conhecimento demonstraram resultados majoritariamente favoráveis: 88,4% dos atendimentos registram um tempo entre o acolhimento e o eletrocardiograma inferior a 10 minutos, e 74,4% dos enfermeiros são capazes de identificar o infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST. Adicionalmente, 79,1% consideram consistentemente sintomas associados, irradiação e localização da dor como características sugestivas de Síndrome Coronariana Aguda (SCA), embora apenas 39,7% utilizem a situação clínica como critério de avaliação primordial no acolhimento. Apesar do elevado grau de concordância em aspectos técnicos, a autoavaliação de conformidade com o Protocolo de Dor Torácica foi classificada como "bom" por apenas 13,8% dos respondentes. Conclui-se, portanto, que, apesar dos achados positivos em relação à celeridade e conhecimento clínico dos enfermeiros, a adesão formal e a percepção de excelência na aplicação do Protocolo de Dor Torácica são limitadas, o que reforça a necessidade de processos de educação continuada para otimizar a qualidade da assistência na classificação de risco. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Protocolo clínico | pt_BR |
| dc.subject | Enfermeiros | pt_BR |
| dc.subject | Classificação de risco | pt_BR |
| dc.subject | Dor torácica | pt_BR |
| dc.title | Uso de protocolo de dor torácica em hospitais e unidades de pronto atendimento na Região Carbonífera | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (ENF) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| Restrição de acesso.pdf | TCC | 3,29 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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