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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorRico, Eduardo Pacheco-
dc.contributor.authorCampolino, Monique da Silva-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-04-17T22:59:24Z-
dc.date.available2026-04-17T22:59:24Z-
dc.date.created2026-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12185-
dc.descriptionDissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.pt_BR
dc.description.abstractO transtorno por uso de álcool é um dos principais fatores de risco para morte e incapacidade pessoal, considerado um transtorno complexo e generalizado no qual as opções farmacoterapêuticas ainda são de eficácia limitada. Seu consumo excessivo é a terceira causa de comprometimento a saúde em todo o mundo, de acordo com a OMS (2018), afetando comportamento, funções cognitivas, nociceptiva, função hepática, e a microbiota intestinal, prejudicando a absorção de nutrientes através de alterações no equilíbrio da mucosa intestinal, favorecendo o crescimento das bactérias patógenas e inibindo o crescimento de outras. Já foram evidenciados estudos que demonstram a redução da recaída ao álcool após tratamento com probióticos. Os probióticos são microrganismos que, quando fornecidos em quantidade adequada ao hospedeiro, conferem benefícios à saúde. Portanto, o presente estudo teve como objetivo avaliar o uso de probióticos na modulação da microbiota intestinal e no comportamento frente ao consumo de álcool, incluindo neurotransmissão, defesa antioxidante e danos histológicos. Foram utilizados 48 animais divididos em 4 grupos, cada um com 12 ratos (Controle; Probiótico; Álcool; Álcool + Probiótico). Durante 5 semanas, os ratos tiveram acesso a dois frascos: um contendo água e outro com 20% de etanol (v/v em água consumida pelos animais). Do 35º ao 37º dia, os animais foram privados da exposição ad libitum de álcool e, após, quantificado o padrão de consumo através da sua reexposição. Para os grupos que receberam o tratamento com probiótico, uma dose por dia foi ofertada por gavagem, durante 8 dias, contendo no blend 6 × 10⁹ UFC/1ml de mistura de Lactobacillus plantarum, Bacillus coagulans, Lactobacillus rhamnosus e Saccharomyces boulardii. Dos resultados, embora o padrão de consumo e comportamento ansiogênico realizado através do teste de cruz elevado, não tenham sido alterados, tanto a exposição ao álcool quanto também o tratamento com probióticos, foram capazes de modular a neurotransmissão da dopamina, com uma concentração reduzida no grupo álcool + probióticos (G4) indicando uma regulação compensatória, como também os parâmetros de defesa antioxidante, no córtex e hipocampo, incluindo uma redução significativa da atividade da catalase e da glutationa redutase do grupo álcool + probiótico, indicando uma defesa antioxidante. As partes histológicas hepática e intestinal não apresentaram reversão completa das lesões, devido à grave agressão alcoólica. Os achados indicam que intervenções de curta duração não são suficientes para desfechos complexos, como os comportamentais, entretanto, a modulação no sistema nervoso central já havia sido iniciada, através da resposta antioxidante e da modulação dopaminérgica, ou seja, a suplementação probiótica exerce efeitos relevantes, mesmo na ausência imediata de mudanças comportamentais e histológicas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAlcoolismopt_BR
dc.subjectEixo intestino-cérebropt_BR
dc.subjectMicrobiotapt_BR
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de álcoolpt_BR
dc.titleEixo intestino-cérebro e o alcoolismo: modulação da microbiota em modelo de privação ao álcoolpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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