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    <title>DSpace Coleção:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1051</link>
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    <pubDate>Tue, 30 Jun 2026 00:58:59 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-30T00:58:59Z</dc:date>
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      <title>Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12812</link>
      <description>Título: Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico
Autor(es): Pires, Eduardo di Oliveira
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno complexo, marcado por dificuldades de interação social, comunicação e comportamentos repetitivos, mas também por importantes déficits motores, que muitas vezes precedem ou acompanham os sintomas centrais. Nesse contexto, entender como o ácido valpróico (VPA) interfere no desenvolvimento físico, sensório-motor e social de animais é essencial para compreender as alterações biológicas que podem ocorrer no TEA humano. Sendo assim, a presente pesquisa investigou parâmetros comportamentais com foco em aspectos motores de ratos machos e fêmeas submetidos ao modelo de exposição pré-natal ao VPA. O modelo animal de autismo por indução química, ocorre através da administração de VPA (600 mg/kg) no 12,5º dia gestacional. Após o nascimento, os filhotes foram divididos em dois grupos Salina-expostos e VPA-expostos. O estudo avaliou crescimento, reflexos iniciais de neurodesenvolvimento, coordenação motora e comportamento social em machos e fêmeas. Os dados revelaram que a exposição pré-natal ao VPA prejudicou de forma consistente o desenvolvimento dos filhotes, independentemente do sexo. Os animais VPA-expostos apresentaram menor ganho de peso ao longo do período pós-natal. Além disso, houve atraso no reflexo de abertura dos olhos, indicando comprometimento no desenvolvimento físico precoce. No conjunto de testes sensório-motores, busca pelo ninho, grid test e remoção de adesivo, observou-se que os animais VPA exibiram maior latência para iniciar a busca, maior tempo de permanência na grade e maior tempo para remover o adesivo, sugerindo déficits em integração sensório-motora e coordenação. Nos testes sociais, tanto machos quanto fêmeas expostos ao VPA apresentaram prejuízo na interação social, caracterizado por maior latência para iniciar contato, menor tempo de interação e redução do número de interações, além de menor flexibilidade comportamental diante da introdução de novos estímulos sociais. No teste de preferência social, embora o reconhecimento de objetos tenha sido preservado, os animais VPA-expostos mostraram alterações no padrão de exploração, especialmente maior permanência em zonas neutras ou não sociais, indicando menor motivação social. Em conclusão, a exposição pré-natal ao VPA produziu déficits semelhantes em machos e fêmeas, incluindo menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento físico e prejuízos sensório-motores e sociais. Embora ambos os sexos tenham sido amplamente afetados, observaram-se pequenas diferenças: os machos apresentaram maior latência para iniciar o contato social, enquanto as fêmeas mostraram reduções mais consistentes na manutenção da interação e na flexibilidade diante de estímulos sociais. Assim, apesar de o VPA impactar de forma global o desenvolvimento, os resultados indicam variações discretas entre machos e fêmeas na expressão dos déficits sociais.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12735</link>
      <description>Título: Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas
Autor(es): Freitas, Mauricio Lawrence
Resumo: As nanopartículas de ouro (GNPs) possuem propriedades que podem ser aplicadas no diagnóstico e no tratamento do câncer, melhorando tanto o controle quanto a eficiência do tratamento. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi sintetizar e caracterizar GNPs com diferentes tamanhos e avaliar sua citotoxicidade em eritrócitos humanos, fibroblastos murinos (NIH3T3), células de carcinoma cervical humano (HeLa) e células de melanoma (B16F10). As GNPs foram sintetizadas com sucesso pelo método de Turkevich, obtendo se GNPs com diferentes tamanhos (10, 20 e 30 nm). Imagens de microscopia eletrônica de transmissão mostraram que as GNPs apresentaram uma morfologia esférica (GNPs 10nm) e próxima da esférica (GNPs 20 nm e 30 nm) com tamanho próximo do esperado. Os tamanhos das GNPs foram confirmados por análise de espectroscopia de ultravioleta-visível. Estudos de citotoxicidade mostraram que as GNPs de 20 nm apresentaram um menor efeito citotóxico sob as células não tumorais, quando comparado com as outras GNPs. Em contraste, quando as GNPs foram incubadas em células B16F10, as GNPs de 10 nm foram mais citotóxicos do que os de 20 e 30 nm. O ensaio de citotoxicidade também mostrou que as células HeLa foram mais sensíveis (IC50 2,1 μg / mL) ao tratamento com as GNPs quando comparada com as células B16 (IC50&gt; 70 μg / mL). Portanto, este estudo demonstrou que as propriedades físico-químicas e o tipo de célula utilizada são fatores limitantes no efeito citotóxico das GNPs. Esses resultados confirmam a necessidade de estudos futuros com diferentes linhagens celulares para melhor compreender os efeitos citotóxicos a fim de desenvolver novas terapias contra o câncer.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12734</link>
      <description>Título: Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos
Autor(es): Castro, Lucas Alves Magalhães de
Resumo: Durante a última década, com ênfase nos últimos 25 anos, muitos estudos epidemiológicos correlacionaram a deficiência de vitaminas como fator predisponente para diversas doenças neurocognitivas (como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno depressivo maior, esquizofrenia e outras). Evidências sugerem&#xD;
que a vitamina D desempenha um papel fundamental no neurodesenvolvimento, notandose tanto no período embrionário quanto ao longo da vida. Da mesma forma, as vitaminas do complexo B, principalmente B6, B9 e B12, desempenham um papel essencial no metabolismo celular, incluindo reações de transmetilação e oxidação/redução, ações fundamentais para o neurodesenvolvimento. Baixos níveis sanguíneos de vitaminas B são um achado relativamente consistente em pacientes com esquizofrenia. Desta forma, o presente estudo buscou trazer algumas respostas que possam melhorar a qualidade de vida deste grupo populacional, amplamente encontrado em vulnerabilidade social. Os resultados mostraram que não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para vitamina D e vitamina B12, contrariando parte da literatura que sugere sua relação com quadros psicóticos. Ambos os grupos apresentaram prevalência elevada de níveis&#xD;
subótimos de B12, indicando possível deficiência nutricional populacional. A vitamina B9 foi a única a apresentar diferença significativa, com níveis mais elevados no grupo esquizofrenia, achado contrário ao esperado. Hipóteses incluem suplementação nutricional, acompanhamento multiprofissional e efeitos do uso de antipsicóticos sobre o metabolismo do folato. Apesar disso, não foram identificadas correlações&#xD;
estatisticamente significativas entre os níveis vitamínicos e os escores de sintomas positivos ou negativos da PANSS. A análise geral sugere que, nesta amostra, o estado vitamínico não se relaciona de maneira linear ou direta com a gravidade sintomatológica da esquizofrenia. Contudo, as tendências observadas reforçam a importância do equilíbrio nutricional, especialmente da vitamina D e do folato, como possíveis moduladores&#xD;
secundários da neurobiologia da doença. As conclusões apontam que a esquizofrenia deve ser compreendida como uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais, imunológicos, sociais e nutricionais, reforçando a necessidade de abordagens integradas em saúde mental, considerando tanto intervenções nutricionais quanto determinantes sociais de saúde.
Descrição: Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
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      <title>Implicações da periodontite apical na fisiopatologia do acidente vascular cerebral isquêmico</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12733</link>
      <description>Título: Implicações da periodontite apical na fisiopatologia do acidente vascular cerebral isquêmico
Autor(es): Rupp, João Cassettari
Resumo: A periodontite apical (PA) é um processo inflamatório crônico em resposta a uma infecção endodôntica. A contaminação do tecido pulpar pode acontecer devido à cárie, fissuras ou trauma, que induz uma resposta inflamatória. Estudos indicam que a PA pode potencializar os efeitos da doença periodontal no sangue e a resposta inflamatória local decorrente da infecção bacteriana leva à liberação de citocinas na circulação sistêmica e a subsequentes efeitos vasculares deletérios. Assim, a PA vem sendo alvo de estudos sobre seu papel em diversas patologias, incluindo o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), que é causado por alterações no suprimento sanguíneo, levando a perda de função da área afetada. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi avaliar o papel da PA na fisiopatologia do AVCi em ratos Wistar adultos-jovens. Para isso, foram utilizados ratos Wistar machos (250 a 300 g), com 60 dias de vida, que foram submetidos ao modelo experimental de PA divididos em 3 grupos experimentais: controle + salina (n = 45), PA em 1 dente (n = 45) e PA em 4 dentes (n = 45) e posteriormente os animais foram subdivididos em 6 grupos: controle (n = 15), MCAO (n = 30), PA em 1 dente (n = 15), PA em 4 dentes (n=15), PA em 1 dente + MCAO (n = 30) e PA em 4 dentes + MCAO (n = 30), onde foi realizado a indução do modelo de AVCi por oclusão da artéria cerebral média (MCAO). Os animais foram avaliados quanto a peso, temperatura e escore neurológico em 1, 24, 46, 72, 96 e 120 horas após indução experimental. No 30º dia após a indução da PA, os animais foram submetidos aos testes comportamentais de habituação ao campo aberto e reconhecimento de objetos novos e após a finalização foram eutanasiados para retirada de soro, córtex frontal, córtex total e hipocampo. Logo as amostras foram submetidas a dosagem de IL-6, IL-10, Il-1β, TNFα e tamanho do volume do infarto cerebral. Os resultados demonstram que um maior número de lesões dentárias associado a MCAO acarreta aumento de citocinas inflamatórias e redução de mediadores anti-inflamatórios, e que estes achados podem estar intimamente relacionados a um volume de infarto maior e aumento de escore neurológico, resultando em um pior desempenho em testes comportamentais demonstrando o impacto neurológico e cognitivo causado. Tais dados podem fornecer novos insights para pesquisas futuras e auxiliar na compreensão do impacto da associação entre PA e AVC.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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