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http://repositorio.unesc.net/handle/1/12876Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Bruch, Tatiana Pizzolotto | - |
| dc.contributor.author | Zatta, Thaiz Rosso | - |
| dc.contributor.author | Casteller, Luigi Pizzatto | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-29T23:44:28Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-29T23:44:28Z | - |
| dc.date.created | 2024-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12876 | - |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Fundamentos: O acidente vascular cerebral isquêmico (AVEi) é uma condição neurológica comum e, mesmo com tratamento adequado, pode resultar em incapacidades. Assim, é importante avaliar quais perfis clínicos apresentam melhores desfechos após a terapia trombolítica. Objetivo: Correlacionar características clínicas com os desfechos em pacientes com AVEi após 3 e 6 meses de terapia trombolítica. Métodos: Este estudo observacional transversal utilizou dados secundários de prontuários médicos. Foram incluídos 12 pacientes submetidos à trombólise, acompanhados em um ambulatório de neurologia no sul de Santa Catarina, entre março de 2022 e setembro de 2023. As variáveis analisadas incluíram características demográficas e clínicas, reabilitação pós-AVEi e hábitos de vida. Os desfechos clínicos foram avaliados pela Escala de Rankin Modificada (mRS), adaptada para o Brasil. Resultados: Os 12 pacientes tinham idade média de 62,6 (±15,7) anos. Hipertensão (9; 75%) e dislipidemia (8; 66,7%) foram as comorbidades mais comuns. Todos os pacientes realizaram reabilitação pós-AVEi, mostrando melhora significativa no grau de incapacidade após 6 meses. Desfechos clínicos favoráveis foram mais frequentes em pacientes com hipertensão e dislipidemia, e naqueles sem arritmia, trombose ou hábitos prejudiciais como etilismo e tabagismo. Conclusões: A reabilitação foi eficaz na redução da incapacidade em pacientes com AVEi. Além disso, algumas comorbidades foram significativamente associadas à melhora funcional, sugerindo que o manejo adequado dessas condições pode melhorar os desfechos clínicos após eventos isquêmicos. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Ataque vascular cerebral isquêmico | pt_BR |
| dc.subject | Comorbidades | pt_BR |
| dc.subject | Terapia trombolitica | pt_BR |
| dc.subject | Reabilitação | pt_BR |
| dc.subject | Prognóstico | pt_BR |
| dc.title | Relação entre perfil clínico e desfecho após trombólise no acidente vascular encefálico isquêmico | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (MED) | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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