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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/960</link>
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    <pubDate>Wed, 15 Jul 2026 00:51:50 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-15T00:51:50Z</dc:date>
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      <title>Etnicidade e políticas públicas de turismo: o discurso de italianidade na gastronomia e culinária do município de Nova Veneza – SC 1991-2024</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12948</link>
      <description>Título: Etnicidade e políticas públicas de turismo: o discurso de italianidade na gastronomia e culinária do município de Nova Veneza – SC 1991-2024
Autor(es): Nascimento, Kleberson Rodrigo do
Resumo: O presente trabalho faz uma análise a respeito da culinária e gastronomia consideradas “típicas” do município de Nova Veneza (SC), entendendo-as como construções culturais que expressam valores, tradições e memórias coletivas. Parte-se da ideia de que o “típico” constitui um discurso de afirmação identitária, especialmente em contextos marcados pela imigração italiana no sul catarinense. Fundamentado em Hall (2014), Barth (2000), Montanari (2008), Bourdieu (1989) e Hobsbawm (2024), o estudo compreende as identidades culturais como produtos de processos históricos e discursivos em constante negociação, nos quais a gastronomia atua como mediadora entre memória e representação. Em Nova Veneza, o “típico” é construído pela seleção e legitimação de elementos alimentares transformados em símbolos identitários e patrimoniais. Mais do que receitas, envolve narrativas que hierarquizam práticas e reforçam pertencimentos, configurando fronteiras culturais e distinções simbólicas. A culinária local, frequentemente apresentada como herança da imigração italiana, constitui um campo de disputas simbólicas em que tradição e autenticidade são continuamente reinventadas para atender demandas identitárias e turísticas. Assim, o “típico” na gastronomia funciona simultaneamente como marcador cultural e mercadoria simbólica, articulando dimensões culturais, econômicas e políticas, e consolidando Nova Veneza como um território de italianidade reinventada.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico</description>
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      <title>Relatório técnico conclusivo: XI Conferência Municipal de Saúde, Criciúma/SC - 2026</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12947</link>
      <description>Título: Relatório técnico conclusivo: XI Conferência Municipal de Saúde, Criciúma/SC - 2026
Organizador(es): Zavadil, Júlio César; Silva Júnior, Danúbio Alves da; Jesus, Sandra Regina de; Oliveira, Andréa Goulart de; Salvador, Morgana; Pacheco, Sarita Felizardo Assis; Soratto, Jacks; Goulart, João Paulo</description>
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      <title>Entre grades e traumas: Comissão Nacional da Verdade e as violências de gênero nas prisões da ditadura militar brasileira</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12931</link>
      <description>Título: Entre grades e traumas: Comissão Nacional da Verdade e as violências de gênero nas prisões da ditadura militar brasileira
Autor(es): Rampinelli, Samira Ferreira
Resumo: Esta dissertação investiga os mecanismos de gênero mobilizados nas violências sexuais praticadas contra mulheres durante a ditadura civil-militar brasileira, buscando compreender de que maneira essas práticas atuaram como formas específicas de punição e correção no interior do aparato repressivo estatal. Parte-se do problema de pesquisa que questiona como o gênero operou na configuração dessas violências e quais os obstáculos à sua responsabilização, com ênfase no papel da Comissão Nacional da Verdade em seu reconhecimento como crimes de Estado. A pesquisa insere-se na linha de pesquisa Desenvolvimento e Gestão Social, ao analisar a violência de Estado, as disputas de memória e os desafios da justiça de transição a partir de uma perspectiva de gênero, direitos humanos e consolidação democrática. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa e interdisciplinar, articulando história, estudos de gênero, teoria crítica e sociologia política. O referencial teórico mobiliza contribuições de Michel Foucault, especialmente no que se refere às relações entre poder, discurso e biopolítica; Joan Scott e Judith Butler, na compreensão do gênero como categoria analítica e normativa; Elizabeth Jelin, na análise da memória como campo de disputas; além de Renan Quinalha e Edson Teles, no debate sobre justiça de transição, e Rita Segato, na interpretação da violência sexual como prática de poder. Metodologicamente, a análise baseia-se em fontes documentais, com destaque para os depoimentos reunidos no Capítulo 10 do relatório da Comissão Nacional da Verdade (2014) e em relatórios de comissões estaduais (Rio de Janeiro, Sergipe, Paraíba, Minas Gerais, Espírito Santo, Pernambuco e São Paulo), selecionados a partir da incidência de categorias como gênero e violência sexual. Os dados são examinados por meio da análise crítica do discurso, evidenciando os modos pelos quais tais violências foram produzidas, narradas e, frequentemente, silenciadas. Os resultados indicam que a violência sexual constituiu um dispositivo central da repressão, operando por meio de práticas como tortura sexual, nudez forçada, desqualificação moral e instrumentalização da maternidade. Tais mecanismos mobilizaram normas de gênero para disciplinar, punir e deslegitimar mulheres militantes, convertendo seus corpos em espaços de inscrição do poder. Além disso, observa-se que essas violências foram historicamente marginalizadas nos processos de memória e justiça de transição, refletindo uma hierarquização das violações de direitos humanos. Conclui-se que, embora as comissões da verdade tenham desempenhado papel relevante na visibilização dessas experiências, persistem limites significativos quanto à responsabilização dos perpetradores e à incorporação plena dos direitos humanos das mulheres. Ao evidenciar essas lacunas, a pesquisa contribui para o aprofundamento do debate sobre gênero, violência de Estado e memória, destacando a necessidade de uma justiça de transição sensível às desigualdades de gênero e comprometida com a consolidação democrática. Como contribuição, o estudo amplia a compreensão interdisciplinar das relações entre gênero, violência de Estado e memória, oferecendo subsídios para o debate sobre democracia, direitos humanos e desenvolvimento socioeconômico, em consonância com a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente no que se refere à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento de instituições justas, responsáveis e inclusivas.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Socioeconômico da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Desenvolvimento Socioeconômico</description>
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      <title>Relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes mellitus tipo 2</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12930</link>
      <description>Título: Relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes mellitus tipo 2
Autor(es): Pizoni, Daniela
Resumo: Introdução: A saúde mental tem recebido crescente reconhecimento como componente essencial do autocuidado e da qualidade de vida, especialmente diante de condições crônicas como o diabetes mellitus tipo 2. No Brasil, esse tipo de diabetes representa cerca de 95% dos casos, afetando milhões de pessoas e exigindo acompanhamento contínuo. Os transtornos mentais não podem ser compreendidos de forma isolada, pois estão profundamente relacionados aos determinantes sociais da saúde. Assim, compreender a interação entre esses determinantes e os desfechos em saúde mental em pessoas com diabetes mellitus tipo 2 é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de cuidado mais integrais e efetivas. Objetivo: Analisar a relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes tipo 2. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal derivado de um ensaio clínico randomizado realizado com pessoas diagnosticadas com diabetes mellitus tipo 2, atendidas em sete Unidades Básicas de Saúde de um município do Sul de Santa Catarina. Aplicaram-se, por meio de entrevistas presenciais, conduzidas por profissionais de saúde, questionários sociodemográficos e clínicos, as escalas Hamilton de depressão e ansiedade e o instrumento de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-BREF). Foram avaliados Determinantes Sociais de Saúde Mental distribuídos nos domínios demográfico, econômico, sociocultural e território e condições de vida. Os desfechos foram a presença de sintomas de ansiedade e depressão, categorizados a partir dos pontos de corte das escalas Hamilton. A associação entre variáveis foi verificada pelo teste qui-quadrado de Pearson e, posteriormente, por modelo de regressão logística hierárquico, para identificação dos fatores de risco independentes. As associações entre os determinantes sociais de saúde mental e os desfechos foram ajustadas para uso de insulina, uso de medicamentos para diabetes e presença de comorbidades. Resultados: Participaram do estudo 164 indivíduos, predominantemente do sexo feminino (70,1%) e com idade entre 60 e 64 anos (46,3%). Observou-se elevada prevalência de sofrimento psíquico, com 66,5% dos participantes apresentando sintomas depressivos e 72% sintomas de ansiedade. Na análise ajustada para variáveis clínicas, no domínio demográfico, o sexo feminino apresentou associação tanto com sintomas depressivos (OR: 3,51. IC95%) quanto ansiosos (OR: 4,62. IC95%). No domínio econômico, a insuficiência&#xD;
de recursos financeiros (OR: 7,42. IC95%) e a insatisfação com a capacidade para o trabalho (OR: 3,99. IC95%) mostraram-se associadas à presença de sintomas de depressão. Enquanto a percepção de insuficiência financeira também se associou à ansiedade (OR: 3,58. IC95%). No domínio sociocultural, a insatisfação consigo mesmo foi fortemente associada à ansiedade (OR: 6,34. IC95%). No domínio território e condições de vida, a baixa percepção de segurança na vida diária (OR:5,26. IC95%) associou-se de forma independente aos sintomas ansiosos. Entre as variáveis clínicas incluídas no modelo, o uso de insulina apresentou associação significativa com a presença de sintomas de ansiedade (OR:3,22. IC95%). Conclusão: Os achados indicam que sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com DM2 estão associados a determinantes sociais e subjetivos, incluindo sexo, percepção de insuficiência financeira, satisfação consigo mesmo, percepção de segurança na vida diária e uso de insulina. Esses achados evidenciam que a gestão do cuidado da pessoa com diabetes, especialmente na Atenção Primária à Saúde, deve incorporar a identificação sistemática de vulnerabilidades sociais e emocionais, para além do controle glicêmico e da intervenção medicamentosa. Recomenda-se que políticas públicas de saúde considerem os determinantes sociais de saúde mental no planejamento do cuidado às pessoas com diabetes tipo 2. Suporte emocional no cuidado com condições crônicas também é uma recomendação direta, tendo em vista os resultados encontrados neste estudo.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.</description>
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