Use este identificador para citar ou linkar para este item:
http://repositorio.unesc.net/handle/1/12474| Título: | Utilização de biocarvões desmineralizados em briquetes autorredutores de minério de ferro |
| Autor(es): | Sebastião, Mariani Nazário |
| Orientador(es): | Junca, Eduardo |
| Palavras-chave: | Biocarvão Carvão vegetal Briquetes autorredutores Desmineralização ácida Minérios de ferro - Redução de resíduos |
| Descrição: | Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais como requisito parcial à obtenção do título de Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais. |
| Resumo: | O setor siderúrgico é um dos grandes geradores de CO2 devido à utilização de combustíveis fósseis. Desta forma, estudos devem ser feitos para encontrar alternativas para minimizar a geração de CO2 no setor. Biocarvões são materiais alternativos para substituir carvões minerais. Entretanto, a utilização de biocarvões apresenta desafios técnicos para aplicações no setor devido às suas características químicas e físicas diferentes dos combustíveis fósseis. A desmineralização pode ser uma alternativa para potencializar a utilização de biocarvões no setor siderúrgico, uma vez que biocarvões com menos cinzas podem ser um substituto para materiais convencionais à base de carbono e combustíveis. Assim, neste trabalho, avaliou-se a influência da desmineralização ácida com ácido clorídrico (HCl) e ácido sulfúrico (H₂SO₄) no comportamento térmico e cinético de carvões vegetais, considerando diferentes proporções ácido/carvão e uma amostra padrão sem tratamento (STD). As amostras foram caracterizadas por análises termogravimétricas (TG) e derivada termogravimétrica (DTG) em diferentes taxas de aquecimento 10, 15 e 20 ºC/min, além da aplicação do modelo cinético de Coats–Redfern em dois intervalos de temperatura. Os resultados indicaram que a desmineralização promoveu aumento da estabilidade térmica, evidenciado pelo deslocamento das etapas de perda de massa para temperaturas mais elevadas em relação à amostra STD. A análise cinética revelou valores de energia de ativação variando aproximadamente entre 30 e 43 kJ·mol⁻¹ no intervalo de 700–850 °C (ETP1) e entre 97 e 111 kJ·mol⁻¹ no intervalo de 850–1100 °C (ETP2), confirmando que o processo é predominantemente controlado por reação química no estado sólido. Observou-se ainda que o tratamento com HCl apresentou maior eficiência na remoção de minerais cataliticamente ativos quando comparado ao H₂SO₄. |
| Idioma: | Português (Brasil) |
| Tipo: | Dissertação |
| Data da publicação: | 2026 |
| URI: | http://repositorio.unesc.net/handle/1/12474 |
| Aparece nas coleções: | Dissertação (PPGCEM) |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| Mariani Nazário Sebastião.pdf | Dissertação | 3,61 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.