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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1210</link>
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    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:08:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T13:08:15Z</dc:date>
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      <title>Avaliação do metabolismo energético cerebral em ratos submetidos a administração de Femproporex e estabilizadores de humor</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12091</link>
      <description>Título: Avaliação do metabolismo energético cerebral em ratos submetidos a administração de Femproporex e estabilizadores de humor
Autor(es): Rezin, Gislaine Tezza
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Doutora em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Efeito do tratamento com antioxidante sobre as alterações comportamentais e neuroquímicas observadas em um modelo animal de diabetes</title>
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      <description>Título: Efeito do tratamento com antioxidante sobre as alterações comportamentais e neuroquímicas observadas em um modelo animal de diabetes
Autor(es): Santos, Maria Augusta Bernardini dos
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para obtenção do título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Avaliação do sistema glinfático e parâmetros oxidativos em um modelo animal de autismo</title>
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      <description>Título: Avaliação do sistema glinfático e parâmetros oxidativos em um modelo animal de autismo
Autor(es): Araújo, Simone Lespinasse
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um grupo heterogêneo de transtornos do neurodesenvolvimento que apresentam déficits sociais e de comunicação, comportamentos repetitivos, interesses restritos e processamento sensorial anormal. Até 80% das crianças autistas têm pelo menos uma comorbidade médica, sendo os problemas de sono uma queixa comum e que pode afetar o neurodesenvolvimento pós-natal pois, durante o sono ocorre a eliminação dos resíduos metabólicos tóxicos pelo sistema glinfático, uma via de transporte de fluidos presente no cérebro identificada há cerca de 10 anos. Assim, o objetivo do presente&#xD;
estudo foi investigar a relação entre sistema glinfático e o TEA em um modelo animal VPA exposto. Para tanto, a indução do modelo animal foi realizada com a administração de 600 mg/Kg de ácido valpróico (VPA) no 12 º dia pré-natal e para validá-lo foram realizados testes de busca pelo ninho no dia pós-natal (DPN) 10, a geotaxia negativa no DPN 15, abrir dos olhos no DPN 12-16 e a medida do peso nos DPNs 9, 17, 25 e 30-39. Os animais foram divididos em dois protocolos, o primeiro identificou o tempo para disfunção do sistema&#xD;
glinfático e o segundo investigou os parâmetros de estresse oxidativo e os efeitos do tratamento com aripiprazol (ARIP). Os resultados do protocolo 1 evidenciaram que os animais do modelo precisaram de mais tempo para encontrar o ninho materno, para girar sobre o próprio eixo e para abrir os olhos. Além disso, foi encontrada uma disfunção significativa no sistema glinfático dos animais expostos ao VPA após a infusão do corante Azul de Evans (EBA) na cisterna magna. Já no protocolo 2, foi verificado que a exposição pré-natal ao VPA aumenta a oxidação de diacetado de 2’, 7’ - diclorofluoresceína (DCFH-DA) na amígdala e cerebelo, diminui o conteúdo de sulfidrilas (SH) na amígdala e diminui a atividade das enzimas superóxido dismutase e catalase no cerebelo. O tratamento com ARIP associado ao modelo animal de TEA por VPA prejudicou o ganho de peso dos animais, no entanto o ARIP melhorou os parâmetros de dano oxidativo (DCFH-DA e SH) na amígdala e cerebelo, além de aumentar a atividade da SOD neste último. Portanto, foi possível concluir&#xD;
que o modelo animal de TEA induzido por VPA prejudica o neurodesenvolvimento e o sistema glinfático e induz estresse oxidativo na amígdala e cerebelo dos animais. No entanto, o tratamento com ARIP parece ser capaz de reverter algumas alterações bioquímicas causadas pelo VPA.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do&#xD;
título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Efeito da associação do uso de vitamina D na gestação e do ômega 3 na prole em um modelo experimental de Transtorno do Espectro Autista</title>
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      <description>Título: Efeito da associação do uso de vitamina D na gestação e do ômega 3 na prole em um modelo experimental de Transtorno do Espectro Autista
Autor(es): Souza, Maria Carolina Marciano de
Resumo: O transtorno do espectro autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento caracterizado por prejuízos na interação social, comunicação verbal e não verbal, além de comportamentos restritos, repetitivos e estereotipados. Estudos sugerem que a deficiência de vitamina D (Vit.) durante a gestação e lactação pode estar associada ao risco aumentado de TEA. Além disso, a suplementação com ômega-3 tem sido relacionada à melhora de aspectos comportamentais e cognitivos nesses indivíduos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar os efeitos da suplementação com Vit.D durante a gestação e do ômega-3 (ω−3) no período pós-natal em um modelo experimental de TEA induzido por ácido valpróico (VPA). Após a confirmação da gravidez (presença de espermatozoides na vagina), as ratas prenhes receberam gelatina suplementada com Vit.D (500 UI/dia) ou gelatina controle, do dia gestacional (DG) 1 ao 21. No DG 12,5, as fêmeas de cada grupo foram subdivididas e receberam, por via intraperitoneal, uma dose única de VPA (600 mg/kg) ou solução salina (SAL). Após o nascimento, os filhotes foram alocados em subgrupos que receberam tratamento com ω−3, por gavagem, do dia pós-natal (DPN) 14 ao 34. O delineamento experimental resultou em oito grupos: 1) SAL + Gelatina (gest.) + Óleo (pós-gest.); 2) SAL + Gelatina + ω−3 (pós-gest.); 3) SAL + Vit. D (gest.) + Óleo (pós-gest.); 4) SAL + Vit. D (gest.) + ω−3 (pós-gest.); 5) VPA + Gelatina (gest.) + Óleo (pós-gest.); 6) VPA + Gelatina (gest.) + ω−3 (pós-gest.); 7) VPA + Vit. D (gest.) + Óleo (pós-gest.); 8) VPA + Vit. D (gest.) + ω−3 (pós-gest.). As proles foram pesadas no DPN 9 e entre os DPN 14 e 34, e submetidas aos testes comportamentais de busca pelo ninho (DPN 10), geotaxia negativa (DPN 14), campo aberto e teste das três câmaras (ambos no DPN 35). No DPN 21, as proles foram desmamadas e as matrizes eutanasiadas. Após os testes comportamentais, os filhotes também foram eutanasiados. O sangue foi coletado, e os encéfalos foram dissecados em cerebelo e córtex posterior para análise bioquímica dos seguintes parâmetros: estresse oxidativo (oxidação de DCFH-DA, conteúdo de sulfidrilas, atividades das enzimas superóxido dismutase e catalase); níveis de TNF no soro e córtex posterior, e neurotrofinas (BDNF e NGF) no córtex posterior. Os resultados mostraram que a exposição ao VPA durante a gestação não resultou em atrasos no neurodesenvolvimento (maior tempo para encontrar o ninho e realizar a tarefa de geotaxia negativa), déficits sociais e redução do comportamento exploratório. Além disso, o VPA reduziu os níveis séricos de 25(OH)D nas matrizes, induziu dano oxidativo e alterou a atividade de enzimas antioxidantes no córtex posterior e cerebelo. A suplementação com vitamina D, isoladamente ou combinada ao ω−3, foi capaz de atenuar esses efeitos, promovendo aumento nos níveis séricos de 25(OH)D, melhora no neurodesenvolvimento, na sociabilidade, na atividade exploratória, na redução do dano oxidativo e na regulação das enzimas antioxidantes. Conclui-se que a suplementação com vitamina D atenuou de modo significativo os efeitos deletérios do VPA, embora não tenha revertido completamente o fenótipo autista. A associação entre vitamina D na gestação e ω−3 no período pós-natal não potencializa os efeitos na prevenção de danos associados ao TEA em modelo experimental.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para a obtenção do título de Doutora em Ciências da Saúde.</description>
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