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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/10568</link>
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    <pubDate>Fri, 15 May 2026 03:34:08 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-15T03:34:08Z</dc:date>
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      <title>Desempenho de placas cerâmicas porosas obtidas a partir de resíduo de beneficiamento de basalto e lama de cal para emprego de fachada ventilada</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12495</link>
      <description>Título: Desempenho de placas cerâmicas porosas obtidas a partir de resíduo de beneficiamento de basalto e lama de cal para emprego de fachada ventilada
Autor(es): Pizzatto, Sara Medeiros dos Santos
Resumo: Desde a virada do milênio, o Brasil vem experimentando um crescimento notório no setor da construção civil, possibilitando a realização de projetos com sistemas construtivos com melhor desempenho e maior eficiência energética. Com o crescimento do setor industrial, as quantidades de rejeitos tornaram-se maiores e o descarte inadequado tornou-se preocupante. Apostando em soluções eficazes para reduzir os impactos ambientais e a redução de custos, o aproveitamento de resíduos industriais destinados à construção civil, tornou-se viável. Com base nestas análises, este trabalho, apresenta a proposta de um estudo, com foco no desempenho térmico e mecânico, do emprego de resíduo de basalto e lama de cal na obtenção de placas cerâmicas porosas no sistema de fachada ventilada. Este sistema é considerado uma solução construtiva sustentável. Para isso, foi desenvolvida uma composição cerâmica. O resíduo do basalto que é um pó fino gerado a partir do beneficiamento da rocha basáltica, foi usado em substituição de 100% do feldspato, um fundente na composição cerâmica. Para se obter a porosidade desejada, foi introduzida a lama de cal na formulação das massas cerâmicas. A lama de cal possui alto teor de carbonato de cálcio (CaCO3), um gerador de poros. Para as formulações elaboradas foi realizado um planejamento experimental, em que foram adicionadas ao pó cerâmico três diferentes proporções de lama de cal (20, 30 e 40%) e três temperaturas de queima (900, 1000 e 1100 ºC). A formulação que apresentou a melhor relação foi a F40T1100 (40% de lama de cal e temperatura de 1100 ºC). Para a avaliação do desempenho, as placas obtidas foram submetidas a ensaios de resistência mecânica, ensaio ecotoxicológico, porosidade, absorção de água e isolamento térmico. As placas cerâmicas porosas apresentaram resistência mecânica à flexão de 5,13 ±1,29 MPa, porosidade total de 42,61% e absorção de água de 26,54%. O ensaio ecotoxicológico do resíduo de basalto atestou toxicidade de 99,99% e a lama de cal apresentou toxicidade de 99%, segundo os parâmetros de confiabilidade conforme os pós-testes de Dunnet. Para a melhor condição experimental, os resultados do ensaio não atestaram toxicidade, concluindo-se que se obteve um resultado aceitável de imobilização dos resíduos empregados.&#xD;
Para o ensaio de isolamento térmico com a cabine, os resultados mostraram que, quando analisados em termos de diferença de temperatura entre o interior da estufa e a simulação de um cômodo dentro de uma edificação, ocorreu maior redução da temperatura com o uso do sistema de fachada ventilada estudado (?T5 = 65,7 oC), comparativamente ao sistema de fachada ventilada comercial (?T5 = 56 oC) e em relação à fachada convencional (?T5 = 49,1 oC). Os resultados também mostraram que, quando analisados em termos de diferença de temperatura entre a face analisada e a temperatura interna da estufa, a condução de calor do material F40T1100 foi menor que o da amostra comercial testada. O resultado das médias ?T2 da amostra F40T1100 apresentou valor de 25,1 oC, representando, assim, melhor desempenho em isolamento térmico do que as amostras Eliane (23,1 oC), que foram utilizadas como referência para comparação de dados.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais, como requisito parcial para obtenção do título de Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais.</description>
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      <title>Estudo da influência das relações entre os óxidos de sódio, potássio, cálcio e magnésio, na deformação piroplástica de porcelanatos esmaltados</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12494</link>
      <description>Título: Estudo da influência das relações entre os óxidos de sódio, potássio, cálcio e magnésio, na deformação piroplástica de porcelanatos esmaltados
Autor(es): Modesto, Claudio de Oliveira
Resumo: A indústria cerâmica enfrenta vários desafios para produzir porcelanatos com alta qualidade e baixo percentual de defeitos. A deformação piroplástica, é um problema comum nesse processo, sendo causada pela formação de fases líquidas durante a queima e pela necessidade de reduzir a porosidade em ciclos de queima cada vez mais rápidos. Embora diversos estudos tenham investigado esse defeito, a influência conjunta dos óxidos alcalinos e alcalinos terrosos na deformação piroplástica de porcelanatos esmaltados ainda é pouco explorada. Este trabalho investigou o efeito das relações entre os óxidos de potássio, sódio, cálcio e magnésio, e suas interações, na deformação piroplástica de porcelanatos esmaltados. Para isso, foi elaborado um procedimento inovador, onde foram desenvolvidas fritas com composições controladas da fração fundente de uma massa de referência fabril, sendo adicionadas em cinco composições de massas, permitindo o estudo isolado da influência desses óxidos. Através de ensaios de fleximetria ótica, caracterização física, DRX e MEV, foi identificada uma composição (C4.2) com uma relação entre os óxidos alcalinos e alcalinos terrosos que obteve o melhor resultado relacionado à deformação piroplástica e as características técnicas de um porcelanato esmaltado, em comparação à composição referência de uma indústria. A composição C4.2, possui uma relação entre alcalinos K2O/Na2O de 1,0, e uma relação entre alcalinos terrosos MgO/CaO, de 1,2, enquanto a composição referência possui a relação K2O/Na2O de 1,2, e para a relação MgO/CaO, de 2,1. Os resultados obtidos demonstram que uma relação mais ao redor de 1,0, ou seja, quanto mais igualitária for a quantidade entre os alcalinos, e entre os alcalinos terrosos, teremos um melhor desempenho de porcelanatos em relação à deformação piroplástica. Foi verificada a importância da composição química na prevenção da deformação piroplástica em porcelanatos. A composição C4.2 apresenta um grande potencial para ser aplicada na indústria cerâmica, permitindo a produção de peças com maior estabilidade dimensional e menor índice de defeitos.
Descrição: Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais – PPGCEM, da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito à obtenção do título de Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais.</description>
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      <title>Desenvolvimento e caracterização de lipossomas contendo filtros solares e antioxidantes para aplicação em cosméticos</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12493</link>
      <description>Título: Desenvolvimento e caracterização de lipossomas contendo filtros solares e antioxidantes para aplicação em cosméticos
Autor(es): Sartor, Maria Júlia Recco
Resumo: O desenvolvimento de filtros solares lipossomais pode ser de grande interesse para a indústria cosmética, pois por meio desses sistemas pode-se melhorar algumas propriedades, tais como perfil de liberação controlado do ativo encapsulado, melhora na estabilidade e eficácia do produto, entre outros. Este estudo objetivou a obtenção de lipossomas constituídos de Asolectina de soja obtidos pelo método de evaporação por fase reversa e o encapsulamento de substâncias filtros solares para aplicação em protetores solares. Os sistemas lipossomais foram caracterizados, no que tange as propriedades físico-químicas, estruturais e térmicas pelas técnicas de Espectroscopia de infravermelho por transformada de Fourier (FTIR), Espalhamento de Luz dinâmico (DLS), Microscopia de Força Atômica (AFM), Potencial Zeta (ZP), Calorimetria diferencial de varredura (DSC), Análise Termogravimétrica (TGA) e Espectroscopia de UV-Vis. Além disso, os protetores solares com os lipossomas tiveram a avaliação através de estudo de estabilidade acelerado e determinação do FPS. Os lipossomas obtidos através do método de evaporação de fase reversa resultaram no encapsulamento bem-sucedido de resveratrol nos lipossomas, com eficiências de encapsulamento acima de 93% quantificados por Cromatografia Liquida de alta eficiência (HPLC). Os lipossomas obtidos tiveram valores de PDI = 0,27 o que sugere homogeneidade no tamanho dos lipossomas e ZP menor que -30,0 mV apresentando boa estabilidade dos lipossomas em suspensão. Analisando a curva de absorbância na região UV de algumas formulações dos lipossomas, verificou-se uma absorbância significativa nas regiões UVA e UVB, região onde os protetores solares agem e fazem a proteção da pele. Além disso os lipossomas apresentaram boa estabilidade térmica com degradação acima de 200?C. Alguns lipossomas foram aplicados à base cosmética de protetor solar para avaliação da estabilidade e do Fator de Proteção Solar, onde obteve-se um aumento de até 40% no valor do FPS comparado ao protetor com lipossoma branco.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciência e Engenharia de Materiais como requisito à obtenção do título de Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais.</description>
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      <title>O impacto da incorporação de celulose microfibrilada e da carga de prensagem no desenvolvimento de placas planas de fibrocimento de alta performance</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12492</link>
      <description>Título: O impacto da incorporação de celulose microfibrilada e da carga de prensagem no desenvolvimento de placas planas de fibrocimento de alta performance
Autor(es): Tachinski, Camila Gaspodini
Resumo: A industrialização da construção civil no Brasil é crucial para impulsionar o setor e as placas planas de fibrocimento são peças chave nesse processo. Elas oferecem versatilidade, durabilidade, leveza, economia e sustentabilidade, características que contribuem para a construção de obras mais eficientes. No entanto, as placas atuais no mercado não oferecem a qualidade desejada pelos construtores. Uma das alternativas utilizadas na indústria de papel e celulose é incorporar a MFC para melhorar suas propriedades mecânicas uma vez que, devido ao tamanho microscópico das fibrilhas estas ocupam os pequenos espaços vazios proporcionando um melhor entrelaçamento das fibras e obtendo assim um material mais resistente. Outra alternativa bem conhecida na ciência é melhorar as propriedades mecânicas de um compósito aumentando sua densidade através da prensagem. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da incorporação da MFC e da carga de prensagem em placas planas de fibrocimento produzidas em escala industrial pelo processo Hatschek. Foram estudadas 2 condições padrão (pcr_1 e pcr_2) e 7 formulações com percentuais distintos em base mássica de MFC (mfc_1, mfc_2, mfc_3, mfc_4, mfc_5, mfc_6 e mfc_7). Para cada formulação foi avaliado 3 cargas de prensagem (sem prensagem, 5 MPa e 24 MPa). O teste teve duração de 36h com uma quantidade total de 375 toneladas de material produzido. As matérias primas foram caracterizadas através das análises de FRX, DRX, MEV, distribuição granulométrica, drenabilidade e teor de finos. Os parâmetros de processos analisados foram a retenção nas caixas de massa, umidade e densidade da lastra no estado fresco. As placas planas de fibrocimento foram avaliadas após 28 dias de cura pelas suas propriedades físicas (densidade, absorção e porosidade), mecânicas (MOR, LOP, MOE e EE) e químicas (MEV). Por fim, avaliou-se estatisticamente pelo software MiniTab e encontrou-se a formulação otimizada de 1,6% de fibra curta de eucalipto, 1,9% de fibra longa de pinus, 0,7% de MFC e 17 MPa de prensagem para obter-se como propriedades mecânicas 8,6 MPa de MOR, 6,3 MPa de LOP, 10.000 MPa de MOE e 2,0 kJ/m² de EE considerando a cura das placas planas em condição ambiente.
Descrição: Tese apresentada ao Programa de PósGraduação em Ciência e Engenharia de Materiais da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, como requisito para obtenção do título de Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais.</description>
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