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  <title>DSpace Communidade:</title>
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  <updated>2026-07-28T17:17:34Z</updated>
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    <title>Cuidados de enfermagem à pessoas em cuidados paliativos em fase final de vida: Perspectivas dos enfermeiros na Atenção Primária à Saúde</title>
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      <name>Zanette, Yara Colle</name>
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      <name>Rosa, Vitória Regina da Silva da</name>
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    <updated>2026-07-28T00:24:46Z</updated>
    <summary type="text">Título: Cuidados de enfermagem à pessoas em cuidados paliativos em fase final de vida: Perspectivas dos enfermeiros na Atenção Primária à Saúde
Autor(es): Zanette, Yara Colle; Rosa, Vitória Regina da Silva da
Resumo: INTRODUÇÃO: A fase final da vida, especialmente diante de doenças crônicas e progressivas, exige cuidados que promovam dignidade, alívio da dor e qualidade de vida. Os cuidados paliativos oferecem uma abordagem integral e humanizada, atendendo às necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais. A enfermagem&#xD;
desempenha papel essencial nesse processo, atuando no cuidado contínuo e na orientação aos familiares. OBJETIVO: Identificar a percepção dos enfermeiros da Atenção Primária à Saúde (APS) sobre os cuidados paliativos na fase final da vida. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa qualitativa e descritiva, realizada com&#xD;
enfermeiros da APS no município de Criciúma–SC. A coleta de dados ocorreu remotamente, por meio de questionários eletrônicos semiestruturados. Os dados foram analisados segundo a técnica de Análise de Conteúdo proposta por Bardin.  RESULTADOS: A análise permitiu a construção de três categorias temáticas. A&#xD;
primeira, Cuidados de Enfermagem na fase final da vida na APS, evidenciou que os enfermeiros compreendem os cuidados paliativos como prática integral e centrada no alívio do sofrimento, destacando o manejo da dor, o cuidado domiciliar, a escuta ativa, o acolhimento emocional e a articulação em rede. A segunda categoria, Cartilha de orientação às famílias, revelou a necessidade de materiais educativos contendo&#xD;
orientações sobre controle de sintomas, higiene, alimentação, prevenção de lesões,  sinais de agravamento e cuidados básicos, reforçando o papel educativo da enfermagem no apoio à família e ao cuidador. A terceira categoria, Dificuldades dos enfermeiros e familiares no cuidado paliativo domiciliar, evidenciou desafios como&#xD;
falta de capacitação específica, ausência de protocolos estruturados, limitações de tempo, fragilidades na comunicação sobre finitude e resistência familiar em aceitar a terminalidade. CONCLUSÃO: O estudo identificou a percepção de enfermeiros da APS sobre os cuidados paliativos na fase final da vida, evidenciando que os profissionais reconhecem essa prática como fundamental para promover conforto, dignidade e apoio emocional aos pacientes e familiares. Os resultados demonstraram que os pressupostos da pesquisa foram atendidos e que todos os objetivos específicos foram alcançados, revelando compreensão dos enfermeiros sobre a efetividade do cuidado domiciliar, os principais desafios enfrentados e as demandas recorrentes das famílias. Também se constatou a relevância de estratégias educativas, especialmente a elaboração de uma cartilha, apontada como ferramenta capaz de qualificar o cuidado e orientar os familiares no manejo de sintomas e no suporte emocional. As dificuldades relatadas, como ausência de capacitação específica, falta de protocolos estruturados e limitações na articulação da rede, reforçam a necessidade de educação permanente e de diretrizes claras para o atendimento paliativo na APS. Conclui-se que fortalecer práticas e instrumentos&#xD;
assistenciais pode aprimorar a segurança, a autonomia e a continuidade do cuidado no domicílio.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, para a obtenção do título de bacharel em Enfermagem.</summary>
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    <title>Fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em pacientes de um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina</title>
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      <name>Isé, Verônica Pirola</name>
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    <updated>2026-07-28T00:17:10Z</updated>
    <summary type="text">Título: Fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em pacientes de um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina
Autor(es): Isé, Verônica Pirola
Resumo: As feridas crônicas representam um desafio crescente nos serviços de saúde devido à sua elevada prevalência e ao impacto negativo na qualidade de vida dos pacientes. Conforme a literatura esses quadros clínicos principalmente acometem indivíduos idosos com comorbidades como diabetes mellitus, hipertensão arterial sistêmica e insuficiência vascular, além de serem agravados por fatores sociais como baixa renda e escolaridade. A cicatrização dessas lesões envolve um processo biológico complexo que pode ser interrompido por diversos fatores locais e sistêmicos, exigindo um cuidado de enfermagem qualificado e contínuo. Este trabalho teve como objetivo investigar os fatores que dificultam a cicatrização de feridas crônicas em membros inferiores de pacientes atendidos em um ambulatório de feridas do Sul de Santa Catarina, para tanto, foi necessário identificar os principais tipos de feridas crônicas, verificar a presença de comorbidades, analisar fatores sociais e comportamentais que interferem no processo de cicatrização.&#xD;
Trata-se de uma pesquisa com abordagem quantitativa, exploratória, descritiva e de campo. A coleta de dados foi realizada em um ambulatório especializado, envolvendo pacientes com feridas crônicas em membros inferiores. Os dados foram submetidos à análise estatística com uso do software SPSS® e Excel. O estudo foi&#xD;
conduzido conforme as normas éticas da Resolução nº 466/2012 do CNS. A caracterização sociodemográfica da amostra evidenciou predomínio de pacientes idosos, com baixa escolaridade, renda familiar entre dois e três salários mínimos e prevalência do sexo masculino. As comorbidades mais frequentes foram hipertensão&#xD;
arterial sistêmica, diabetes mellitus e dislipidemia seguidas de obesidade, insuficiência venosa e depressão. A maior parte das lesões apresentaram etiologia vascular ou diabética. Observou-se também predominância das fases inflamatória e de granulação, indicando processos de reparo prolongados e frequentemente estagnados uma vez que a maturação seria a etapa desejada para essas lesões. Quanto aos hábitos de vida, verificou-se elevado índice de sedentarismo, ingestão frequente de açúcares e gorduras, ingestão proteica insuficiente e alto percentual de tabagismo. Desse modo, o estudo demonstrou que a cicatrização das feridas é prejudicada principalmente por comorbidades como diabetes e hipertensão, idade avançada, sedentarismo e alimentação inadequada. Esses fatores comprometem o metabolismo, a resposta inflamatória e a regeneração tecidual. Conclui-se que a cicatrização de feridas crônicas é um processo multifatorial, influenciado por fatores&#xD;
intrínsecos e extrínsecos, sendo esses relacionados às condições clínicas, estado nutricional, estilo de vida, adesão terapêutica e características locais da lesão. Nesse cenário, a enfermagem desempenha papel central, articulando cuidado técnico, educação em saúde, acolhimento emocional e práticas sistematizadas. Assim, reforça-se a importância de uma abordagem multidisciplinar e integrada, com intuito de favorecer uma melhor evolução da clínica, para assim reduzir complicações, e, portanto, promover uma assistência cada vez mais qualificada e humanizada aos pacientes com feridas crônicas.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</summary>
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    <title>A importância da implementação de um protocolo assistencial para o pré-natal na Atenção Primária em Saúde: padronização da assistência de enfermagem em um município do Extremo Sul Catarinense</title>
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      <name>Moreira, Tainara Dahl</name>
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      <name>Hoffmam, Taylane Rocha</name>
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    <updated>2026-07-28T00:07:07Z</updated>
    <summary type="text">Título: A importância da implementação de um protocolo assistencial para o pré-natal na Atenção Primária em Saúde: padronização da assistência de enfermagem em um município do Extremo Sul Catarinense
Autor(es): Moreira, Tainara Dahl; Hoffmam, Taylane Rocha
Resumo: A Atenção Primária à Saúde (APS) representa a porta de entrada prioritária ao Sistema Único de Saúde (SUS), sendo essencial para garantir a universalidade, integralidade e equidade do cuidado e o enfermeiro desempenha um papel estratégico nesse contexto, especialmente do acompanhamento pré-natal, promovendo cuidado humanizado e baseado em evidências. Diante disso, torna-se fundamental a existência de protocolos assistenciais que orientem e padronizem a prática profissional, garantindo qualidade e segurança no atendimento às gestantes. O objetivo deste estudo é conhecer a percepção dos enfermeiros da APS sobre a&#xD;
importância da implementação de um protocolo assistencial na padronização da atuação do enfermeiro na assistência ao pré-natal em um município do extremo sul catarinense. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de caráter descritivo, com abordagem compreensiva. A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas&#xD;
semiestruturadas com nove enfermeiros atuantes nas unidades básicas de saúde do município de Forquilhinha, em Santa Catarina. A análise dos dados foi feita com base na análise de conteúdo, permitindo a compreensão das experiências e significados atribuídos pelos profissionais ao uso de protocolos na prática clínica. O estudo buscou contribuir para o fortalecimento das práticas de enfermagem no préprénatal,&#xD;
subsidiando estratégias de gestão e educação permanente voltadas à qualificação do cuidado. Os resultados apontaram que os enfermeiros reconhecem a relevância dos protocolos e possuem conhecimento satisfatório sobre suas diretrizes. Porém, constatou-se uma lacuna entre o conhecimento teórico e a aplicação prática, uma vez que sua utilização ainda não ocorre de forma sistemática na rotina assistencial. Esse cenário revela a necessidade de fortalecer a integração entre saber e fazer, promovendo a efetividade das recomendações do Ministério da Saúde. Também foi possível identificar que os protocolos ampliam o respaldo técnico e legal da atuação profissional e favorecem a autonomia do enfermeiro na assistência pré-natal. Entretanto, desafios como sobrecarga de atendimentos, tempo reduzido para consultas, questões estruturais e a baixa adesão de algumas gestantes impactam a plena implementação das ações previstas. Os participantes ainda destacaram a necessidade de capacitação contínua, especialmente devido à ao cumprimento das diretrizes é fundamental para fortalecer o uso efetivo dos protocolos. Conclui-se que sua aplicação contribui para um cuidado integral e&#xD;
seguro, promovendo melhores resultados no processo saúde-doença e na qualidade de vida materno-infantil.&#xD;
adoção recente do protocolo municipal. Dessa forma, o estudo evidencia que investir em educação permanente, condições de trabalho adequadas e incentivo gerencial.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso, apresentado para obtenção do grau de bacharel no curso de Enfermagem da&#xD;
Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</summary>
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    <title>Coleta de colostro antenatal em gestantes com diabetes gestacional: Conhecimento e capacitação no Programa de Automonitoramento Glicêmico Capilar (PAMGC)</title>
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      <name>Menezes, Letycia da Luz de</name>
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    <updated>2026-07-27T23:57:25Z</updated>
    <summary type="text">Título: Coleta de colostro antenatal em gestantes com diabetes gestacional: Conhecimento e capacitação no Programa de Automonitoramento Glicêmico Capilar (PAMGC)
Autor(es): Menezes, Letycia da Luz de
Resumo: Introdução: O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) aumenta o risco de hipoglicemia neonatal, e a coleta de colostro antenatal constitui uma estratégia preventiva capaz de favorecer o aleitamento precoce. Contudo, essa prática ainda é pouco difundida entre gestantes e profissionais de saúde. Objetivo: Investigar o conhecimento de gestantes com DMG sobre a coleta de colostro antenatal e analisar o impacto de uma capacitação aplicada aos profissionais de enfermagem do Programa de Automonitoramento Glicêmico Capilar (PAMGC) na promoção e adesão à técnica. Método: Estudo quali-quantitativo conduzido com 20 gestantes e 7 profissionais de enfermagem. A coleta de dados foi organizada em três etapas: (1) identificação do conhecimento prévio por meio de questionários com perguntas semiestruturadas; (2) realização de uma capacitação estruturada direcionada às gestantes e aos profissionais; e (3) aplicação de questionários pós-intervenção para avaliar o impacto da ação educativa. Os dados foram analisados por meio de medidas descritivas e análise temática. Resultados: Entre as gestantes, 75% desconheciam a coleta de colostro antenatal e 75% nunca haviam recebido orientação profissional; embora 95% afirmassem saber o que é colostro, o conhecimento demonstrou-se superficial. Entre os profissionais, 42,9% não possuíam conhecimento prévio sobre a técnica. Após a capacitação, 100% relataram sentir-se seguros para orientar as gestantes, e 85,7% declararam intenção de incorporar o tema às consultas. A análise qualitativa mostrou redução de inseguranças, maior compreensão da técnica e fortalecimento do papel educativo da enfermagem. Conclusão: A capacitação ampliou o conhecimento de gestantes e profissionais, favoreceu a adesão à coleta de colostro antenatal e qualificou o cuidado pré-natal no contexto da DMG. A orientação humanizada e baseada em evidências mostrou-se fundamental para promover segurança materna e melhores desfechos neonatais.
Descrição: Trabalho de Conclusão de Curso aprovado pela Banca Examinadora para obtenção do Grau de Bacharel, no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC.</summary>
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