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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/6169</link>
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    <pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:03:44 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-03T19:03:44Z</dc:date>
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      <title>Avaliação da estimulação neurocognitiva na saúde mental de idosos participantes de grupos de convívio na cidade de Criciúma</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12924</link>
      <description>Título: Avaliação da estimulação neurocognitiva na saúde mental de idosos participantes de grupos de convívio na cidade de Criciúma
Autor(es): Braz, Rafael Ibraim; Fermo, Arthur Rossi
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos da estimulação neurocognitiva sobre a saúde mental em grupos de idosos da cidade de Criciúma, mediante a comparação dos sintomas depressivos e ansiosos, bem como variáveis de saúde geral, antes e depois da intervenção. Foi realizado um ensaio clínico com 53 idosos participantes de grupos de convivência da Associação Feminina de Assistência Social de Criciúma (AFASC), situados em dois bairros. Os pacientes foram submetidos a uma entrevista inicial com questionário sobre dados sociais, demográficos, econômicos e de saúde. Foram aplicadas a Escala de Depressão Geriátrica 15 (GDS-15) e a Escala para Transtorno de Ansiedade Generalizada (GAD-7). Após nove semanas de intervenção, todos foram reavaliados. Nenhum fator foi associado significativamente à melhora dos sintomas depressivos. Entretanto, os participantes que apontaram a saúde como maior problema tiveram 116% mais chances de melhorar sintomas ansiosos do que os que não relataram problemas. Quanto à frequência, os idosos que participaram de mais de seis reuniões tiveram um aumento de 76% na probabilidade de melhora dos sintomas ansiosos, em comparação com aqueles que participaram de seis ou menos. Conclui-se que, após o estímulo neurocognitivo, aqueles que realizaram maior frequência reduziram significativamente os sintomas de ansiedade.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
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      <title>Prevalência de sintomas depressivos e sua associação com a deficiência de vitamina B12 em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 atendidos em uma clínica escola no Sul do estado de Santa Catarina</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12923</link>
      <description>Título: Prevalência de sintomas depressivos e sua associação com a deficiência de vitamina B12 em indivíduos com diabetes mellitus tipo 2 atendidos em uma clínica escola no Sul do estado de Santa Catarina
Autor(es): Longuinho, Pedro Henrique Nazário; Mendes, Vinícius Joaquim
Resumo: Introdução: O Diabetes Mellitus tipo 2 pode reduzir os níveis séricos de vitamina B12 devido à sua fisiopatologia e ao tratamento utilizado, o que pode comprometer a formação de neurotransmissores e causar sintomas depressivos. Objetivo: Identificar possível relação entre deficiência de vitamina B12 e sintomas depressivos em indivíduos com Diabetes Mellitus tipo 2 atendidos em uma clínica escola no sul de Santa Catarina. Métodos: Foram entrevistados 25 pacientes diagnosticados com Diabetes Mellitus tipo 2, maiores de 18 anos, em acompanhamento médico em uma clínica escola no sul do estado de Santa Catarina, Brasil. Utilizou-se a versão em português do Patient Health Questionnaire-9 (PHQ-9) para avaliar sintomas depressivos. Também foram coletados dados pessoais, dados de estilo de vida, medidas antropométricas, exames laboratoriais, medicamentos em uso e dados clínicos sobre diabetes. Resultados: A deficiência de vitamina B12 estava presente em 68% dos participantes embora 64% consumam alimentos ricos em vitamina B12 4 vezes ou mais na semana. Além disso, 88% dos pacientes fazem uso regular de Metformina, fármaco cujo efeito adverso é interferir na absorção e metabolização dessa vitamina. Sintomas depressivos foram relatados por 64% nas duas semanas anteriores a entrevista. Conclusão: Pacientes com diabetes tipo 2 apresentaram sintomas frequentes de depressão e alta prevalência de deficiência de vitamina B12. Os achados ressaltam a necessidade de um cuidado integral, que envolva não só o controle glicêmico, mas também a saúde mental e nutricional.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
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      <title>Análise dos esquemas de tratamento da infecção por Helicobacter pylori utilizados em uma clínica de gastroenterologia do Sul catarinense</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12922</link>
      <description>Título: Análise dos esquemas de tratamento da infecção por Helicobacter pylori utilizados em uma clínica de gastroenterologia do Sul catarinense
Autor(es): Bresciani, Letícia Schmitt; Nascimento, Sarah Suany de Souza
Resumo: Contexto: A infecção por Helicobacter pylori tem uma elevada prevalência ao redor do globo. Isso, associado a características particulares de cada paciente, vêm contribuindo para o aumento da resistência ao tratamento dessa infecção. Objetivo: O propósito do presente estudo foi investigar a eficácia dos diferentes esquemas de tratamento utilizados para a erradicação da infecção por H. pylori. Métodos: O presente estudo foi conduzido como observacional analítico transversal no período de agosto de 2024 a março de 2025. Nele foram avaliados 200 indivíduos diagnosticados com a infecção por H. pylori, submetidos ao controle de cura do tratamento por meio de endoscopia digestiva alta, e ambas as situações (diagnóstico e controle de cura) foram avaliadas pelo método histológico, por meio de biópsia gástrica. Ao analisar o resultado dessas biópsias, foi identificada a porcentagem de pacientes que obtiveram cura e resistência. Resultados: Em uma amostra de 200 indivíduos, 74% obtiveram sucesso na erradicação da Helicobacter pylori, enquanto outros 26% não, conforme evidenciado na biópsia gástrica. Ao analisar a associação entre a eficácia do tratamento e as características sociodemográficas ou relacionadas ao tratamento empregado, foi demonstrado que 75% dos pacientes que não obtiveram sucesso na erradicação eram do sexo feminino, e que a terapia tripla padrão obteve as melhores taxas de erradicação (49,3%), enquanto a taxa de erradicação com amoxicilina, levofloxacino e IBP foi de apenas 13,5%. Além disso, ao se analisar o resultado da biópsia gástrica, foi evidenciado que  23% dos pacientes que apresentaram erradicação apresentavam gastrite crônica discreta.&#xD;
Conclusão:Pacientes do sexo feminino, tratados com terapia tripla padrão ou acometidos com gastrite crônica discreta obtiveram as piores taxas de erradicação, o que reforça a importância de se considerar fatores individuais para escolha do tratamento. Além disso, o conhecimento da resistência bacteriana local garante a racionalidade no uso de antibióticos e direcionamento do esquema terapêutico mais adequado. Ao auxiliar diretamente nesse norte, este adquire utilidade na prática clínica, a fim de promover melhores desfechos clínicos.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
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      <title>Efeitos do canabidiol no comportamento e sistema colinérgico de ratos submetidos a um modelo da doença da urina do xarope de bordo</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12921</link>
      <description>Título: Efeitos do canabidiol no comportamento e sistema colinérgico de ratos submetidos a um modelo da doença da urina do xarope de bordo
Autor(es): Pio, João Matheus; Rodrigues, Bryce Stephanie Serafim
Resumo: A Doença da Urina de Xarope de Bordo (DXB) é um erro inato do metabolismo caracterizado pelo acúmulo de metabólitos neurotóxicos que afetam regiões cerebrais, em particular, do hipocampo, levando a prejuízos na plasticidade sináptica, memória e aprendizagem. Visto que pacientes acometidos pela DXB apresentam esses prejuízos e que a principal forma de tratamento se baseia em uma dieta restritiva de aminoácidos de cadeia ramificada (AACR), novas estratégias terapêuticas são importantes para tentar melhorar esses parâmetros alterados na doença. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos do canabidiol (CBD) sobre comportamento e sistema colinérgico de ratos submetidos a um modelo experimental da DXB induzido com altos níveis de AACR. Foram utilizados 60 ratos Wistar neonatos machos, divididos em seis grupos (n = 10). O modelo da DXB foi induzido pela administração subcutânea de um pool de AACR, enquanto os grupos controle receberam salina. Os tratamentos com CBD (3,5 mg/kg ou 7,5 mg/kg) ou veículo foram realizados por gavagem. Após o período de indução do modelo experimental, foram realizados testes comportamentais de campo aberto e reconhecimento de objetos. Posteriormente, o hipocampo foi retirado para a realização das análises da atividade enzimática da colina acetiltransferase (ChAT) e acetilcolinesterase (AChE) no hipocampo. O tratamento com CBD 3,5 mg/kg preservou a memória de curto e longo prazo em animais controle e atenuou déficits de memória de curto prazo no grupo AACR. No sistema colinérgico, essa dose restaurou parcialmente a atividade da ChAT. Em contrapartida, a dose de 7,5 mg/kg não promoveu melhora significativa e esteve associada ao aumento da AChE, mesmo em animais saudáveis. Conclui-se que o CBD exerce efeitos neurobiológicos bifásicos e dose-dependentes. A dose moderada apresenta potencial terapêutico ao modular parâmetros cognitivos e colinérgicos alterados pela DXB, sugerindo possível utilidade como agente neuroprotetor em distúrbios metabólicos.
Descrição: Artigo submetido ao Curso de Medicina da UNESC como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Medicina.</description>
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