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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Francine Nazário da-
dc.contributor.authorSilva, Isabelly Gonçalves-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-04-17T19:58:38Z-
dc.date.available2026-04-17T19:58:38Z-
dc.date.created2025-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12172-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de licenciada no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho propõe uma reflexão sobre os atravessamentos entre identidade, raça, territorialidade e arte no processo formativo docente em Artes Visuais, compreendendo a escrita e a prática artística como espaços de resistência, reconhecimento e transformação. O problema parte da necessidade de investigar de que forma trabalhar nas aulas de Arte as questões raciais e a cultura popular nordestina desvinculada de conceitos estereotipados? O estudo tem como objetivo geral compreender como experiências formativas atravessadas por marcadores raciais e territoriais podem contribuir para uma docência mais crítica, sensível e comprometida com a diversidade cultural. Entre os objetivos específicos, busca-se analisar produções visuais e teóricas de artistas negros e nordestinos, refletir sobre práticas docentes vivenciadas no PIBID e nos estágios obrigatórios, e investigar a arte como campo de transformação social e afetiva. Nesse percurso, dialogam-se também com as linguagens poéticas e musicais de artistas como Rapadura Xique-Chico (2010), Emicida (2019) e Djonga (2020), que, por meio do rap e da oralidade, ampliam a compreensão da arte enquanto espaço de denúncia, pertencimento e afirmação identitária, contribuindo para o reconhecimento da cultura negra e nordestina como potência educativa. Insere-se na linha de pesquisa: Processos, Poéticas e Educação: criação, fazer e linguagens no campo das Artes Visuais. A metodologia adotada é a escrevivência, proposta por Conceição Evaristo (2011), que articula narrativa, memória e experiência como modos legítimos de produção de conhecimento, assumindo o corpo, a voz e o território como dimensões epistemológicas. A fundamentação teórica baseia-se em autoras e autores como Conceição Evaristo (2020), Nilma Lino Gomes (2003), Djamila Ribeiro (2019), Carla Akotirene (2018) e Pedro Ernesto Lima (2018), que contribuem para compreender a escrita e a docência como atos políticos e coletivos. As contribuições desta pesquisa permanecem em movimento e não se encerram nesta proposta, pois a trajetória formativa e humana segue em expansão, reafirmando que a docência é, acima de tudo, um ato de coragem, partilha e permanência.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectEducação antirracistapt_BR
dc.subjectFormação inicial docentept_BR
dc.subjectLicenciaturapt_BR
dc.subjectArtes visuaispt_BR
dc.subjectXenofobiapt_BR
dc.subjectIdentidade racialpt_BR
dc.titleFaça (p)arte em pensar a formação docente em arte: intersecções entre nordestinidade e ubuntu por meio da escrevivênciapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (ART Licenciatura)

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