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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorMenezes, Carlyle Torres Bezerra de-
dc.contributor.authorCasagrande, Samira-
dc.contributor.otherFelippe, Maíra Longhinotti-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2026-03-12T19:45:30Z-
dc.date.available2026-03-12T19:45:30Z-
dc.date.created2022-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/12134-
dc.descriptionTese submetida ao Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais, como requisito parcial para a obtenção do grau de Doutora em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.description.abstractEsta tese trata sobre a forma como os jovens se relacionam com os espaços sociofísicos de uma Instituição de Ensino do município de Criciúma/SC, que oferece, além dos segmentos de Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais, a Educação Profissional. Portanto, a Educação Profissional constitui o objeto de estudo desta pesquisa. Para alcançar os objetivos propostos, delineou-se como objetivo geral da pesquisa analisar de que maneira o espaço sociofísico da escola se relaciona com as dimensões cognitiva, afetiva e comportamental da subjetividade dos estudantes. Dessa forma, foram estabelecidos os seguintes objetivos específicos: conhecer os valores que os estudantes expressam em relação ao ambiente escolar; verificar se os estudantes têm sentimento de pertencimento ao ambiente escolar; identificar a percepção dos estudantes do Curso Profissionalizante de uma Instituição de Ensino no município de Criciúma acerca do ambiente escolar. O percurso metodológico foi a pesquisa de campo com a realização de dois grupos focais com os Cursos Profissionalizantes de Mecânica Geral e Eletroeletrônica. Após a discussão do tema, os estudantes pesquisados, um por um, fotografaram um lugar que transmitia bem-estar e outro lugar pelo qual não tinham tanto apreço. Os resultados foram considerados por meio da análise de conteúdo, em que se criaram três temas a partir das categorias de análise: “Profissionalização: o canto da sereia”; “A formação da identidade de lugar de jovens aprendizes” e “O ambiente sensorial da escola: uma abordagem da ambiência escolar”. Conclui-se que os jovens pesquisados criaram uma relação pessoa-ambiente e mantêm apreço pela escola, preservando-a, cuidando-a e criando uma identidade de lugar. Porém, quando se trata dos lugares com os quais não apresentam tantas afinidades, argumentaram ficar irritados e tristes, demonstrando certo grau de estresse. Por outro lado, os jovens que participaram da pesquisa nutrem um sentimento de gratidão e reconhecimento por todas as possibilidades que a escola oferece, desde a alimentação até a entrada deles no mercado de trabalho. Reconhecem que a escola auxilia na entrada no mercado de trabalho e que, sem ela, talvez não tivessem chances de contribuir na renda familiar. Sim, gratidão e respeito é o que devemos ter e manter por qualquer humano e não humano, no entanto, esses jovens deveriam pensar que, enquanto não assumirem a maior idade, eles têm direito a uma escola de qualidade, com professores que possibilitem a formação de um trabalhador integral, que não somente cumpram ordens, mas que sejam capazes de pensar e propor alternativas de agendas.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPsicologia ambientalpt_BR
dc.subjectAmbiente escolarpt_BR
dc.subjectIdentidade de lugarpt_BR
dc.subjectEnsino profissionalpt_BR
dc.titleEscola como instância de socialização dos conhecimentos: um estudo sobre a relação da pessoa - ambiente em uma escola profissionalizante de Criciúma/SCpt_BR
dc.typeTesept_BR
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