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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1210</link>
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    <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 17:36:50 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-22T17:36:50Z</dc:date>
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      <title>Proposta de um novo protocolo de exercícios fonoaudiológicos na reabilitação da deglutição em idosos institucionalizados</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12178</link>
      <description>Título: Proposta de um novo protocolo de exercícios fonoaudiológicos na reabilitação da deglutição em idosos institucionalizados
Autor(es): Capelari, Suelen
Resumo: O envelhecimento é um processo natural, dinâmico e progressivo que representa um aumento da fragilidade ocasionado pelas modificações fisiológicas, bioquímicas, morfológicas e psicológicas que culminam em uma perda gradativa da capacidade de adaptação ao ambiente e aumento de dependência. À medida que se envelhece, a capacidade de deglutir de forma segura passa por modificações fisiológicas e anatômicas que podem beneficiar o risco de uma deglutição descoordenada, gerando complicações como má nutrição e desidratação, além de ser um dos principais fatores causadores de pneumonias em idosos. Estas alterações anatômicas ou do processo fisiológico da deglutição se caracterizam como disfagia, também chamada de presbifagia quando se refere a idosos. Diante do crescente aumento na expectativa de vida da população mundial se faz necessário um olhar cuidadoso sobre a saúde do idoso, principalmente aqueles institucionalizados. Portanto, o objetivo do estudo foi avaliar o efeito de um protocolo de exercícios fonoaudiológicos na reabilitação da deglutição em idosos institucionalizados. Foram recrutados idosos (idade ≥ 60 anos) de instituições de longa permanência (ILP) filantrópicas da cidade de Criciúma e Cocal do Sul (SC), que aceitaram participar do estudo. O número de idosos que aceitaram a participar do estudo e estavam dentro dos critérios de inclusão, foram 78 idosos institucionalizados. Ao aceitarem participar do estudo, os idosos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido. A partir de então, os idosos passaram pela primeira avaliação que envolveu a realização de uma entrevista e avaliação clínica em que o pesquisador aplicou o questionário sóciodemográfico e de saúde elaborado pela pesquisadora, o questionário EAT-10, o Mini exame do estado mental (MEEM), a escala de depressão, a escala de ansiedade, a avaliação das atividade básicas de vida diária, além da avaliação clínica da deglutição. Depois de 12 semanas sem intervenção, os indivíduos foram avaliados quanto a deglutição para analisar se a mesma seria alterada com o tempo. Em uma terceira etapa, os idosos foram submetidos a uma série de exercícios fonaudiaológicos durante 8 semanas, 3 vezes por semana. Depois disso, em uma quarta etapa foram aplicados os testes e questionários novamente. Os resultados do presente estudo mostra que a população de idosos institucionalizados, teve predomínio do sexo feminino, 56,3%, uma idade média de 76 anos, e estes indivíduos eram predominantemente solteiros e viúvos (32,4% e 35,2%). A escolaridade média foi primário incompleto, 36,6%. Foi observado que nesta população, 91,5% dos indivíduos, faz uso de algum tipo de medicamento e que 52% dos indivíduos são hipertensos. Esta população mostrou-se, na sua maioria (66,7%), com algum grau de dependência funcional. Também foi observado que 52,9% dos indivíduos apresentaram sintomas depressivos e 25,4%, sintomas de ansiedade. Além disso, 94,3% dos indivíduos apresentaram algum declínio cognitivo. Finalmente, a prevalência da disfagia dos idosos ou presbifagia, neste estudo, foi de 50% na primeira avaliação (etapa 1) e 62,3% na segunda avaliação (etapa 2), indicando pequeno aumento com o passar do tempo. Após a etapa 1 e etapa 2, foram aplicadas 8 semanas de intervenção. Pode-se observar que não houve melhora em todos os parâmetros analisados, contudo, a prevalência de disfagia, de 62,3% passou para 53,8%, representando certa estabilidade. Apesar de não apresentar diferença significativa, isso mostra um importante efeito da intervenção fonoaudiológica. Além disso, a mobilidade facial manteve-se preservada, assim como o loudness (volume vocal) basal, pitch (intensidade vocal) neutro e o refluxo esofágico. Mas não foi observado melhora no tempo máximo de fonação. Neste estudo também foi avaliado os fatores de risco para a disfagia. Foi observado que para um ponto a mais na escala do MEEM, há uma redução de 5% na probabilidade de disfagia após a intervenção. Além disso, para um ponto a mais na escala EAT-10, há um aumento de 3% no risco de disfagia após a intervenção. Portanto, conclui-se que os exercícios estagnaram o avançar da disfagia e os principais fatores de risco para disfagia envolvem o declínio cognitivo e a pontuação na escala EAT-10 é indicador de risco para disfagia. Além disso, os resultados deste trabalho permitiram elaborar um protocolo de triagem, a ser aplicados pelas ILPIs para idosos, que visa a prevenção e o diagnóstico precoce da disfagia.
Descrição: Tese de Doutorado apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Avaliação do metabolismo energético cerebral em ratos submetidos a administração de Femproporex e estabilizadores de humor</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12091</link>
      <description>Título: Avaliação do metabolismo energético cerebral em ratos submetidos a administração de Femproporex e estabilizadores de humor
Autor(es): Rezin, Gislaine Tezza
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Doutora em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Efeito do tratamento com antioxidante sobre as alterações comportamentais e neuroquímicas observadas em um modelo animal de diabetes</title>
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      <description>Título: Efeito do tratamento com antioxidante sobre as alterações comportamentais e neuroquímicas observadas em um modelo animal de diabetes
Autor(es): Santos, Maria Augusta Bernardini dos
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para obtenção do título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Avaliação do sistema glinfático e parâmetros oxidativos em um modelo animal de autismo</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/11961</link>
      <description>Título: Avaliação do sistema glinfático e parâmetros oxidativos em um modelo animal de autismo
Autor(es): Araújo, Simone Lespinasse
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um grupo heterogêneo de transtornos do neurodesenvolvimento que apresentam déficits sociais e de comunicação, comportamentos repetitivos, interesses restritos e processamento sensorial anormal. Até 80% das crianças autistas têm pelo menos uma comorbidade médica, sendo os problemas de sono uma queixa comum e que pode afetar o neurodesenvolvimento pós-natal pois, durante o sono ocorre a eliminação dos resíduos metabólicos tóxicos pelo sistema glinfático, uma via de transporte de fluidos presente no cérebro identificada há cerca de 10 anos. Assim, o objetivo do presente&#xD;
estudo foi investigar a relação entre sistema glinfático e o TEA em um modelo animal VPA exposto. Para tanto, a indução do modelo animal foi realizada com a administração de 600 mg/Kg de ácido valpróico (VPA) no 12 º dia pré-natal e para validá-lo foram realizados testes de busca pelo ninho no dia pós-natal (DPN) 10, a geotaxia negativa no DPN 15, abrir dos olhos no DPN 12-16 e a medida do peso nos DPNs 9, 17, 25 e 30-39. Os animais foram divididos em dois protocolos, o primeiro identificou o tempo para disfunção do sistema&#xD;
glinfático e o segundo investigou os parâmetros de estresse oxidativo e os efeitos do tratamento com aripiprazol (ARIP). Os resultados do protocolo 1 evidenciaram que os animais do modelo precisaram de mais tempo para encontrar o ninho materno, para girar sobre o próprio eixo e para abrir os olhos. Além disso, foi encontrada uma disfunção significativa no sistema glinfático dos animais expostos ao VPA após a infusão do corante Azul de Evans (EBA) na cisterna magna. Já no protocolo 2, foi verificado que a exposição pré-natal ao VPA aumenta a oxidação de diacetado de 2’, 7’ - diclorofluoresceína (DCFH-DA) na amígdala e cerebelo, diminui o conteúdo de sulfidrilas (SH) na amígdala e diminui a atividade das enzimas superóxido dismutase e catalase no cerebelo. O tratamento com ARIP associado ao modelo animal de TEA por VPA prejudicou o ganho de peso dos animais, no entanto o ARIP melhorou os parâmetros de dano oxidativo (DCFH-DA e SH) na amígdala e cerebelo, além de aumentar a atividade da SOD neste último. Portanto, foi possível concluir&#xD;
que o modelo animal de TEA induzido por VPA prejudica o neurodesenvolvimento e o sistema glinfático e induz estresse oxidativo na amígdala e cerebelo dos animais. No entanto, o tratamento com ARIP parece ser capaz de reverter algumas alterações bioquímicas causadas pelo VPA.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do&#xD;
título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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