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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/8006</link>
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    <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:22:32 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-11T16:22:32Z</dc:date>
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      <title>DSpace Coleção:</title>
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      <title>Gestão de materiais e medicamentos nas Estratégias de Saúde da Família</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/13068</link>
      <description>Título: Gestão de materiais e medicamentos nas Estratégias de Saúde da Família
Autor(es): Rissatti, Maria Eduarda Warmeling; Rocha, Renata
Resumo: O presente estudo tem como ponto principal a gestão de materiais e medicamentos nas Estratégias de Saúde da Família (ESF), tendo em vista, ser de fundamental importância para garantir um atendimento eficiente e de qualidade. A implementação de boas práticas de gestão, aliada ao treinamento de profissionais e a participação da comunidade, pode resultar em melhorias significativas na saúde da população. Objetivos: Verificar a compreensão dos enfermeiros das Estratégias de Saúde da Família sobre a gestão de materiais e medicamentos. Método: A pesquisa, de caráter qualitativo e exploratório, foi realizada com 18 enfermeiras das ESF’s de um município de Santa Catarina, por meio de entrevista semiestruturada, com perguntas semiabertas. Resultados: Os achados revelam que a gestão é uma atividade complexa, apresentando vulnerabilidades no sistema de controle de estoque, evidenciando diferenças entre as quantidades registradas e as realmente disponíveis. É perceptível que a comunicação com o almoxarifado é eficaz, mas a falta de transparência sobre custos limita o uso racional dos recursos. A ausência de um profissional exclusivo para farmácia compromete a eficiência do processo, sobrecarregando as enfermeiras que desempenham múltiplas funções. Também foi observado que a formação contínua dos profissionais é fundamental para aprimorar&#xD;
a gestão de insumos e minimizar perdas. Conclusão: Melhorias são recomendadas, incluindo padronização de processos, inventários regulares e capacitação em gestão de custos. Estas ações visam reduzir desperdícios, otimizar o uso de recursos e fortalecer a assistência prestada. Este estudo destaca a necessidade de políticas&#xD;
públicas que valorizem e apoiem a gestão de recursos pelas enfermeiras, essencial para a sustentabilidade e qualidade dos serviços de saúde pública.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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      <title>Caracterização das mulheres com distopia pélvica atendidas em um centro de saúde especializado do Sul de Santa Catarina</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/13067</link>
      <description>Título: Caracterização das mulheres com distopia pélvica atendidas em um centro de saúde especializado do Sul de Santa Catarina
Autor(es): Pizzoni, Bruna Soares; Viana, Francine Teixeira
Resumo: A distopia pélvica ou prolapso genital consiste no deslocamento de um órgão para fora de sua posição original, onde há projeção pelo hiato vaginal quando sintomático, devido ao enfraquecimento do assoalho pélvico. São considerados órgãos pélvicos que podem ser acometidos: o útero, vagina, intestino e bexiga urinária. Muitas mulheres sofrem com essa condição, e, pode levar a impactos em sua qualidade de vida. Sendo assim, buscou-se: Caracterizar as mulheres com distopia pélvica atendidas em um centro de saúde especializado. Trata-se de um estudo quantitativo, censitário, de campo, descritivo realizado em um Centro de Saúde Especializado do sul de SC. A coleta de dados se deu a partir da leitura dos prontuários e entrevista aplicada em mulheres diagnosticadas com distopias pélvicas. A análise foi realizada a partir de planilhas de Excel® e SPSS® e testes estatísticos comparativos entre variáveis. Os resultados foram descritos utilizando tabelas com média, desvio padrão, percentual e frequência absoluta. Ao final, foi obtida uma amostra de 15 mulheres diagnosticadas com diferentes tipos de prolapso de órgãos pélvicos, das quais aceitaram participar da pesquisa e assinaram o termo (TCLE). A maioria das mulheres possuem o diagnóstico de cistocele de forma isolada, mas, algumas apresentam retocele ou prolapso uterino concomitante. Em sua maioria, apresentaram mais de um fator de risco, sendo a faixa etária, a multiparidade, o parto vaginal, menopausa e o IMC elevado os mais importantes. Além disso, foi observado um impacto importante na percepção de saúde geral e no aspecto emocional das participantes, relacionados aos danos gerados pela distopia pélvica. Conclui-se que a enfermagem, observando os fatores de risco e avaliando a distopia e seu reflexo na vida diária dessas mulheres pode promover a assistência qualificada no que se refere a saúde física e mental das mesmas.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para a obtenção do título de bacharel em Enfermagem.</description>
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      <title>Cuidados de enfermagem à pessoas em cuidados paliativos em fase final de vida: Perspectivas dos enfermeiros na Atenção Primária à Saúde</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/13065</link>
      <description>Título: Cuidados de enfermagem à pessoas em cuidados paliativos em fase final de vida: Perspectivas dos enfermeiros na Atenção Primária à Saúde
Autor(es): Zanette, Yara Colle; Rosa, Vitória Regina da Silva da
Resumo: INTRODUÇÃO: A fase final da vida, especialmente diante de doenças crônicas e progressivas, exige cuidados que promovam dignidade, alívio da dor e qualidade de vida. Os cuidados paliativos oferecem uma abordagem integral e humanizada, atendendo às necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais. A enfermagem&#xD;
desempenha papel essencial nesse processo, atuando no cuidado contínuo e na orientação aos familiares. OBJETIVO: Identificar a percepção dos enfermeiros da Atenção Primária à Saúde (APS) sobre os cuidados paliativos na fase final da vida. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva, realizada com&#xD;
enfermeiros da APS no município de Criciúma–SC. A coleta de dados ocorreu remotamente, por meio de questionários eletrônicos semiestruturados. Os dados foram analisados segundo a técnica de Análise de Conteúdo proposta por Bardin.  RESULTADOS: A análise permitiu a construção de três categorias temáticas. A&#xD;
primeira, Cuidados de Enfermagem na fase final da vida na APS, evidenciou que os enfermeiros compreendem os cuidados paliativos como prática integral e centrada no alívio do sofrimento, destacando o manejo da dor, o cuidado domiciliar, a escuta ativa, o acolhimento emocional e a articulação em rede. A segunda categoria, Cartilha de orientação às famílias, revelou a necessidade de materiais educativos contendo&#xD;
orientações sobre controle de sintomas, higiene, alimentação, prevenção de lesões,  sinais de agravamento e cuidados básicos, reforçando o papel educativo da enfermagem no apoio à família e ao cuidador. A terceira categoria, Dificuldades dos enfermeiros e familiares no cuidado paliativo domiciliar, evidenciou desafios como&#xD;
falta de capacitação específica, ausência de protocolos estruturados, limitações de tempo, fragilidades na comunicação sobre finitude e resistência familiar em aceitar a terminalidade. CONCLUSÃO: O estudo identificou a percepção de enfermeiros da APS sobre os cuidados paliativos na fase final da vida, evidenciando que os profissionais reconhecem essa prática como fundamental para promover conforto, dignidade e apoio emocional aos pacientes e familiares. Os resultados demonstraram que os pressupostos da pesquisa foram atendidos e que todos os objetivos específicos foram alcançados, revelando compreensão dos enfermeiros sobre a efetividade do cuidado domiciliar, os principais desafios enfrentados e as demandas recorrentes das famílias. Também se constatou a relevância de estratégias educativas, especialmente a elaboração de uma cartilha, apontada como ferramenta capaz de qualificar o cuidado e orientar os familiares no manejo de sintomas e no suporte emocional. As dificuldades relatadas, como ausência de capacitação específica, falta de protocolos estruturados e limitações na articulação da rede, reforçam a necessidade de educação permanente e de diretrizes claras para o atendimento paliativo na APS. Conclui-se que fortalecer práticas e instrumentos&#xD;
assistenciais pode aprimorar a segurança, a autonomia e a continuidade do cuidado no domicílio.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para a obtenção do título de bacharel em Enfermagem.</description>
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      <title>Fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em pacientes de um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/13064</link>
      <description>Título: Fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em pacientes de um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina
Autor(es): Isé, Verônica Pirola
Resumo: As feridas crônicas representam um desafio crescente nos serviços de saúde devido à sua elevada prevalência e ao impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes. Conforme a literatura esses quadros clínicos principalmente acometem indivíduos idosos com comorbidades como diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e insuficiência vascular, além de serem agravados por fatores sociais como baixa renda e escolaridade. A cicatrização dessas lesões envolve um processo biológico complexo que pode ser interrompido por diversos fatores locais e sistêmicos, exigindo um cuidado de enfermagem qualificado e contínuo. Este trabalho teve como objetivo investigar os fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em membros inferiores de pacientes atendidos em um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina, para tanto, foi necessário identificar os principais tipos de feridas crônicas, verificar a presença de comorbidades, analisar fatores sociais e comportamentais que interferem no processo de cicatrização.&#xD;
Trata-se de uma pesquisa com abordagem quantitativa, exploratória, descritiva e de campo. A coleta de dados foi realizada em um ambulatório especializado, envolvendo pacientes com feridas crônicas em membros inferiores. Os dados foram submetidos à análise estatística com uso do software SPSS® e Excel. O estudo foi&#xD;
conduzido conforme as normas éticas da Resolução nº 466/2012 do CNS. A caracterização sociodemográfica da amostra evidenciou predomínio de pacientes idosos, com baixa escolaridade, renda familiar entre dois e três salários mínimos e prevalência do sexo masculino. As comorbidades mais frequentes foram hipertensão&#xD;
arterial sistêmica, diabetes mellitus e dislipidemia seguidas de obesidade, insuficiência venosa e depressão. A maior parte das lesões apresentaram etiologia vascular ou diabética. Observou-se também predominância das fases inflamatória e de granulação, indicando processos de reparo prolongados e frequentemente estagnados uma vez que a maturação seria a etapa desejada para essas lesões. Quanto aos hábitos de vida, verificou-se elevado índice de sedentarismo, ingestão frequente de açúcares e gorduras, ingestão proteica insuficiente e alto percentual de tabagismo. Desse modo, o estudo demonstrou que a cicatrização das feridas é prejudicada principalmente por comorbidades como diabetes e hipertensão, idade avançada, sedentarismo e alimentação inadequada. Esses fatores comprometem o metabolismo, a resposta inflamatória e a regeneração tecidual. Conclui-se que a cicatrização de feridas crônicas é um processo multifatorial, influenciado por fatores&#xD;
intrínsecos e extrínsecos, sendo esses relacionados às condições clínicas, estado nutricional, estilo de vida, adesão terapêutica e características locais da lesão. Nesse cenário, a enfermagem desempenha papel central, articulando cuidado técnico, educação em saúde, acolhimento emocional e práticas sistematizadas. Assim, reforça-se a importância de uma abordagem multidisciplinar e integrada, com intuito de favorecer uma melhor evolução da clínica, para assim reduzir complicações, e, portanto, promover uma assistência cada vez mais qualificada e humanizada aos pacientes com feridas crônicas.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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