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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorVinhas, Marcelo Brum-
dc.contributor.authorRibeiro, Amanda Rocha-
dc.contributor.authorPiucco, Bianca Manenti-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-07-01T22:51:51Z-
dc.date.available2026-07-01T22:51:51Z-
dc.date.created2025-07-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12883-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractFundamento: A mortalidade após cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM) está relacionada com as comorbidades não tratadas previamente ao procedimento. Objetivos: Analisar as comorbidades prévias preditoras de mortalidade pósoperatória de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio no período de janeiro de 2020 a julho de 2024 em um hospital de referência do extremo sul catarinense. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de abordagem quantitativa e qualitativa, com coleta de dados retrospectivos. Foram analisados 680 prontuários eletrônicos de pacientes submetidos à CRM, com objetivo de avaliar as comorbidades prévias associadas ao desfecho pós-operatório. Os dados foram analisados com auxílio do software SPSS. Resultados: A maioria dos pacientes eram homens com idade média de 62,65 anos e apresentavam alta prevalência de hipertensão arterial sistêmica (83,8%). A angina estável foi a principal indicação cirúrgica (38,8%) e esteve associada a menores taxas de mortalidade pós-operatória em comparação com outras condições clínicas. A taxa global de mortalidade pós-operatória foi de 14,1%, sendo significativamente mais elevada entre pacientes com infarto agudo do miocárdio e dissecção de aorta. Idade avançada (p < 0,001) e tabagismo ativo no momento do procedimento (p = 0,038) foram fatores preditores de mortalidade após a CRM. Conclusão: A mortalidade pós-operatória foi influenciada principalmente por idade avançada, tabagismo e presença de síndromes coronarianas agudas. A angina estável apresentou melhor prognóstico, evidenciando a importância da identificação precoce e do manejo adequado dos fatores de risco na população submetida à CRM.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectComorbidadespt_BR
dc.subjectRevascularizaçãopt_BR
dc.subjectCardiologiapt_BR
dc.subjectTabagismopt_BR
dc.titleImpacto das comorbidades prévias no desfecho pós-operatório de pacientes submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdiopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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