Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://repositorio.unesc.net/handle/1/12789Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Fontana, Luiz Carlos Custódio | - |
| dc.contributor.author | Beltrame, Gustavo | - |
| dc.contributor.author | Feltrin, Igor Donadel | - |
| dc.coverage.spatial | Universidade do Extremo Sul Catarinense | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2026-06-16T23:37:42Z | - |
| dc.date.available | 2026-06-16T23:37:42Z | - |
| dc.date.created | 2023-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12789 | - |
| dc.description | Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina. | pt_BR |
| dc.description.abstract | Justificativa e Objetivos: A doença por coronavírus 2019, por possuir componentes inflamatórios sistêmicos, contribui com o desgaste muscular. A massa muscular adequada participa da recuperação do paciente. Logo, a mensuração da força muscular pode permitir estimar o prognóstico com base na perda muscular. Esse estudo tem como objetivo determinar a diferença na força muscular entre hospitalizados pós infecção por coronavírus 2019 atendidos em um centro de reabilitação cardiopulmonar. Métodos: Serão avaliados 157 pacientes entre 15-82 anos com diagnóstico de doença por coronavírus 2019, por meio de coleta de dados de prontuários. As variáveis mensuradas foram: idade; força muscular; índice de massa corporal; gênero; internação na unidade de terapia intensiva por doença por coronavírus 2019; intubação orotraqueal por doença por coronavírus 2019; prática de exercícios físicos e tabagismo. Resultados: A população de estudo é 58% feminina, com média de 48,41 anos, predominantemente com sobrepeso e com força muscular média de 57,38 libras. Não houve diferença estatisticamente significativa nas comparações entre força muscular com outras variáveis, como: internação na unidade de terapia intensiva e enfermaria; necessidade de intubação orotraqueal ou não; sedentários e ativos fisicamente e com índice da massa muscular acima do peso ou normais e abaixo do peso. Conclusões: Não houve diferença entre força muscular e as variáveis supracitadas. Os dados referentes aos hospitalizados com sedentarismo concordam com a literatura, quando avaliado força muscular e outros fatores de risco. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | Força muscular | pt_BR |
| dc.subject | Síndrome Pós-COVID-19 aguda | pt_BR |
| dc.subject | Polimiosite | pt_BR |
| dc.subject | Reabilitação | pt_BR |
| dc.subject | Hospitalização | pt_BR |
| dc.title | A força de preensão palmar em pacientes hospitalizados no pós infecção por coronavírus 2019 | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso - TCC | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | Trabalho de Conclusão de Curso (MED) | |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Restrição de acesso.pdf | TCC | 3,29 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.