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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorRiegel, Rafael Ernesto-
dc.contributor.authorSilva, Alan Nascimento Moreira da-
dc.contributor.authorPicoli, Luigi de Bona de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-07-02T00:17:47Z-
dc.date.available2026-07-02T00:17:47Z-
dc.date.created2025-07-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12894-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractÉ sabido que a população médica possui risco elevado para transtornos mentais e suicídio. No entanto, há escassez de estudos sobre o tema no Brasil, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. Objetivo: Estimar prevalência, incidência e fatores associados ao suicídio na população médica das regiões Sul e Sudeste do Brasil entre 2013 e 2022. Métodos: Estudo baseado em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). A principal variável de interesse foi a “causa básica de morte” de óbitos por residência classificados pela CID-10 como lesões autoprovocadas intencionalmente (X60 a X84), além de variáveis sociodemográficas. A população em estudo totalizou 13.225 médicos. Resultados: Dos 256 suicídios, 72,7% eram homens, predominando a faixa etária de 30 a 39 anos (23,4%). Métodos violentos destacaram-se (67,7%), especialmente enforcamento (24,2%) e precipitação de lugar elevado (21,1%). Mulheres foram associadas ao autoenvenamento (p<0,001). O estado civil solteiro foi associado ao suicídio em médicas, ao passo que o estado civil casado foi associado ao suicídio em médicos (p=0,002). O Rio Grande do Sul associou-se ao autoenvenenamento (21,6%; p=0,048) e o Rio de Janeiro a métodos violentos (19,0%; p=0,040). Santa Catarina teve a maior prevalência no período (40,01 em 2013). Conclusão: Os índices de suicídio apresentaram variação regional e temporal, com picos relevantes no Espírito Santo e Santa Catarina, sendo necessárias estratégias preventivas. Limitações incluem a falta de dados demográficos completos e a subnotificação de suicídios. Estudos futuros podem contribuir para a compreensão dos fatores de risco para suicídio e orientar políticas voltadas à saúde mental desses profissionais.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSuicídiospt_BR
dc.subjectMédicospt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.subjectAtestado de Óbitopt_BR
dc.titleSuicídio na população médica ao longo de uma década nas regiões Sul e Sudeste do Brasilpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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