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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSalvaro, Giovana Ilka Jacinto-
dc.contributor.authorMartins, Luana Marcon-
dc.contributor.otherLima, Fernanda da Silva-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-18T21:47:32Z-
dc.date.available2026-06-18T21:47:32Z-
dc.date.created2026-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12811-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico.pt_BR
dc.description.abstractO presente estudo analisou de que forma desigualdades de gênero e de raça constituem as trajetórias profissionais de mulheres negras personal trainers, que atuam como trabalhadoras autônomas. Os objetivos específicos foram: apresentar eventos que tragam visibilidade à construção da formação em educação física, no contexto da graduação brasileira, em uma perspectiva de trabalho, de gênero e de raça; analisar as relações de trabalho, de gênero e raça nas trajetórias profissionais de mulheres negras personal trainers. Constitui-se como um estudo interdisciplinar, realizado em conformidade com os Objetivos 5 (Igualdade de Gênero) e 8 (Trabalho decente e crescimento econômico) de Desenvolvimento Sustentável, no contexto da Agenda 2030 Brasil, das Nações Unidas. O estudo foi de natureza qualitativa, com pesquisas bibliográfica, documental e de campo, por meio de entrevistas semiestruturadas. A análise foi orientada pela análise do discurso, de acordo com a perspectiva foucaultiana. Para analisar os marcadores de identidade das relações e dinâmicas de trabalho das participantes, mobilizamos as categorias de raça, de gênero e de classe, por uma perspectiva interseccional. A análise identificou que existem equívocos no uso do conceito de gênero na educação física no Brasil, bem como a associação da categoria à dimensão biológica, sem expressar possibilidades do debate ao mobilizá-la como categoria analítica das desigualdades entre mulheres e homens. A ausência de corpos negros durante a graduação em educação física é um dado importante. As participantes da pesquisa indicaram formas de como a graduação em educação física produz gênero, reproduz o racismo e o epistemicídio, A desigualdade racial resulta na ausência de corpos negros em ocupações das áreas da educação física. Sendo assim, a profissão personal trainer não é uma ocupação que mulheres negras atuem como maioria. O discurso neoliberal é reproduzido na graduação em educação física e recai de forma desigual sobre os corpos de mulheres negras trabalhadoras autônomas. Os resultados da pesquisa podem contribuir para reafirmar a importância das políticas de cotas que possibilitam o acesso ao ensino superior, bem como para novos estudos que permitam discussões sobre raça, gênero e classe no mundo do trabalho, mas, especialmente, nas áreas da educação física.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNegraspt_BR
dc.subjectTrabalho autônomo - Mulherespt_BR
dc.subjectCurso de Educação Física - Mulherespt_BR
dc.subjectInterseccionalidadept_BR
dc.subjectRelação de trabalhopt_BR
dc.titleTrajetórias de mulheres negras personal trainers nos mundos do trabalho: enfrentamento a desigualdades de gênero e de raça como trabalhadoras autônomaspt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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