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    <title>DSpace Coleção:</title>
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    <dc:date>2026-06-04T01:01:57Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unesc.net/handle/1/12735">
    <title>Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12735</link>
    <description>Título: Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas
Autor(es): Freitas, Mauricio Lawrence
Resumo: As nanopartículas de ouro (GNPs) possuem propriedades que podem ser aplicadas no diagnóstico e no tratamento do câncer, melhorando tanto o controle quanto a eficiência do tratamento. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi sintetizar e caracterizar GNPs com diferentes tamanhos e avaliar sua citotoxicidade em eritrócitos humanos, fibroblastos murinos (NIH3T3), células de carcinoma cervical humano (HeLa) e células de melanoma (B16F10). As GNPs foram sintetizadas com sucesso pelo método de Turkevich, obtendo se GNPs com diferentes tamanhos (10, 20 e 30 nm). Imagens de microscopia eletrônica de transmissão mostraram que as GNPs apresentaram uma morfologia esférica (GNPs 10nm) e próxima da esférica (GNPs 20 nm e 30 nm) com tamanho próximo do esperado. Os tamanhos das GNPs foram confirmados por análise de espectroscopia de ultravioleta-visível. Estudos de citotoxicidade mostraram que as GNPs de 20 nm apresentaram um menor efeito citotóxico sob as células não tumorais, quando comparado com as outras GNPs. Em contraste, quando as GNPs foram incubadas em células B16F10, as GNPs de 10 nm foram mais citotóxicos do que os de 20 e 30 nm. O ensaio de citotoxicidade também mostrou que as células HeLa foram mais sensíveis (IC50 2,1 μg / mL) ao tratamento com as GNPs quando comparada com as células B16 (IC50&gt; 70 μg / mL). Portanto, este estudo demonstrou que as propriedades físico-químicas e o tipo de célula utilizada são fatores limitantes no efeito citotóxico das GNPs. Esses resultados confirmam a necessidade de estudos futuros com diferentes linhagens celulares para melhor compreender os efeitos citotóxicos a fim de desenvolver novas terapias contra o câncer.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unesc.net/handle/1/12734">
    <title>Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12734</link>
    <description>Título: Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos
Autor(es): Castro, Lucas Alves Magalhães de
Resumo: Durante a última década, com ênfase nos últimos 25 anos, muitos estudos epidemiológicos correlacionaram a deficiência de vitaminas como fator predisponente para diversas doenças neurocognitivas (como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno depressivo maior, esquizofrenia e outras). Evidências sugerem&#xD;
que a vitamina D desempenha um papel fundamental no neurodesenvolvimento, notandose tanto no período embrionário quanto ao longo da vida. Da mesma forma, as vitaminas do complexo B, principalmente B6, B9 e B12, desempenham um papel essencial no metabolismo celular, incluindo reações de transmetilação e oxidação/redução, ações fundamentais para o neurodesenvolvimento. Baixos níveis sanguíneos de vitaminas B são um achado relativamente consistente em pacientes com esquizofrenia. Desta forma, o presente estudo buscou trazer algumas respostas que possam melhorar a qualidade de vida deste grupo populacional, amplamente encontrado em vulnerabilidade social. Os resultados mostraram que não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para vitamina D e vitamina B12, contrariando parte da literatura que sugere sua relação com quadros psicóticos. Ambos os grupos apresentaram prevalência elevada de níveis&#xD;
subótimos de B12, indicando possível deficiência nutricional populacional. A vitamina B9 foi a única a apresentar diferença significativa, com níveis mais elevados no grupo esquizofrenia, achado contrário ao esperado. Hipóteses incluem suplementação nutricional, acompanhamento multiprofissional e efeitos do uso de antipsicóticos sobre o metabolismo do folato. Apesar disso, não foram identificadas correlações&#xD;
estatisticamente significativas entre os níveis vitamínicos e os escores de sintomas positivos ou negativos da PANSS. A análise geral sugere que, nesta amostra, o estado vitamínico não se relaciona de maneira linear ou direta com a gravidade sintomatológica da esquizofrenia. Contudo, as tendências observadas reforçam a importância do equilíbrio nutricional, especialmente da vitamina D e do folato, como possíveis moduladores&#xD;
secundários da neurobiologia da doença. As conclusões apontam que a esquizofrenia deve ser compreendida como uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais, imunológicos, sociais e nutricionais, reforçando a necessidade de abordagens integradas em saúde mental, considerando tanto intervenções nutricionais quanto determinantes sociais de saúde.
Descrição: Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</description>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unesc.net/handle/1/12733">
    <title>Implicações da periodontite apical na fisiopatologia do acidente vascular cerebral isquêmico</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12733</link>
    <description>Título: Implicações da periodontite apical na fisiopatologia do acidente vascular cerebral isquêmico
Autor(es): Rupp, João Cassettari
Resumo: A periodontite apical (PA) é um processo inflamatório crônico em resposta a uma infecção endodôntica. A contaminação do tecido pulpar pode acontecer devido à cárie, fissuras ou trauma, que induz uma resposta inflamatória. Estudos indicam que a PA pode potencializar os efeitos da doença periodontal no sangue e a resposta inflamatória local decorrente da infecção bacteriana leva à liberação de citocinas na circulação sistêmica e a subsequentes efeitos vasculares deletérios. Assim, a PA vem sendo alvo de estudos sobre seu papel em diversas patologias, incluindo o acidente vascular cerebral isquêmico (AVCi), que é causado por alterações no suprimento sanguíneo, levando a perda de função da área afetada. Diante disso, o objetivo desse trabalho foi avaliar o papel da PA na fisiopatologia do AVCi em ratos Wistar adultos-jovens. Para isso, foram utilizados ratos Wistar machos (250 a 300 g), com 60 dias de vida, que foram submetidos ao modelo experimental de PA divididos em 3 grupos experimentais: controle + salina (n = 45), PA em 1 dente (n = 45) e PA em 4 dentes (n = 45) e posteriormente os animais foram subdivididos em 6 grupos: controle (n = 15), MCAO (n = 30), PA em 1 dente (n = 15), PA em 4 dentes (n=15), PA em 1 dente + MCAO (n = 30) e PA em 4 dentes + MCAO (n = 30), onde foi realizado a indução do modelo de AVCi por oclusão da artéria cerebral média (MCAO). Os animais foram avaliados quanto a peso, temperatura e escore neurológico em 1, 24, 46, 72, 96 e 120 horas após indução experimental. No 30º dia após a indução da PA, os animais foram submetidos aos testes comportamentais de habituação ao campo aberto e reconhecimento de objetos novos e após a finalização foram eutanasiados para retirada de soro, córtex frontal, córtex total e hipocampo. Logo as amostras foram submetidas a dosagem de IL-6, IL-10, Il-1β, TNFα e tamanho do volume do infarto cerebral. Os resultados demonstram que um maior número de lesões dentárias associado a MCAO acarreta aumento de citocinas inflamatórias e redução de mediadores anti-inflamatórios, e que estes achados podem estar intimamente relacionados a um volume de infarto maior e aumento de escore neurológico, resultando em um pior desempenho em testes comportamentais demonstrando o impacto neurológico e cognitivo causado. Tais dados podem fornecer novos insights para pesquisas futuras e auxiliar na compreensão do impacto da associação entre PA e AVC.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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  <item rdf:about="http://repositorio.unesc.net/handle/1/12732">
    <title>Efeitos da associação de nanopartículas de prata e ozonioterapia no tratamento de feridas contaminadas com Escherichia coli em ratos Wistar</title>
    <link>http://repositorio.unesc.net/handle/1/12732</link>
    <description>Título: Efeitos da associação de nanopartículas de prata e ozonioterapia no tratamento de feridas contaminadas com Escherichia coli em ratos Wistar
Autor(es): Silva Filho, Gilberto Carlos da
Resumo: A presença de microrganismos viáveis na lesão pode gerar persistência na resposta inflamatória exacerbada, aumentando o estresse oxidativo e levando a um estado inflamatório prolongado, dificultando a regeneração tecidual. Nos Estados Unidos, os gastos anuais com essas lesões ultrapassam 20 bilhões de dólares, enquanto no Reino Unido os custos superam 184 milhões de libras esterlinas. Nesse contexto, o ozônio (O3) e as nanopartículas de prata reduzidas com curcumina (AgNPs-Cur) destacam-se por suas propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias. O objetivo deste estudo é avaliar os efeitos terapêuticos da associação dessas terapias na cicatrização de feridas contaminadas por Escherichia coli em ratos Wistar. Foram utilizados 60 ratos Wistar machos, distribuídos em cinco grupos experimentais (n=12): I. Ferida Aguda; II. Ferida Contaminada (FC); III. FC+AgNPs-Cur; IV. FC+O3; V. FC+AgNPs-Cur+O3. As AgNPs-Cur foram administradas de forma tópica em gel, no volume de 1mL por ferida na concentração de 125 mg/L. O ozônio foi aplicado através de 5 injeções subcutâneas ao redor da ferida, com 100uL na concentração de 25 μg/mL por injeção (totalizando 500uL por animal). As feridas serão induzidas cirurgicamente com um diâmetro de 2cm e, nos grupos FC, contaminadas com E. coli na concentração aproximada de 107 UFC/mL. Após 48h da indução da ferida e contaminação, iniciou-se os tratamentos. O período de tratamento durou 10 dias, sendo as AgNPs aplicadas diariamente (24/24h) e o ozônio em dias alternados (48/48h). A aplicação das AgNPs no grupo associado, ocorreram sempre após a aplicação do ozônio. Durante os cinco primeiros dias de tratamento fora realizadas as coletas de Swab das feridas para quantificação das UFC. Após 24h do último de dia de tratamento, os animais foram anestesiados e eutanasiados para coleta das estruturas e análises. Ao avaliar a contração da ferida (%), o grupo FC teve uma diminuição da contração em relação ao grupo Ferida aguda, enquanto que os três grupos tratamentos apresentaram um aumento significativo em relação ao grupo FC. Na quantificação de UFC, após 24h do primeiro tratamento, foi possível ver diminuição significativa das UFC nos três grupos tratamentos que se manteve até o quarto dia de tratamentos. No quinto dia, apenas os dois grupos com ozônio mantiveram a UFC reduzidas. Tanto as AgNPs como o ozônio foram capazes de diminuir o infiltrado inflamatório, porém quando associados tiveram uma redução mais significativa. Na avaliação histológica de porcentagem de colágeno, apenas o grupo de terapias combinadas obtiveram aumento significativo. Na expressão gênica, apenas os grupos tratados FC+O3 e FC+AgNPs-Cur+O3 apresentaram aumento significativo no Nrf2 e HIF-1α. Nas citocinas pró-inflamatórias, nenhum grupo apresentou diminuição significativa, porém nas citocinas anti-inflamatórias o grupo FC+AgNPs-Cur+O3 apresentou aumento significativo em ambas as citocinas (IL-10 e IL-4). Ao avaliar os oxidantes através do DCF e do Nitrito, todos os tratamentos tiveram reduções significativas em relação ao grupo FC. Ao avaliar os níveis de antioxidantes (SOD e GSH) e dano oxidativo (carbonil e sulfidrila), apenas o grupo FC+AgNPs-Cur+O3 apresentou melhora significativa em relação ao grupo FC. Ao analisar o conjunto dos resultados encontrados, o grupo FC+AgNPs-Cur+O3 aparentou ter resultados significativos mais consistentes na diminuição de UFC, assim como melhora do estado inflamatório da ferida, quadro redox, diminuição do infiltrado inflamatório, aumento de porcentagem de colágeno e, consequentemente, contração da ferida. Apesar disto, ainda é necessário realizar mais pesquisas para definição de protocolos seguros, com o aprofundamento dos mecanismos moleculares envolvidos através de estudos pré-clínicos e clínicos que permitam validar a efetividade dessa associação terapêutica, visando sua potencial aplicação no manejo de feridas em humanos.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</description>
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