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    <title>DSpace Communidade:</title>
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    <dc:date>2026-04-07T17:25:38Z</dc:date>
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    <title>Reutilização de resíduos de indústria têxtil como matéria-prima em cerâmica vermelha</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1802</link>
    <description>Título: Reutilização de resíduos de indústria têxtil como matéria-prima em cerâmica vermelha
Autor(es): Zanoni, Suélen Michels
Resumo: Este trabalho teve por objetivo a utilização de rejeitos gerados no tratamento de água e beneficiamento de jeans de uma indústria têxtil. Na estação de tratamento de efluentes desta empresa são gerados dois tipos de resíduos, o lodo da ETE e o lodo de valo e no processamento do jeans é gerado como resíduo óxido de alumínio, usado para desgaste dos jeans. Os resíduos foram caracterizados para determinação de sua composição química (EDS FRX), composição mineralógica (DRX) e distribuição de tamanho de partículas (difração laser). Foi utilizada uma massa padrão de cerâmica vermelha já extrudada para incorporação dos resíduos e esta massa também foi caracterizada (FRX, DRX e DTP). Os resíduos foram incorporados à massa em frações mássicas de 5%, 10% e 15% e as misturas foram homogeneizadas, prensadas, secas e queimadas em ciclo de 40 min com temperatura máxima de 1050 °C. Após queima, as formulações foram caracterizadas para determinação da densidade aparente, retração dimensional, absorção de água e resistência mecânica. A incorporação de 5% de lodo de ETE à massa cerâmica resultou em diminuição da absorção de água e aumento da resistência mecânica, sendo uma alternativa viável para reduzir o impacto ambiental da disposição de resíduos sólidos da indústria têxtil, além de melhorar as propriedades de lajotas prensadas.
Descrição: Artigo apresentado para a obtenção do grau de Tecnólogo, no curso de Tecnologia em Cerâmica, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
    <dc:date>2013-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unesc.net/handle/1/1801">
    <title>Uso de bentonita como aglutinante para a fabricação de briquetes com finos de carvão vegetal</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1801</link>
    <description>Título: Uso de bentonita como aglutinante para a fabricação de briquetes com finos de carvão vegetal
Autor(es): Robetti, Luciano
Resumo: O carvão vegetal tem como principal impacto ambiental o desmatamento e a fumaça como agente poluidor. A fumaça é rica em compostos químicos voláteis, alguns deles cancerígenos. Entre os poluentes, podem-se destacar o alcatrão, a acetona e o metano, um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, e a geração de moinha que é um passivo ambiental. Neste trabalho, uma mistura de componentes ligantes composta de bentonita e amido de milho foi empregada no percentual de 5% em massa a finos de carvão vegetal para a obtenção de briquetes por extrusão. Com o desenvolvimento desse trabalho, espera-se recuperar este resíduo, dando máxima utilização do carvão vegetal produzido, além de minimizar a utilização de carvão mineral, muito nocivo ao meio ambiente, aumentar a oferta de carvão vegetal, reduzindo o desmatamento e a poluição feita pelas carvoarias.
Descrição: Artigo apresentado para a obtenção do grau de Tecnólogo, no curso de Tecnologia em Cerâmica, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
    <dc:date>2013-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estudo da influência do regime de moagem na distribuição granulométrica da barbotina</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1800</link>
    <description>Título: Estudo da influência do regime de moagem na distribuição granulométrica da barbotina
Autor(es): Cordioli, José Eduardo Tavares
Resumo: A moagem descontínua em moinhos de bolas é um processo de redução granulométrica frequente na preparação de massa para fabricação de revestimentos cerâmicos. Em um processo cerâmico a baixa produtividade oriunda de um tempo de moagem excessivo interfere diretamente nos custos de produção das empresas. No estudo realizado, foram feitas alterações no regime de moagem de matérias-primas para a produção de um porcelanato técnico, modificando a velocidade de rotação do moinho ao longo do período por meio de um inversor de frequência. Foi analisada a influência da mudança do regime de moagem sobre a distribuição granulométrica e do resíduo de moagem da barbotina, que deve ser inferior a 3,5%, e apresentando uma redução de aproximadamente uma hora no tempo de moagem. A distribuição granulométrica final da curva de moagem teste se mostrou similar ao padrão. As propriedades do produto analisadas pela caracterização a seco e queimado de densidade aparente, perda ao fogo, retração de queima, absorção de água e colorimetria de corpos-de-prova apresentaram valores dentro de limites de variação adequados ao processo produtivo. Como consequência, foi observada redução do consumo de energia elétrica e ganho de produtividade do porcelanato técnico.
Descrição: Artigo apresentado para a obtenção do grau de Tecnólogo, no curso de Tecnologia em Cerâmica, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
    <dc:date>2013-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estudo do sistema Cr, Fe, Zn e Al no desenvolvimento de tons caramelo em vidrado cerâmico</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/1799</link>
    <description>Título: Estudo do sistema Cr, Fe, Zn e Al no desenvolvimento de tons caramelo em vidrado cerâmico
Autor(es): Henrique, Átila Gobatto
Resumo: A cerâmica de pigmentos vem se desenvolvendo buscando cada vez mais tecnologias para solucionar problemas e eliminar custos devido a grande concorrência do mercado. A empresa onde o projeto foi realizado tem como objetivo desenvolver um pigmento caramelo através do sistema Cr, Fe, Zn, Al, substituindo a Al STD pela Al TST. As matérias-primas usadas foram Cr2O3, ZnO, F2O3, Al2O3, foram preparadas e investigadas sua difratometria de raios laser , o pigmento foi disperso em esmalte vítreo e seu desempenho foi comparado com o pigmento caramelo STD, com medições colorimétricas, garantido qualidade físico-químico do pigmento. Assim foi possível a substituição 100% da Al STD pela TST.
Descrição: Artigo apresentado para a obtenção do grau de Tecnólogo, no curso de Tecnologia em Cerâmica, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
    <dc:date>2013-09-04T00:00:00Z</dc:date>
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