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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/704</link>
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    <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 17:57:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-07T17:57:15Z</dc:date>
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      <title>Silêncios que falam: mulheres afro-indígenas e identidades invisibilizadas nas histórias de Vila Francesa – Criciúma</title>
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      <description>Título: Silêncios que falam: mulheres afro-indígenas e identidades invisibilizadas nas histórias de Vila Francesa – Criciúma
Autor(es): Minatto, Suiane de Oliveira David
Resumo: Este trabalho investiga as memórias e a atuação de mulheres afro-indígenas na história educacional de Criciúma, destacando a invisibilidade dessas populações na historiografia local. A pesquisa analisa como as narrativas oficiais marginalizam suas contribuições, favorecendo uma identidade marcada pelo embranquecimento e pela exaltação do legado europeu. O foco recai sobre a trajetória de Tomazia Cardoso de Oliveira, indígena e educadora, e de suas descendentes Custódia Cardoso Pereira, Marta e Janaina Vieira,&#xD;
integrantes de uma descendência de mulheres docentes que perpetuam a educação como resistência. A metodologia combina história oral e análise documental, inspirando-se em teóricos como Alessandro Portelli (1997) e Ecléa Bosi (1994) para abordar memória e resistência cultural. Michel de Certeau (1994) ilumina as práticas cotidianas como formas de resistência frente às imposições estruturais, enquanto Michael Pollak (1989) aprofunda o entendimento das memórias de grupos subalternizados em contextos de exclusão. Sueli&#xD;
Carneiro (2020) e Abdias do Nascimento (1978) embasam a análise do racismo estrutural e das políticas de embranquecimento. Stuart Hall (2003), Fanon (2008) e Cida Bento (2022) oferecem ferramentas críticas para discutir a construção identitária em contextos de exclusão. O artigo evidencia como essas mulheres desafiaram estruturas de poder que silenciaram suas histórias, construindo um legado que resiste à narrativa eurocêntrica. Revisitar essas memórias é crucial para desconstruir hierarquias raciais e promover uma historiografia inclusiva, que valorize as contribuições das populações racializadas na formação cultural e social de Criciúma.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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      <title>Fraturas coloniais nas imagens de Rosana Paulino: as filhas de Eva como parideiras de um paraíso brasileiro</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/11494</link>
      <description>Título: Fraturas coloniais nas imagens de Rosana Paulino: as filhas de Eva como parideiras de um paraíso brasileiro
Autor(es): Teixeira, Suelen de Biasi
Resumo: O presente artigo é construído em diálogo com a artista Rosana Paulino e sua série "As Filhas de Eva". Rosana é uma artista paulistana, contemporânea, brasileira, negra e periférica. Doutora em Artes Visuais e bacharel em gravura pelo ECA-USP (2011). Por meio de suas produções discute o projeto colonial brasileiro e o lugar que a mulher negra ocupa nesse tecido social. Sendo assim, proponho como problema de pesquisa investigar como é possível pensarmos o projeto colonial a partir das imagens as Filhas de Eva. Para dar conta da pesquisa, os objetivos traçados visam primeiramente contextualizar o saber de Rosana Paulino, em diálogo&#xD;
com a história e as artes. Costurando esse diálogo, busco pensar como As Filhas de Eva é atravessada pela ideia de feridas coloniais (Frantz Fanon, 1968), por meio de uma estética decolonial (Walter Mignolo, 2012) que Rosana imprime em seu fazer. A metodologia portanto se constrói pelas referências bibliográficas e sobretudo a análise de imagens. Assim, o presente artigo se divide em três seções. A primeira se contrói na tentativa de pensar a relação entre história, arte e imagem. Ostetto (2020) para pensar o saber-fazer de Rosana. A imagem, problematizada por Samain (2012) e pensada em suas montagens e (des) montagens por Georges&#xD;
Didi-Huberman (2008). Na segunda parte, visa-se pensar o projeto colonial atravessado pelas suas feridas impresso na estética decolonial de Rosana. Por fim, busco o diálogo com as Filhas de Eva. Rosana escancara sua crítica em torno da exploração e as relações de violência colonial. De maneira a curar as feridas manipula imagens coloniais remetendo-as ao período escravocata, criando uma epistemologia negra do projeto colonial brasileiro que ainda se constitui como colonialidade.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Licenciatura no curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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      <title>A trajetória de vida e luta de Chico Mendes: uma luta pela preservação da floresta amazônica e um habitar ecológico</title>
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      <description>Título: A trajetória de vida e luta de Chico Mendes: uma luta pela preservação da floresta amazônica e um habitar ecológico
Autor(es): Michels, Paulo Henrique Dal Pont
Resumo: Este artigo é o resultado de uma pesquisa de Trabalho de Conclusão do Curso de História da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Neste trabalho busco explicitar como os livros e artigos acadêmicos abordam a vida e luta de Chico Mendes. Também procuro analisar como se constituiu a luta dos seringueiros e dos povos indígenas que resultou na Aliança dos Povos da Floresta Amazônica. Na análise das fontes, manejo o conceito do “habitar colonial”, de Malcom Ferdinand, para diferenciar o modo de vida dos seringueiros e indígenas em relação ao modo de vida dos fazendeiros capitalistas. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica&#xD;
e documental, com abordagem decolonial. Dividi o artigo em três partes. No primeiro tópico, abordo a trajetória de Chico Mendes em livros biográficos. No segundo tópico, analiso a memória do sindicalista-ambientalista em estudos acadêmicos. No último tópico, procuro explicitar o processo de formação da Aliança dos Povos da Floresta.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso apresentado na forma de artigo como requisito parcial para a conclusão do Curso de Licenciatura em História, na Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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      <title>Principia: quando a música negra faz história no Residência Pedagógica</title>
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      <description>Título: Principia: quando a música negra faz história no Residência Pedagógica
Autor(es): Freitas, Maria Laura Ghislandi
Resumo: O trabalho propõe refletir sobre a importância de práticas antirracistas no ensino de história, a partir de uma experiência vivenciada no programa de residência pedagógica na Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, que, por ser interdisciplinar, envolveu os componentes curriculares de História e Arte. Tendo como foco a luta antirracista no ensino da história, será problematizado como o rap é uma ferramenta de resistência negra. Assim, esta experiência se inicia com a música “Principia”, do rapper Emicida, destacada por suas múltiplas camadas que discutem ancestralidade e a reexistência negra, frente a uma sociedade racista,&#xD;
como a brasileira. Dessa forma, abriremos um diálogo a partir da seguinte questão problema: como a música Principia, do rapper Emicida, contribui para a abordagem da resistência negra frente ao racismo estrutural no Brasil, no ensino da história? Assim, temos como objetivo geral: analisar uma experiência com o ensino de história no Residência Pedagógica a partir da música Principia, do rapper Emicida. E como objetivos específicos: contextualizar a minha trajetória no Residência Pedagógica; refletir sobre a importância da educação das relações ético raciais, da abordagem da Lei 11.645/08 e o compromisso com uma pedagogia antirracista; relatar a experiência dessa abordagem. Essa pesquisa se deu por meio de uma observação participante em uma sala de aula e levantamento bibliográfico. Entre os autores utilizados, podemos destacar: Silvio de Almeida (2019), Grada Kilomba (2020), Petronilha Beatriz Silva (2007), Nilma Lino Gomes (2019), Susan de Oliveira (2016) e bell hooks3 (1994). Dessa forma, podemos destacar a importância de Lei 11.645/08 como marco fundamental na luta contra o apagamento das culturas afro-brasileira e indígena, no Brasil, propondo uma reconfiguração do currículo escolar em direção a uma educação mais inclusiva e antirracista. Com isso, a educação antirracista e a arte, especialmente o rap, conectam-se na construção de uma consciência críticae na promoção da valorização da identidade negra.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso apresentado na forma de artigo como requisito parcial para a conclusão do Curso de Graduação em História, na Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</description>
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