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dc.contributor.advisorZugno, Alexandra Ioppi-
dc.contributor.authorCastro, Lucas Alves Magalhães de-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-06-04T00:33:42Z-
dc.date.available2026-06-04T00:33:42Z-
dc.date.created2025-
dc.identifier.citationCASTRO, Lucas Alves Magalhães de. Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos. 2025. Dissertação (Mestrado em Ciências da Saúde) - Universidade do Extremo Sul Catarinense, Criciúma, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12734-
dc.descriptionDissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.pt_BR
dc.description.abstractDurante a última década, com ênfase nos últimos 25 anos, muitos estudos epidemiológicos correlacionaram a deficiência de vitaminas como fator predisponente para diversas doenças neurocognitivas (como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno depressivo maior, esquizofrenia e outras). Evidências sugerem que a vitamina D desempenha um papel fundamental no neurodesenvolvimento, notandose tanto no período embrionário quanto ao longo da vida. Da mesma forma, as vitaminas do complexo B, principalmente B6, B9 e B12, desempenham um papel essencial no metabolismo celular, incluindo reações de transmetilação e oxidação/redução, ações fundamentais para o neurodesenvolvimento. Baixos níveis sanguíneos de vitaminas B são um achado relativamente consistente em pacientes com esquizofrenia. Desta forma, o presente estudo buscou trazer algumas respostas que possam melhorar a qualidade de vida deste grupo populacional, amplamente encontrado em vulnerabilidade social. Os resultados mostraram que não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para vitamina D e vitamina B12, contrariando parte da literatura que sugere sua relação com quadros psicóticos. Ambos os grupos apresentaram prevalência elevada de níveis subótimos de B12, indicando possível deficiência nutricional populacional. A vitamina B9 foi a única a apresentar diferença significativa, com níveis mais elevados no grupo esquizofrenia, achado contrário ao esperado. Hipóteses incluem suplementação nutricional, acompanhamento multiprofissional e efeitos do uso de antipsicóticos sobre o metabolismo do folato. Apesar disso, não foram identificadas correlações estatisticamente significativas entre os níveis vitamínicos e os escores de sintomas positivos ou negativos da PANSS. A análise geral sugere que, nesta amostra, o estado vitamínico não se relaciona de maneira linear ou direta com a gravidade sintomatológica da esquizofrenia. Contudo, as tendências observadas reforçam a importância do equilíbrio nutricional, especialmente da vitamina D e do folato, como possíveis moduladores secundários da neurobiologia da doença. As conclusões apontam que a esquizofrenia deve ser compreendida como uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais, imunológicos, sociais e nutricionais, reforçando a necessidade de abordagens integradas em saúde mental, considerando tanto intervenções nutricionais quanto determinantes sociais de saúde.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectEsquizofreniapt_BR
dc.subjectDeficiência de vitaminas - Efeito fisiológicopt_BR
dc.subjectDeficiência de vitamina Dpt_BR
dc.subjectDeficiência de vitamina B9pt_BR
dc.subjectDeficiência de vitamina B12pt_BR
dc.titleAvaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivospt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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