<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1051</link>
    <description />
    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:31:00 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T14:31:00Z</dc:date>
    <item>
      <title>Avaliação dos efeitos do ácido fólico durante a gestação de ratas wistar em memória espacial e marcadores bioquímicos</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12097</link>
      <description>Título: Avaliação dos efeitos do ácido fólico durante a gestação de ratas wistar em memória espacial e marcadores bioquímicos
Autor(es): Alves, Cristiane da Silva Vieira
Resumo: O ácido fólico, uma vitamina do complexo B (vitamina B9), é essencial para o metabolismo de um carbono. Evidências indicam que a ingestão de ácido fólico durante a gravidez e ao longo da vida pode desempenhar um importante papel na modulação da expressão gênica, estresse oxidativo, modular as funções cognitivas e prevenir várias doenças. Apesar da suplementação de ácido fólico ser conhecida por influenciar inúmeras funções fisiológicas, especialmente durante a gravidez, pouco se sabe sobre seus efeitos diretos na saúde materna. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a função cognitiva (memória espacial) e efeitos bioquímicos (dano oxidativo, perfil lipídico e níveis plasmáticos de homocisteína) produzido pela dieta AIN 93 (dieta controle), dieta AIN 93 suplementada com diferentes doses de ácido fólico (5, 10 e 50 mg/kg) e a dieta deficiente em ácido fólico, durante o acasalamento e, em vários estágios da gestação e lactação de ratas. Nosso estudo demonstrou por meio do teste labirinto em Y (Y maze) que as ratas submetidas à dieta deficiente em ácido fólico apresentaram déficits significativos na memória espacial, enquanto que os animais suplementados com ácido fólico (5 e 10 mg/kg) não apresentaram déficit de memória. Neste estudo, o grupo controle e as ratas suplementadas receberam o mesmo tipo de ração (dieta AIN 93). A diferença entre estes grupos foi à suplementação com diferentes doses de ácido fólico. Essa diferença pode explicar, ao menos em parte, o fato das ratas do grupo controle e das ratas suplementadas apresentarem um peso superior às ratas da dieta deficiente em ácido fólico durante a última semana de amamentação, independentemente da dose de ácido fólico. Estas ratas também apresentaram um maior consumo de ração durante o acasalamento, gravidez e lactação, quando comparadas aos animais da dieta deficiente em ácido fólico. Houve uma diferença significativa nos níveis de proteínas carboniladas no córtex frontal, hipocampo e estriado, ao comparar os animais da dieta deficiente em ácido fólico às ratas controle e submetidas às dietas suplementadas. Do mesmo modo, uma redução significativa nos níveis de homocisteína foi observada nestas mesmas ratas em relação às ratas da dieta deficiente em ácido fólico. Finalmente, deve-se enfatizar a importância da suplementação de ácido fólico durante a gravidez e lactação, visto que esta vitamina proporciona benefícios significativos não só para a prole, mas para a saúde materna.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/12097</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Treinamento aquático intervalado de alta intensidade em idosos com multimorbidade: efeitos na saúde psicofisiológica e bioquímica</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12002</link>
      <description>Título: Treinamento aquático intervalado de alta intensidade em idosos com multimorbidade: efeitos na saúde psicofisiológica e bioquímica
Autor(es): Silva, Vitória Oliveira Silva da
Resumo: O envelhecimento populacional brasileiro tem sido acompanhado por um aumento significativo na prevalência de multimorbidade. Os treinamentos aquáticos apresentam vantagens importantes para idosos quando comparados aos terrestres. No entanto, o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) realizado em ambiente aquático com idosos multimórbidos ainda é pouco explorado na literatura. Objetivo: Investigar os efeitos de dois protocolos de treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) em ambiente aquático, com diferentes intervalos de estímulo, sobre parâmetros metabólicos, bioquímicos, mentais, cognitivos e físicos em idosos multimórbidos. Métodos: Ensaio clínico randomizado com 150 idosos de ambos os sexos, com 60 anos ou mais, diagnosticados com multimorbidades. Os participantes foram distribuídos aleatoriamente pelo método de amostragem aleatória simples e divididos em três grupos: grupo treinamento contínuo de moderada intensidade (G1), grupo treinamento intervalado de alta intensidade nível intermediário (G2) e grupo treinamento intervalado de alta intensidade nível avançado (G3). As avaliações foram realizadas 48 horas antes e após os programas de exercícios aquáticos, que tiveram durações de 12 semanas. Resultados: Nos parâmetros metabólicos e inflamatórios: Houve melhora em todos os grupos. A Lipoproteína de Alta Intensidade (HDL-c) aumentou significativamente em G1 (+35%), G2 (+7%) e G3 (+16%). Os triglicerídeos e a glicose reduziram em G1 (-28% e -29%, respectivamente), G2 (-21% e -20%) e G3 (-8% e -17%). A interleucina-1 (IL-1) reduziu-se em G1 (-14%), G2 (-19%) e G3 (-17%), enquanto a interleucina-6 (IL-6) diminuiu em G1 (-29%) e G3 (-28%). Quanto ao estresse oxidativo: A atividade da superóxido dismutase (SOD) aumentou em todos os grupos (G1: +13%, G2: +15%, G3: +21%). Os níveis de óxido nítrico (NO) aumentaram em G1 (+52%) e G3 (+34%). A glutationa (GSH) reduziu-se em G1 (-20%), G2 (-21%) e G3 (-19%). A concentração de DCF (diclorofluoresceína) reduziu-se em G1 (-36%), G2 (-30%) e G3 (-36%), e os níveis de sulfidrila aumentaram em G1 (+37%) e G3 (+38%). Quanto aos parâmetros cognitivos e mentais: A cognição, avaliada pelo Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) aumentou em G2 (+9%) e G3 (+26%). A ansiedade reduziu-se em G1 (-64%) e G3 (-66%), e a qualidade do sono melhorou em G2 (-34%). Quanto a aptidão física: A capacidade cardiorrespiratória aumentou em G1 (+26%), G2 (+42%) e G3 (+18%). A resistência muscular de membros inferiores melhorou em G1 (+26%) e G3 (+17%). A flexibilidade de membros inferiores melhorou em G1 (+32%). A força de preensão manual aumentou em G2 (+14%) e G3 (+9%), e a força escapular em G2 e G3 (+31% em ambos). A força lombar aumentou em G1 (+41%), G2 (+85%) e G3 (+40%). A eficiência muscular melhorou nos membros superiores (G1: -23%, G2: -31%, G3: -25%) e inferiores (G1: -38%, G2: -24%, G3: -31%). Por fim, o Índice de Vulnerabilidade Clínico-Funcional (IVCF-20) reduziu-se em G1 (-37%) e G3 (-48%). Conclusão: O HIIT em ambiente aquático mostrou-se uma estratégia viável, eficaz e segura para a melhoria da saúde psicofisiológica de idosos com multimorbidades. As adaptações positivas metabólicas, bioquímicas, mentais, físicas e neuromusculares reforçam a eficácia dos protocolos intervalados no enfrentamento das perdas funcionais associadas à fragilidade. Tais achados reforçam a inclusão do HIIT aquático em programas de saúde voltados à população idosa com multimorbidade, evidenciando seu potencial para ganhos multidimensionais, sem ocorrência de efeitos adversos.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/12002</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Efeitos do enriquecimento ambiental na função mitocondrial e capacidade antioxidante do músculo sóleo: estudo experimental em camundongos Swiss albinos</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/11959</link>
      <description>Título: Efeitos do enriquecimento ambiental na função mitocondrial e capacidade antioxidante do músculo sóleo: estudo experimental em camundongos Swiss albinos
Autor(es): Lira, Tommaso de
Resumo: A inatividade física constitui um problema de saúde pública global que compromete fundamentalmente a função mitocondrial e o sistema antioxidante do músculo esquelético, estabelecendo base fisiopatológica para o desenvolvimento de doenças metabólicas. O enriquecimento ambiental (EA) emerge como estratégia promissora por integrar estímulos multissensoriais que promovem atividade física espontânea e adaptações metabólicas coordenadas, distinguindo-se do exercício físico isolado. Apesar de ser um tipo de abordagem consolidada, estudos sobre seus efeitos na função mitocondrial e capacidade antioxidante muscular permanecem limitados. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito do EA na função mitocondrial e capacidade antioxidante do músculo sóleo em camundongos Swiss albinos. Foram utilizados 40 camundongos Swiss albinos machos, com 21 dias de idade, distribuídos aleatoriamente em dois grupos: Sham (n=20) mantido em condições padrão de laboratório e Enriquecimento Ambiental (n=20) alojado em ambiente expandido equipado com rodas de exercício, túneis, objetos manipuláveis e estimulação social por 63 dias consecutivos. Foram avaliados parâmetros metabólicos incluindo peso corporal, massa de tecido adiposo visceral e colesterol sérico total, atividade da cadeia respiratória mitocondrial através dos complexos I, II e IV, e marcadores de estresse oxidativo compreendendo substâncias reativas ao ácido tiobarbitúrico (TBARS), grupos sulfidrila não proteicos (NPSH), atividade da superóxido dismutase (SOD) e glutationa peroxidase (GPx) no músculo sóleo. Os dados foram analisados por ANOVA seguida de teste post hoc de Tukey, com nível de significância estabelecido em p&lt;0,05. O grupo EA apresentou redução significativa no peso corporal, massa de tecido adiposo visceral e colesterol sérico total; aumento na atividade dos complexos mitocondriais I, II e IV, com o Complexo II apresentando a adaptação mais pronunciada; e fortalecimento do sistema antioxidante com elevação da atividade da SOD e GPx, aumento dos níveis de NPSH e redução dos níveis de TBARS comparado ao grupo Sham (p&lt;0,05). Nossos resultados demonstram que o enriquecimento ambiental foi capaz de promover adaptações funcionais coordenadas que transcenderam o nível celular, estabelecendo correlações diretas entre melhorias metabólicas sistêmicas, mitocondriais e antioxidantes, confirmando sua eficácia como estratégia não-farmacológica para otimização da saúde metabólica.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/11959</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Perfis inflamatórios agudos como preditores de função pulmonar tardia em sobreviventes da COVID-19: uma análise de clusters com seguimento de 12 meses</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/11958</link>
      <description>Título: Perfis inflamatórios agudos como preditores de função pulmonar tardia em sobreviventes da COVID-19: uma análise de clusters com seguimento de 12 meses
Autor(es): Ribeiro, Laene de Sousa
Resumo: A pandemia da COVID-19, causada pelo SARS-CoV-2, resultou em um expressivo número de casos graves que exigiram hospitalização e suporte ventilatório. Observa-se, em muitos sobreviventes, a persistência de sintomas e sequelas pulmonares duradouras, caracterizando a síndrome pós-COVID ou COVID longa. Neste contexto, este estudo teve como objetivo investigar se perfis inflamatórios agudos, determinados por citocinas pró-inflamatórias do tipo Th1, Th2 e Th17, poderiam predizer desfechos de função pulmonar em pacientes hospitalizados por COVID-19, acompanhados por um ano após a alta. Trata-se de uma coorte prospectiva com 59 pacientes hospitalizados entre junho e novembro de 2020, em um hospital terciário no sul do Brasil. Durante a internação, foram coletadas amostras de sangue para dosagem de 65 biomarcadores inflamatórios. A análise de cluster por k-means, baseada em 13 citocinas representativas das respostas Th1, Th2 e Th17, identificou dois perfis distintos de pacientes: THigh (32%) com biomarcadores inflamatórios elevados e TLow (68%) com níveis mais baixos. Avaliações funcionais pulmonares foram realizadas por pletismografia aos 6 e 12 meses da alta. A análise multivariada revelou que o cluster THigh apresentou pior desempenho na difusão pulmonar (DLCO) aos 12 meses (β = –6,77). O escore SOFA também foi um preditor negativo independente para DLCO (β = –1,42). Entretanto, a capacidade pulmonar total (CPT) foi paradoxalmente maior no grupo THigh (β = +4,60). O volume expiratório forçado (VEF1) teve uma correlação positiva com índice de comorbidades de Charlson (CCI), e a pressão inspiratória máxima (PImáx) foi menor no sexo feminino (β = –8,52). Este estudo aponta que a resposta inflamatória exacerbada, está associada à redução da capacidade de difusão pulmonar no longo prazo, reforçando o papel dos biomarcadores inflamatórios como ferramentas preditoras de prognóstico funcional a longo prazo. A identificação precoce desses perfis pode ser estratégica para o direcionamento terapêutico e reabilitação em sobreviventes da COVID-19.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
      <guid isPermaLink="false">http://repositorio.unesc.net/handle/1/11958</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>

