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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMeller, Fernanda de Oliveira-
dc.contributor.authorSouza, Rubia Furlanetto de-
dc.contributor.otherDallazen, Camila-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-05-15T23:06:08Z-
dc.date.available2026-05-15T23:06:08Z-
dc.date.created2025-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12508-
dc.descriptionDissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.pt_BR
dc.description.abstractIntrodução: As doenças crônicas não transmissíveis se tornaram uma das principais preocupações em saúde pública. No Brasil, a obesidade está entre os fatores que mais contribuem para o aumento dessas doenças, mais do que dobrou do ano de 2006 a 2023. Diante disso, a alimentação tem um papel importante na prevenção, ajudando a formar hábitos mais saudáveis e a reduzir os riscos para a saúde. Por isso, é essencial entender como está sendo oferecido o suporte nutricional à população. Objetivo: Avaliar o recebimento de orientação nutricional em adultos e idosos do município de Criciúma-SC. Métodos: Trata-se de um estudo realizado com dados de uma pesquisa maior intitulada Saúde da População Criciumense, desenvolvida no período de março a dezembro de 2019. Foram estudados adultos com 18 anos ou mais residentes na zona urbana da cidade de Criciúma-SC. As entrevistas foram conduzidas nos domicílios, por entrevistadores treinados, e foram coletadas informações sociodemográficas, comportamentais e de saúde dos indivíduos através de um questionário estruturado. Foram descritas todas as variáveis estudadas, através da apresentação das frequências absoluta (n) e relativa (%). O programa estatístico Stata versão 17.0 foi utilizado. Resultados: Um total de 820 indivíduos foram entrevistados, sendo a sua maioria do sexo feminino (63,8%), idosos (45,0%) e de cor de pele branca (82,5%). Apesar da alta prevalência de excesso de peso (63,4%), quase metade dos participantes percebia seu peso como normal (49,4%), e a maioria não buscava perder peso (74,4%), avaliando positivamente sua alimentação (73,7%) e saúde (49,6%). A maioria não recebeu orientação nutricional no último ano, mas quando ocorreu, a Unidade Básica de Saúde foi o principal local (37,2%), sendo o(a) nutricionista o(a) profissional predominante (59,9%). Conclusão: Esses resultados reforçam a necessidade de ampliar o acesso e a oferta de ações de educação alimentar e nutricional, especialmente no âmbito da atenção primária à saúde, visando promover hábitos alimentares saudáveis e prevenir doenças crônicas na população.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectSaúde do adulto - Aspectos nutricionaispt_BR
dc.subjectSaúde do idoso - Aspectos nutricionaispt_BR
dc.subjectPolítica nutricionalpt_BR
dc.subjectAssistência alimentarpt_BR
dc.subjectAtenção Primária à Saúdept_BR
dc.subjectPromoção da saúdept_BR
dc.subjectVigilância em saúde públicapt_BR
dc.titleAvaliação do recebimento de orientação nutricional e aspectos relacionados à nutrição em adultos e idosos do município de Criciúma – SCpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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