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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorSilva, Francine Nazário da-
dc.contributor.authorCanto, Gabrielly dos Santos-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-04-16T00:15:25Z-
dc.date.available2026-04-16T00:15:25Z-
dc.date.created2024-12-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12162-
dc.descriptionTrabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de Artes Visuais da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.pt_BR
dc.description.abstractO presente trabalho traz a temática Arte Indígena em evidência sobre a perspectiva da Lei 11.645/2008, no qual traz a obrigatoriedade da utilização da cultura e arte indígena em sala de aula. Sendo assim, para realização da abordagem do problema foi utilizado através da metodologia em seu decorrer, pesquisa qualitativa, que há uma relação dinâmica entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito que não pode ser traduzido em números, é descritiva. Tem seguimento com pesquisa exploratória onde foram realizadas entrevistas com professores de Arte a saída de campo de estudos para visitar à Aldeia Indígena Tekoa Marangatu em Imaruí/SC. A pesquisa busca investigar “qual o papel das aulas de Arte na formação de uma linguagem visual crítica que desafie estereótipos através do uso de grafismos?” E tem por objetivo geral: compreender o papel das aulas de Arte na formação de uma linguagem visual crítica que desafie estereótipos através do uso de grafismos. Sendo assim, enquanto objetivos específicos: investigar referenciais teóricos e artísticos que contribuam nas práticas pedagógicas na escola, especialmente nas aulas de Arte, para a formação de uma percepção crítica dos alunos em relação aos estereótipos dos Povos Indígenas, evidenciando o grafismo enquanto linguagem; analisar a aplicação de grafismos de povos indígenas, destacando o uso de linhas e repetições, como uma forma de desenvolver a compreensão e valorização da comunicação não verbal; e, coletar dados com professores de Arte quanto ao desenvolvimento de uma linguagem visual por meio do uso de grafismos nas aulas. A pesquisa inicia pelos aspectos históricos e a formação dos estereótipos que violentam e violam direitos dos povos indígenas até os dias atuais. O surgimento da palavra “índio’’. Além de abordar a ancestralidade indígena, trazendo para a reflexão de grandes autores cujo nome: Lux Vidal, Lúcia Andrade, Berta Ribeiro, Martha Batista De Lima, Gilberto Freyre, Kaká Werá Jecupé, John Manuel Monteiro, Teresinha Silva De Oliveira. Professores e artistas indígenas como Daiara Tukano e Célia Xakriaba. na busca do reconhecimento das memórias e conhecimentos ancestrais, e os impactos do tempo com os estereótipos que foram implantados com a suposta colonização europeia. É retratado nesta pesquisa estudos sobre o que compõe a cultura, os rituais e as manifestações artísticas indígenas. Mas, principalmente, a manifestação artística como pintura corporal que é inserida na linguagem visual e não verbal chamada de grafismos indígenas. Trago em evidência e maior visibilidade, artistas indígenas tais como: Daiara Tukano, Célia Xakriaba e Kaká Werá. Se tratando um pouco de suas referências, falas e reflexões.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectArte indígenapt_BR
dc.subjectAncestralidadept_BR
dc.subjectCultura indígenapt_BR
dc.subjectGrafismopt_BR
dc.subjectLinguagem visualpt_BR
dc.subjectLinguagem não verbalpt_BR
dc.titleArte indígena: as reflexões sobre o grafismo nas escolas e na perspectiva da Lei 11.645/2008pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso - TCCpt_BR
Aparece nas coleções:Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (ART Licenciatura)

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