<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/6170</link>
    <description />
    <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:15:31 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-09T10:15:31Z</dc:date>
    <image>
      <title>DSpace Coleção:</title>
      <url>http://repositorio.unesc.net:80/retrieve/c80a2e04-79fa-4c9a-a062-3b16d97cedec/IMG-20210903-WA0058.jpg</url>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/6170</link>
    </image>
    <item>
      <title>Associação entre o estado nutricional e sono em universitários</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/10961</link>
      <description>Título: Associação entre o estado nutricional e sono em universitários
Autor(es): Figueredo, Nicole; Menegatt, Thays Gabrielle Favero
Resumo: Objetivo: Avaliar a associação entre estado nutricional e sono de universitários do Extremo Sul Catarinense. Métodos: Foi desenvolvido um estudo analítico transversal com acadêmicos de uma universidade do extremo sul catarinense das seguintes áreas de conhecimento: sociais aplicadas; engenharias e tecnologias; saúde e humanidades. Para avaliar o sono, foi aplicado o Índice de Qualidade de Sono de Pittsburgh (PSQI). O índice de massa corporal foi avaliado através do peso e altura autorreferidos. Também foram coletadas as seguintes variáveis: sexo, idade, cor da pele, peso, altura, renda familiar, ocupação, área de estudo, fase, prática de exercícios físicos e consumo de alimentos ultraprocessados no dia anterior à resposta. Os dados foram coletados através do Google Forms e analisados no software IBM Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 23.0. Nas associações entre sono e estado nutricional foi utilizado o Qui-quadrado de Pearson com nível de significância de 5%, além da utilização da Regressão de Poisson com sua medida de efeito apresentando a razão de prevalência de 95%. Resultados: Foram estudados 1138 estudantes universitários, sendo a maioria do sexo feminino (72,3%) e com idade entre 18 e 26 anos (74,6%).  Observou-se que mais da metade dos universitários possuem duração de sono adequada (58,9%), porém qualidade de sono insatisfatória (56,5%). Quando autoavaliada a qualidade de sono, 27,6% dos estudantes classificam-na como ruim ou muito ruim. Em relação ao estado nutricional, 22,2% dos estudantes apresentam sobrepeso e 11,7% são obesos. Foi possível avaliar que os estudantes com excesso de peso (sobrepeso e obesidade) possuíam duração de sono inadequada (p=0,044) e qualidade de sono insatisfatória (p=0,004). Estudantes com excesso de peso tiveram prevalência 1,15 vezes maior de ter qualidade do sono insatisfatória quando comparados àqueles sem excesso de peso (IC95% 1,03;1,28). Conclusão: O excesso de peso está relacionado com a qualidade de sono insatisfatória dos universitários. Diante dos resultados obtidos e da relevância da qualidade de sono com o desemprenho diário e o estado nutricional, vê-se a carência de informação acerca do significado de qualidade de sono, quando a mesma é autorreferida pela população, e de implementação de práticas saudáveis na rotina universitária afim de uma melhora no estado nutricional e consequente melhora nos padrões de sono.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/10961</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Análise dos sintomas ansiosos e depressivos em pacientes epilépticos atendidos em ambulatórios de neurologia: um estudo transversal</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/10960</link>
      <description>Título: Análise dos sintomas ansiosos e depressivos em pacientes epilépticos atendidos em ambulatórios de neurologia: um estudo transversal
Autor(es): Santana, Dafne França; Moretti, Milena Martins
Resumo: Materiais e Métodos: Foram avaliados 50 pacientes com epilepsia, no serviço de neurologia da Policlínica Municipal (PAM) de Criciúma, no período de agosto de 2023 a fevereiro de 2024. Foram utilizados análise de prontuários para coleta de dados (nome, sexo, idade, comorbidades, uso de medicações de uso contínuo). Foram aplicados os Inventários de Depressão (BDI) e Ansiedade (BAI) de Beck para avaliar e quantificar os sintomas depressivos e ansiosos dos pacientes analisados durante a pesquisa. Ademais, foi coletado também as seguintes informações dos pacientes: idade com que manifestou os sintomas, medicações utilizadas no tratamento, interrupção do tratamento, patologias associadas, manifestação de sintomas de transtornos de humor e comportamento suicida. Resultados: O estudo observou uma média de idade de 18 a 77 anos, com média aproximada de 40 anos. O tempo vivido com diagnóstico foi de 13,48±14,46. Desses, 74% apresentou algum sintoma ansioso e/ou depressivo; 54% respondeu ter diagnóstico de algum transtorno de humor; 64% utilizam medicações para outras comorbidades, sendo 47% para ansiedade e 26,5% depressão. As mulheres tiveram prevalência de 2:1 nos sintomas ansiosos e depressivos, assim como, manifestaram sintomas mais graves que os homens; 31,3% dos pacientes com epilepsia apresentaram comportamento suicida; sendo 22% por tentativas violentas,10% por ingesta medicamentosa e 6% apenas ideação. Conclusão: A epilepsia é uma doença crônica, que se arrasta durante anos, causando prejuízos à saúde mental do paciente e aumento da morbi-mortalidade. Pacientes epilépticos tem maior predisposição a desenvolver transtornos ansiosos e &#xD;
depressivos durante os anos de convívio com a doença, além de apresentarem um risco elevado para comportamento suicida. Através de uma análise quali-quantitativa de alguns determinantes, o presente estudo, buscou compreender o perfil clínico-epidemiológico desses indivíduos, mensurar e categorizar os transtornos, e a influência diária na vida dos afetados.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/10960</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Efeito do extrato rico em canabidiol em modelo animal de acidente vascular cerebral isquêmico: um panorama entre a permeabilidade intestinal e o dano oxidativo pulmonar</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/10959</link>
      <description>Título: Efeito do extrato rico em canabidiol em modelo animal de acidente vascular cerebral isquêmico: um panorama entre a permeabilidade intestinal e o dano oxidativo pulmonar
Autor(es): Colonetti, Laura Neotti; Paz, Mariana Guardia
Resumo: Introdução: A relação eixo intestino-cérebro tem sido evidenciada na presença de permeabilidade intestinal e disbiose após o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi). Visto que o prognóstico do paciente é afetado em função de possíveis infecções como a pneumonia, faz-se necessário a busca de alvos terapêuticos para essa condição. O canabidiol (CBD) é um composto terapêutico não psicoativo que tem sido estudado por suas propriedades neuroprotetoras em doenças, incluindo o AVCi. Objetivo: Avaliar a ação de diferentes doses de &#xD;
extrato rico em CBD em ratos após indução de AVCi sobre a permeabilidade intestinal, imunossupressão e estresse oxidativo pulmonar. Materiais e Métodos: 90 ratos Wistar machos de 60 dias foram submetidos ao modelo animal de oclusão da artéria cerebral média (MCAO) ou sham (controle) e receberam tratamento com óleo rico em CBD nas doses de 15 ou 30mg/kg ou veículo (óleo de coco). Os grupos foram divididos em sham + óleo de coco, sham+ óleo de CBD (15mg/kg), sham + óleo de CBD (30mg/kg), MCAO + óleo de coco, MCAO + óleo de CBD (15mg/kg), MCAO + óleo de CBD (30mg/kg). Foram avaliados a permeabilidade intestinal, a contagem total de células, infiltrado de neutrófilos, nível de nitrito/nitrato assim como o estresse oxidativo pulmonar. Resultados: Nos resultados houve redução da contagem total de células comparada ao &#xD;
grupo MCAO sem tratamento, reversão do aumento da permebabilidade intestinal comparado ao grupo MCAO tratado apenas com veículo, diminuição na atividade de mieloperoxidase, concentração de nitrito e nitrato e peroxidação de lipídeos no tecido pulmonar reduzidas comparadas ao grupo MCAO com óleo de coco, resultados não significativos para carbonilação de proteínas e aumento da atividade da enzima catalase comparada ao grupo sham com óleo de coco. Conclusão: O tratamento com CBD demonstrou efeitos benéficos na redução de danos inflamatórios e oxidativos associados à MCAO, evidenciado pela melhoria nos parâmetros analisados, exceto para a carbonilação de proteínas, onde não houve diferença significativa. Os &#xD;
resultados sugerem que o CBD pode ser uma terapia promissora para mitigar as consequências de isquemia cerebral.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/10959</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Análise de fatores determinantes da diminuição da reserva ovariana em mulheres atendidas em uma clínica de fertilidade catarinense</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/10958</link>
      <description>Título: Análise de fatores determinantes da diminuição da reserva ovariana em mulheres atendidas em uma clínica de fertilidade catarinense
Autor(es): Oliveira, Isabela Corrêa de; Moretti, Leticia Machado; Coral, Juana Naspolini
Resumo: Objetivo: Foi avaliado o possível impacto de fatores como idade, endometriose, Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), cirurgias pélvicas, tabagismo e abortamento na redução da reserva ovariana. Essa análise foi conduzida por meio da dosagem do Hormônio Anti-Mülleriano (AMH). Métodos: Este trabalho caracterizou-se por um estudo analítico transversal. A coleta de dados foi realizada por meio da análise de prontuários de 214 mulheres que receberam atendimento em uma clínica de fertilidade localizada em Santa Catarina. As variáveis examinadas incluíram presença de endometriose, SOP, cirurgia pélvica prévia, tabagismo e abortamento. A avaliação do impacto desses fatores na fertilidade foi realizada por meio da dosagem do AMH.  Resultados: Foram avaliados 214 prontuários, que mostraram a faixa etária média das pacientes de 34,86 ± 4,52 anos. Menos de 2% das mulheres eram tabagistas, 6,1% apresentavam SOP, mais de 37% possuíam endometriose, a presença de abortamento foi de cerca de 25% e 37,9% já haviam realizado alguma cirurgia pélvica. Foi constatado que 43,5% apresentavam algum grau de infertilidade com base na dosagem do AMH. Além disso, foi observada uma correlação direta entre o aumento da idade e diminuição do AMH. Conclusão: Foi evidenciado que a principal variável que afeta diretamente a reserva ovariana é a idade, pois os demais fatores não afetaram diretamente a dosagem do AMH. Com isso, conclui-se que a questão da infertilidade não está unicamente associada à baixa reserva ovariana, mas também com fatores que podem influenciar, anatomicamente ou a nível endocrinológico, causando alterações, que podem levar a menor capacidade reprodutiva.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/10958</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>

