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Título: Radiofrequência não ablativa para melhora do tônus vaginal em distúrbios do assoalho pélvico
Autor(es): Bussolo, Yasmin Hilbert
Dandolini, Júlia Weber
Orientador(es): Magalhães, Mariana
Palavras-chave: Assoalho pélvico
Incontinência urinária
Prolapso de órgão pélvico
Disfunções sexuais fisiológicas
Terapia por radiofrequência
Distúrbios do assoalho pélvico
Síndrome geniturinária da menopausa
Ginecologia regenerativa
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.
Resumo: Objetivo: O presente estudo teve como objetivo avaliar o impacto da radiofrequência não ablativa no tônus vaginal em mulheres com distúrbios do assoalho pélvico. Métodos: Foram avaliadas 28 mulheres atendidas em uma Unidade Básica de Saúde, em um ambulatório de ginecologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense e em uma clínica particular de ginecologia em Criciúma, Santa Catarina. A seleção das participantes foi realizada a partir da análise de prontuários, abrangendo mulheres diagnosticadas com algum distúrbio do assoalho pélvico. Cada participante realizou três sessões de radiofrequência não ablativa e respondeu a questionários elaborados pelas autoras na primeira sessão e 15 dias após a última sessão. Os questionários avaliaram o nível de frouxidão vaginal e sintomas dos distúrbios do assoalho pélvico, permitindo a comparação dos efeitos do tratamento. Além disso, foram obtidas informações sociodemográficas e melhorias observadas após o tratamento. Resultados: A partir dos resultados encontrados, pode-se concluir que a radiofrequência não ablativa promoveu uma melhora significativa no tônus vaginal em mulheres com distúrbios do assoalho pélvico, além de reduzir sintomas associados como a sensação de prolapso e os episódios de incontinência urinária. Observou-se também um aumento na satisfação sexual relacionado à melhora da lubrificação e sensibilidade vaginal, evidenciando benefícios tanto fisiológicos quanto na qualidade de vida das participantes. Conclusão: A radiofrequência não ablativa é uma alternativa eficaz e promissora para o tratamento conservador dos distúrbios do assoalho pélvico, proporcionando melhora no tônus vaginal e alívio dos sintomas associados. Seu uso pode representar uma opção para mulheres que buscam evitar procedimentos cirúrgicos ou que ainda não têm indicação invasiva.
Idioma: Português (Brasil)
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Data da publicação: Jul-2025
URI: http://repositorio.unesc.net/handle/1/12905
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