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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorGeneroso, Jaqueline da Silva-
dc.contributor.authorAlano, Julia Masiero-
dc.contributor.authorNoetzold, Julia Torcelli-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-29T23:23:07Z-
dc.date.available2026-06-29T23:23:07Z-
dc.date.created2024-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12873-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractO traumatismo cranioencefálico (TCE) causa uma resposta inflamatória complexa, entretanto, ainda não há respostas de como o sistema nervoso central (SNC) responde frente a um trauma, quando esse é exposto a um evento desencadeador de memória imunológica previamente. Dessa forma, o objetivo do presente estudo foi avaliar os parâmetros imunoquímicos e comportamentais 10 dias após o modelo animal de TCE em ratos Wistar adultos submetidos ao desafio imune com lipopolissacarídeo (LPS) durante a infância. Para isso foram utilizados 40 ratos machos da espécie Rattus norvegicus (Wistar), divididos em 4 grupos de 10 animais (controle/salina, controle/LPS, TCE/salina, TCE/LPS). Aos 14 dias de vida os ratos dos grupos com LPS (n = 20) receberam uma dose diária de LPS (100 μg/kg) via intraperitoneal, até o 18° dia de vida. Posteriormente, aos 60 dias de vida, os mesmos animais foram induzidos ao modelo de TCE leve (n = 20). Após 10 dias, foram realizados testes comportamentais de habituação ao campo aberto e reconhecimento de novos objetos e análise de citocinas. Os animais do grupo TCE/salina não apresentaram diferença entre as sessões treino e teste, demonstrando comprometimento da memória de habituação entretanto nos grupos controle/salina, controle/LPS e TCE/LPS houve diferença entre as sessões, demonstrando preservação de memória de habituação nesses animais. No teste de reconhecimento de novos objetos, os animais do grupo controle/salina e controle/LPS apresentaram um alto índice de reconhecimento do objeto novo na sessão teste comparado à sessão treino, o que indica retenção da memória de longo prazo, já os animais do grupo TCE/salina e TCE/LPS não gastaram um tempo significativamente maior explorando o objeto novo, indicando prejuízo de memória de longo prazo. Nas amostras de citocinas, os níveis de TNF-α foram maiores no grupo TCE/salina do que no grupo controle/salina, porém foram reduzidos nos animais TCE/LPS na infância. No córtex frontal, não houve diferenças significativas nos níveis de TNF-α entre os grupos. Os níveis de IL-1β foram maiores em ambas estruturas cerebrais do grupo TCE/salina em relação ao controle/salina, com redução apenas no hipocampo do grupo TCE/LPS. IL-6 aumentou no córtex frontal do grupo TCE/salina, mas diminuiu no grupo TCE/LPS. Os níveis de IL-10 foram menores nos grupos controle/LPS, TCE/salina e TCE/LPS em ambas as regiões, em comparação ao controle/salina. Conclui-se que o LPS possui efeito modulador da resposta inflamatória do sistema imunológico cerebral desencadeada pelo TCE e esse efeito pode contribuir para uma melhora das características comportamentais, além de diminuir sequelas cognitivas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectTraumatismo cranioencefálicopt_BR
dc.subjectNeuroinflamaçãopt_BR
dc.subjectMemóriapt_BR
dc.subjectLipopolissacarídeopt_BR
dc.titleEstudo do impacto da endotoxemia durante a infância em ratos Wistar expostos ao modelo de traumatismo cranioencefálico na vida adultapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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