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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorBruch, Tatiana Pizzolotto-
dc.contributor.authorRaimundo, André de Abreu Guilherme-
dc.contributor.authorMenegon, Maria Antônia Dalmolin-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-25T23:58:50Z-
dc.date.available2026-06-25T23:58:50Z-
dc.date.created2024-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12856-
dc.descriptionArtigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.pt_BR
dc.description.abstractJUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Dor crônica (DC) é uma experiência emocional e sensorial desagradável, influenciada por múltiplos fatores. Assim, os desafios para o gerenciamento da dor são frequentes, exigindo maior conhecimento dos aspectos influentes na clínica para controle eficaz do quadro. O objetivo foi analisar aspectos clínicos, epidemiológicos e terapêuticos de pacientes com DC em Criciúma/SC. MÉTODOS: Estudo transversal com análise de prontuários de indivíduos diagnosticados com DC, atendidos pelo serviço especializado de neurologia do Sistema Único de Saúde de Criciúma, entre janeiro de 2022 a outubro de 2023. Foram analisados 87 prontuários, coletando dados sociodemográficos, clínicos e terapêuticos entre fevereiro a junho de 2024. RESULTADOS: Dos 87 indivíduos, 69 (79,3%) apresentaram DC por mais de um ano. A média de idade era 54,43 ±14,72 anos, com maior prevalência em mulheres (66,7%). A prevalência de polineuropatias não diabéticas foi de 27,6%, causas reumatológicas 19,5%, e causas mecânicas 13,8%. Analgesia de resgate era usada por 65,5%, sendo os opioides utilizados por 57,9%. Quase metade apresentava depressão (49,4%) e/ou ansiedade (44,8%). CONCLUSÃO: O estudo revelou que pacientes com DC frequentemente têm outras doenças crônicas e menor acesso ao mercado de trabalho. A DC é mais prevalente entre mulheres, pessoas mais velhas e com menor escolaridade. Quase metade apresenta depressão e/ou ansiedade. A maioria faz uso de antidepressivos ou anticonvulsivantes como tratamento para DC. Uso de medicamentos de resgate, especialmente opioides, são comuns. O tratamento multidisciplinar é frequente, com fisioterapia associada ao uso de opioides e acompanhamento psicológico associado à depressão e ansiedade.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDor crônicapt_BR
dc.subjectTranstorno depressivo maiorpt_BR
dc.subjectDoença crônicapt_BR
dc.subjectManejo da dorpt_BR
dc.titleAnálise clínica, epidemiológica e terapêutica dos pacientes com dor crônica em um serviço de neurologia no extremo Sul catarinense: estudo transversalpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
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