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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1050</link>
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    <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 20:04:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-11T20:04:15Z</dc:date>
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      <title>DSpace Communidade:</title>
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      <title>Potencial terapêutico de subdoses de Ayahuasca em um modelo animal de autismo</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/13069</link>
      <description>Título: Potencial terapêutico de subdoses de Ayahuasca em um modelo animal de autismo
Autor(es): Bolan, Sofia Januário
Resumo: O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado pelo comprometimento na comunicação e interação social e a presença de comportamentos repetitivos e estereotipados. Não há tratamento medicamentoso para os sintomas centrais do TEA, sendo o suporte multidisciplinar a abordagem principal. Estudos indicam que compostos psicodélicos, que atuam na sinalização serotoninérgica, podem ter potencial terapêutico, reduzindo a ansiedade e melhorando a comunicação. O objetivo desse estudo foi investigar os efeitos da ayahuasca (AYA) em um modelo experimental de autismo induzido por ácido valproico (VPA) em ratos Wistar. Para&#xD;
induzir o modelo, foi administrado uma dose de 600 mg/Kg de VPA ou salina 0,9% (SAL), via intraperitoneal em ratas prenhes no 12,5º dia gestacional. Os filhotes machos gerados foram distribuídos em oito grupos experimentais, com diferentes doses de AYA (0,2 mL/Kg, 1 mL/Kg e 2 mL/Kg) ou água, administrados por gavagem a cada 72h, do 30º ao 43º dia pós-natal (DPN). Os seguintes parâmetros de neurodesenvolvimento foram analisados entre o 9º e o 15º DPN: pesagem dos animais, busca pelo ninho, abrir dos olhos e geotaxia negativa. Após a finalização do tratamento, os animais foram submetidos aos testes comportamentais (três câmaras, labirinto em cruz elevado e campo aberto) no 45º e 46º DPN. Logo após, os animais foram submetidos à eutanásia, sendo o encéfalo dissecado para isolamento do córtex posterior e o sangue coletado para avaliação de dano hepático. Foram também analisados parâmetros relacionados ao estresse oxidativo por meio da detecção de nitrito e nitrato, oxidação de diacetato de 2’7’- diclorofluoresceína, conteúdo de sulfidrilas, atividade das enzimas superóxido dismutase e catalase. Além disso, foram avaliados o fator de crescimento neural e fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF). Os resultados mostraram que a exposição pré-natal ao VPA causou prejuízos no neurodesenvolvimento, déficits no comportamento locomotor, exploratório e de sociabilidade, além do aumento de comportamentos semelhantes à ansiedade, dano oxidativo elevado, redução dos níveis de BDNF e ausência de alterações nos níveis séricos de transaminases. Por outro lado, o tratamento com AYA foi capaz de atenuar ou reverter esses prejuízos, promovendo melhoras nos parâmetros de ansiedade, locomoção, exploração e social, bem como redução do dano oxidativo. De modo geral, a dose mais elevada de AYA (2 mL/Kg) apresentou maior eficácia entre os grupos tratados, sugerindo um possível efeito dosedependente. Assim, os dados apontam para um potencial efeito neuroprotetor da AYA em alterações associadas ao modelo animal de autismo induzido por VPA.
Descrição: Dissertação de Mestrado, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção&#xD;
do título de mestre em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12812</link>
      <description>Título: Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico
Autor(es): Pires, Eduardo di Oliveira
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno complexo, marcado por dificuldades de interação social, comunicação e comportamentos repetitivos, mas também por importantes déficits motores, que muitas vezes precedem ou acompanham os sintomas centrais. Nesse contexto, entender como o ácido valpróico (VPA) interfere no desenvolvimento físico, sensório-motor e social de animais é essencial para compreender as alterações biológicas que podem ocorrer no TEA humano. Sendo assim, a presente pesquisa investigou parâmetros comportamentais com foco em aspectos motores de ratos machos e fêmeas submetidos ao modelo de exposição pré-natal ao VPA. O modelo animal de autismo por indução química, ocorre através da administração de VPA (600 mg/kg) no 12,5º dia gestacional. Após o nascimento, os filhotes foram divididos em dois grupos Salina-expostos e VPA-expostos. O estudo avaliou crescimento, reflexos iniciais de neurodesenvolvimento, coordenação motora e comportamento social em machos e fêmeas. Os dados revelaram que a exposição pré-natal ao VPA prejudicou de forma consistente o desenvolvimento dos filhotes, independentemente do sexo. Os animais VPA-expostos apresentaram menor ganho de peso ao longo do período pós-natal. Além disso, houve atraso no reflexo de abertura dos olhos, indicando comprometimento no desenvolvimento físico precoce. No conjunto de testes sensório-motores, busca pelo ninho, grid test e remoção de adesivo, observou-se que os animais VPA exibiram maior latência para iniciar a busca, maior tempo de permanência na grade e maior tempo para remover o adesivo, sugerindo déficits em integração sensório-motora e coordenação. Nos testes sociais, tanto machos quanto fêmeas expostos ao VPA apresentaram prejuízo na interação social, caracterizado por maior latência para iniciar contato, menor tempo de interação e redução do número de interações, além de menor flexibilidade comportamental diante da introdução de novos estímulos sociais. No teste de preferência social, embora o reconhecimento de objetos tenha sido preservado, os animais VPA-expostos mostraram alterações no padrão de exploração, especialmente maior permanência em zonas neutras ou não sociais, indicando menor motivação social. Em conclusão, a exposição pré-natal ao VPA produziu déficits semelhantes em machos e fêmeas, incluindo menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento físico e prejuízos sensório-motores e sociais. Embora ambos os sexos tenham sido amplamente afetados, observaram-se pequenas diferenças: os machos apresentaram maior latência para iniciar o contato social, enquanto as fêmeas mostraram reduções mais consistentes na manutenção da interação e na flexibilidade diante de estímulos sociais. Assim, apesar de o VPA impactar de forma global o desenvolvimento, os resultados indicam variações discretas entre machos e fêmeas na expressão dos déficits sociais.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Adaptação transcultural e validação do Inventário da Narrativa Suicida e do Inventário da Crise de Suicídio para o português brasileiro</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12739</link>
      <description>Título: Adaptação transcultural e validação do Inventário da Narrativa Suicida e do Inventário da Crise de Suicídio para o português brasileiro
Autor(es): Nascimento, Jefté Peper do
Resumo: Identificar o risco de suicídio em tempo oportuno é um dos maiores desafios da prática clínica. Estruturas teóricas, como o Modelo Narrativa-Crise do suicídio, contribuem significativamente para a compreensão e a prevenção do suicídio. Segundo esse modelo, o comportamento suicida evolui por meio de estágios distintos, nos quais se destacam a narrativa suicida e a síndrome de crise de suicídio (SCS). A narrativa suicida refere-se à história de vida do indivíduo, o qual desenvolve uma percepção distorcida sobre si mesmo, enxergando-se como um fardo para os outros e sem perspectiva de futuro. Por sua vez, a SCS, cujo elemento central é o sentimento de aprisionamento, descreve um estado mental agudo que antecede a tentativa de suicídio. Por esse motivo, a SCS vem sendo considerada como um diagnóstico específico do suicídio, com proposta de inclusão em edições futuras do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. Apesar da validação internacional dos instrumentos destinados à avaliação da narrativa suicida e da SCS, sua eficácia e aplicabilidade ainda não foram testadas no Brasil. Portanto, o objetivo deste estudo foi avaliar a estrutura fatorial, a confiabilidade e a validade da versão brasileira do Inventário da Crise de Suicídio (SCI-2) e do Inventário da Narrativa Suicida (SNI-38) em uma amostra de adultos brasileiros. Foi realizada adaptação transcultural de ambos os instrumentos do inglês para o português do Brasil e aplicados online a 2.265 participantes. A análise fatorial confirmatória (AFC) foi utilizada para examinar se a estrutura fatorial, a consistência interna, a validade convergente e de critério de ambos os instrumentos seriam replicadas nas versões brasileiras. Considerou-se um bom ajuste do modelo quando a estatística χ2 foi não significativa, o índice de ajuste comparativo [CFI] ≥ 0,95, o índice de Tucker-Lewis [TLI] ≥ 0,95, o erro quadrático médio de aproximação [RMSEA] ≤ 0,08 e o resíduo médio padronizado [SRMR] ≤ 0,08. A amostra apresentou idade média de 31,27 (± 10,90) anos e foi composta predominantemente por mulheres (70,7%), indivíduos solteiros (38,9%) e com nível educacional superior (94,3%). A ideação suicida ao longo da vida foi relatada por 57,8% dos participantes. A AFC demonstrou que modelo de oito fatores do SNI-38 apresentou bom ajuste (χ² [637] = 7.473,98, p &lt; 0,001; CFI = 0,99; TLI = 0,99; RMSEA = 0,07; SRMR = 0,06). Todos os itens do SNI-38 apresentaram cargas fatoriais significativas e positivas em seus respectivos fatores. A confiabilidade das subescalas variou de alta a boa, exceto para a subescala de desengajamento de metas. De forma semelhante, todas as subescalas do SNI-38, exceto “desengajamento de metas”, correlacionaram-se positivamente com a SCS, eventos de vida estressantes, ideação suicida (ao longo da vida/último mês) e tentativas de suicídio ao longo da vida. Em relação ao SCI-2, o modelo revisado unifatorial demonstrou um ajuste adequado, embora não ótimo (χ² [1539] = 31.442,79, p &lt; 0,001; CFI = 0,99; TLI = 0,99; RMSEA = 0,09; SRMR = 0,05). Por outro lado, o modelo revisado de cinco fatores demonstrou um bom ajuste (χ² [1529] = 14.174,86, p &lt; 0,001; CFI = 1,00; TLI = 1,00; RMSEA = 0,06; SRMR = 0,04). A comparação entre os dois modelos indicou que a estrutura de cinco fatores apresentou melhor qualidade de ajuste em relação ao modelo unifatorial. Tanto a pontuação total quanto as subescalas do SCI-2 apresentaram alta consistência interna, além de boa validade convergente e de critério por meio de associações significativas com eventos de vida estressantes, narrativa suicida (exceto com a subescala de desengajamento de metas), ideação suicida e tentativas de suicídio. Esses achados fornecem evidências de validade para a versão brasileira do SNI-38 e do SCI-2, indicando que são instrumentos apropriados e válidos para a avaliação dos sintomas da narrativa suicida e da SCS, respectivamente. Além disso, a validação desses instrumentos contribui para aprimorar a prática clínica na avaliação do risco de suicídio e abre portas para novas pesquisas no campo da suicidologia no Brasil.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Doutor em Ciências da Saúde.</description>
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      <title>Ayahuasca como estratégia psicofarmacológica em modelo experimental de dependência alcoólica e depressão</title>
      <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12738</link>
      <description>Título: Ayahuasca como estratégia psicofarmacológica em modelo experimental de dependência alcoólica e depressão
Autor(es): Silva, Guilherme Lodetti da
Resumo: O consumo excessivo de etanol é um problema de saúde pública em todo o mundo. Além disso, o transtorno por uso de álcool (TUA), a depressão e a ansiedade estão entre as doenças psiquiátricas mais prevalentes e frequentemente ocorrem em conjunto. Sobretudo, o transtorno depressivo maior é a comorbidade mais associada a indivíduos com TUA. A farmacoterapia utilizada para depressão e alcoolismo é amplamente prescrita para pacientes, no entanto, menos da metade dos indivíduos tratados atingem a remissão com apenas um tratamento. Além disso, muitos pacientes apresentam respostas farmacológicas intolerantes, o que enfatiza a necessidade de descobrir novas formas de tratamento. Os psicodélicos clássicos interagem com a classe de receptores de serotonina (5-HT) e, por isso, estão fortemente envolvidos no tratamento de doenças psiquiátricas, como depressão, ansiedade e abuso de substâncias, demonstrando grande potencial terapêutico. Especificamente, a Ayahuasca (AYA) é utilizada principalmente com a intenção de cura física ou espiritual, e os efeitos decorrentes de seu uso estão relacionados às triptaminas. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo avaliar os efeitos comportamentais e neuroquímicos do tratamento com AYA em ratos Wistar submetidos a um modelo animal de dependência alcoólica e/ou de depressão induzido por privação materna (PM). A exposição ao etanol iniciou-se no 60º dia de vida, com acesso contínuo e livre de escolha à comida, à água e a duas garrafas que oferecem etanol em diferentes concentrações (15% e 30% v/v) por 5 semanas. O consumo de etanol por animal foi medido em todos os grupos, em gramas de etanol/kg/dia. Depois, o álcool foi retirado por 9 dias. Um dia após, os animais receberam a administração de 2 mL/kg de AYA ou de água por gavagem. No dia seguinte ao tratamento, iniciou-se o paradigma de recaída, no qual os animais foram expostos novamente ao etanol por 9 dias para avaliar o comportamento aditivo. Além disso, para a indução do comportamento tipo depressivo, foi realizada a PM nos filhotes, 3 h/dia, durante 10 dias (1º ao 10º dia de vida). Com 60 dias, os animais submetidos a PM foram submetidos ao mesmo protocolo de condicionamento à dependência alcoólica. Posteriormente foram realizados os testes comportamentais e bioquímicos. A exposição crônica ao álcool por cinco semanas promoveu alterações comportamentais consistentes com um fenótipo de afetividade negativa, caracterizado por aumento de comportamentos tipo ansioso no teste de labirinto em cruz elevado e de comportamentos tipo depressivo no nado forçado e no teste de borrifo de sacarose. Além disso, resultados semelhantes foram observados nos animais submetidos à PM. No presente estudo, foram encontrados resultados neurocomportamentais que se sobrepõem entre as condições de alcoolismo e depressão induzida em modelo animal. Sugere-se que, embora os contextos em que esses transtornos ocorrem sejam diferentes, existem mecanismos fisiopatológicos comuns entre as duas condições, como a expressão de comportamentos tipo ansioso e tipo depressivo, bem como manifestações neuroquímicas, como a redução dos níveis do fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF), alterações em parâmetros de estresse oxidativo e defesas antioxidantes, e alterações nos níveis de monoaminas em regiões cerebrais específicas. Foi demonstrado também que os comportamentos tipo ansioso e tipo depressivo, bem como a redução dos níveis de BDNF, monoaminas e aumento de estresse oxidativo induzidos pelos dois modelos, foram revertidos pelo tratamento com uma dose única de AYA, demonstrando um potencial terapêutico importante para as duas condições. Por fim, os achados reforçam a importância do desenvolvimento de pesquisas translacionais que explorem biomarcadores compartilhados e novas abordagens farmacológicas capazes de modular simultaneamente os sistemas de recompensa e de regulação comportamental. A compreensão dessa interface é fundamental para melhorar o prognóstico, reduzir as recaídas e minimizar o impacto funcional e social dessas duas condições altamente prevalentes.
Descrição: Tese de Doutorado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de doutor em Ciências da Saúde.</description>
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