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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCarvalho, Fernando-
dc.contributor.authorGonçalves, Daniéla da Silva-
dc.coverage.spatialUniversidade do Extremo Sul Catarinensept_BR
dc.date.accessioned2025-04-30T23:22:22Z-
dc.date.available2025-04-30T23:22:22Z-
dc.date.created2023-
dc.identifier.urihttp://repositorio.unesc.net/handle/1/11699-
dc.descriptionDissertação apresentada ao programa de Pós-Graduação em Ciências Ambiental da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, para obtenção de Título básico de Mestre em Ciências Ambientais.pt_BR
dc.description.abstractA interação social entre primatas não-humanos e humanos é antiga e a fragmentação de habitats, a busca por alimentos e o avanço das áreas urbanas sob os ambientes naturais, favorecem o aumento desta interação. Sapajus nigritus cucullatus é um primata de ocorrência na região sul da Mata Atlântica, possui alta flexibilidade comportamental e apresenta adaptabilidade a áreas antropizadas. A área de estudo localiza-se em uma Unidade de Conservação Municipal que protege um fragmento de Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas. A população de primatas estão presentes desde a criação da Unidade de Conservação, onde recebem suplementação alimentar provinda da gestão da Unidade e dos visitantes por mais de três décadas. Portanto, o objetivo deste estudo foi analisar as interações entre Sapajus nigritus cucullatus e humanos, desse modo, foi realizado o levantamento dos atributos demográficos, sociais e temporais de primatas não-humanos. Assim como também foi registrado de informações sobre os comportamentos sociais e agonísticos dos macacos-prego. Para a obtenção dos atributos demográficos, sociais e temporais o método utilizado foi Scan Sampling com registro instantâneo, onde as observações ocorriam a cada 10 minutos. Para os dados relacionados aos comportamentos agonísticos o método utilizado foi todas as ocorrências de um determinado comportamento. Foram registrados 147 indivíduos, o que resultou em densidade populacional de 1,31 ind./ha, estando organizados em seis grupos (Corcunda, Eletricista, Sem cauda, Nona, Calmo e Limpo). Apesar de todos os grupos apresentarem acesso a área de visitação, o bando do Corcunda é o dominante. Estes primatas demostraram passar mais tempo apresentando comportamento de exibição (no alto das árvores e no solo) do que os demais comportamentos do seu repertório. Contudo, o repertório comportamental não sofreu alteração com a variação no número de visitantes. Outro fator importante avaliado neste estudo, foi que interações sociais agonísticas apresentadas por macacos-prego (98 interações de agressões e roubos) não apresentaram relação com nenhum arquétipo do perfil do visitante. Contudo sabe-se que a presença humana modifica os comportamentos dos primatas, estes passam a buscar por alimentos de origem antrópica diminuindo o forrageio de alimentos naturais e saudáveis. Aumentando o número de interações humanas, podendo refletir na saúde de ambas as espécies. Por isso, uma forma de intervir neste processo de proximidade com humanos é a educação ambiental.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectRelação humano-animalpt_BR
dc.subjectMacaco-pregopt_BR
dc.subjectComportamento agonísticopt_BR
dc.subjectLevantamentos demográficospt_BR
dc.subjectLevantamentos sociaispt_BR
dc.subjectParque Ecológico Maracajápt_BR
dc.titleAspectos demográficos e interação entre Sapajus nigritus cucullatus (SPIX, 1923) e humanos em pequena unidade de conservação no sul de Santa Catarina - Brasilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
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