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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-07-22T05:07:24Z</updated>
  <dc:date>2026-07-22T05:07:24Z</dc:date>
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    <title>Relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes mellitus tipo 2</title>
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      <name>Pizoni, Daniela</name>
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    <updated>2026-07-09T00:09:23Z</updated>
    <summary type="text">Título: Relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes mellitus tipo 2
Autor(es): Pizoni, Daniela
Resumo: Introdução: A saúde mental tem recebido crescente reconhecimento como componente essencial do autocuidado e da qualidade de vida, especialmente diante de condições crônicas como o diabetes mellitus tipo 2. No Brasil, esse tipo de diabetes representa cerca de 95% dos casos, afetando milhões de pessoas e exigindo acompanhamento contínuo. Os transtornos mentais não podem ser compreendidos de forma isolada, pois estão profundamente relacionados aos determinantes sociais da saúde. Assim, compreender a interação entre esses determinantes e os desfechos em saúde mental em pessoas com diabetes mellitus tipo 2 é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de cuidado mais integrais e efetivas. Objetivo: Analisar a relação entre determinantes sociais de saúde mental e a presença de sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com diabetes tipo 2. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal derivado de um ensaio clínico randomizado realizado com pessoas diagnosticadas com diabetes mellitus tipo 2, atendidas em sete Unidades Básicas de Saúde de um município do Sul de Santa Catarina. Aplicaram-se, por meio de entrevistas presenciais, conduzidas por profissionais de saúde, questionários sociodemográficos e clínicos, as escalas Hamilton de depressão e ansiedade e o instrumento de qualidade de vida da Organização Mundial da Saúde (WHOQOL-BREF). Foram avaliados Determinantes Sociais de Saúde Mental distribuídos nos domínios demográfico, econômico, sociocultural e território e condições de vida. Os desfechos foram a presença de sintomas de ansiedade e depressão, categorizados a partir dos pontos de corte das escalas Hamilton. A associação entre variáveis foi verificada pelo teste qui-quadrado de Pearson e, posteriormente, por modelo de regressão logística hierárquico, para identificação dos fatores de risco independentes. As associações entre os determinantes sociais de saúde mental e os desfechos foram ajustadas para uso de insulina, uso de medicamentos para diabetes e presença de comorbidades. Resultados: Participaram do estudo 164 indivíduos, predominantemente do sexo feminino (70,1%) e com idade entre 60 e 64 anos (46,3%). Observou-se elevada prevalência de sofrimento psíquico, com 66,5% dos participantes apresentando sintomas depressivos e 72% sintomas de ansiedade. Na análise ajustada para variáveis clínicas, no domínio demográfico, o sexo feminino apresentou associação tanto com sintomas depressivos (OR: 3,51. IC95%) quanto ansiosos (OR: 4,62. IC95%). No domínio econômico, a insuficiência&#xD;
de recursos financeiros (OR: 7,42. IC95%) e a insatisfação com a capacidade para o trabalho (OR: 3,99. IC95%) mostraram-se associadas à presença de sintomas de depressão. Enquanto a percepção de insuficiência financeira também se associou à ansiedade (OR: 3,58. IC95%). No domínio sociocultural, a insatisfação consigo mesmo foi fortemente associada à ansiedade (OR: 6,34. IC95%). No domínio território e condições de vida, a baixa percepção de segurança na vida diária (OR:5,26. IC95%) associou-se de forma independente aos sintomas ansiosos. Entre as variáveis clínicas incluídas no modelo, o uso de insulina apresentou associação significativa com a presença de sintomas de ansiedade (OR:3,22. IC95%). Conclusão: Os achados indicam que sintomas de ansiedade e depressão em pessoas com DM2 estão associados a determinantes sociais e subjetivos, incluindo sexo, percepção de insuficiência financeira, satisfação consigo mesmo, percepção de segurança na vida diária e uso de insulina. Esses achados evidenciam que a gestão do cuidado da pessoa com diabetes, especialmente na Atenção Primária à Saúde, deve incorporar a identificação sistemática de vulnerabilidades sociais e emocionais, para além do controle glicêmico e da intervenção medicamentosa. Recomenda-se que políticas públicas de saúde considerem os determinantes sociais de saúde mental no planejamento do cuidado às pessoas com diabetes tipo 2. Suporte emocional no cuidado com condições crônicas também é uma recomendação direta, tendo em vista os resultados encontrados neste estudo.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.</summary>
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    <title>Protocolo clínico para Diabetes Mellitus tipo 2 na Atenção Primária à Saúde de Criciúma</title>
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      <name>Borges, Lucas Thiago</name>
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    <updated>2026-07-06T23:53:31Z</updated>
    <summary type="text">Título: Protocolo clínico para Diabetes Mellitus tipo 2 na Atenção Primária à Saúde de Criciúma
Autor(es): Borges, Lucas Thiago
Resumo: Introdução: A Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma condição crônica de alta prevalência e impacto na saúde pública, associada a complicações cardiovasculares, renais e neurológicas, além de elevados custos assistenciais. No município de Criciúma, observa-se o aumento das internações e dos encaminhamentos para endocrinologia, indicando fragilidades no manejo clínico pela Atenção Primária à Saúde (APS). Diante desse cenário, torna-se essencial padronizar o cuidado com base nas melhores evidências disponíveis. Objetivo: Qualificar o cuidado às pessoas com DM2 na APS do município de Criciúma-SC. Método: Trata-se da elaboração de um produto técnico aplicado, construído em quatro etapas: (1) diagnóstico situacional com levantamento dos encaminhamentos para endocrinologia por DM2; (2) revisão das principais diretrizes nacionais e internacionais; (3) elaboração do protocolo clínico estruturado, adequado à realidade local da APS e ao SUS; (4) validação com a gestão municipal e com o Núcleo de Educação Permanente em Saúde e Humanização (NEPSHU), seguida de capacitação presencial dos médicos. A avaliação do produto poderá ser realizada por meio da comparação do número de encaminhamentos antes e após sua implementação. Resultados: O protocolo foi estruturado em: sinais e sintomas, indicações de rastreamento, critérios diagnósticos; estratificação de risco; metas terapêuticas individualizadas; manejo farmacológico; rastreamento de complicações; prevenção primária e secundária de eventos cardiovasculares; orientações de estilo de vida; e instrumentos de apoio clínico. A implementação ocorreu mediante encontro presencial de educação permanente conduzido pelo NEPSHU, além da disponibilização do protocolo para consulta rápida no prontuário eletrônico. Considerações finais: O protocolo clínico representa uma importante ferramenta para qualificar o cuidado às pessoas com DM2 na APS, fortalecendo a resolutividade, a integralidade e a padronização do manejo clínico no município de Criciúma. Espera-se que sua adoção contribua para redução de encaminhamentos desnecessários, prevenção de complicações e melhoria dos desfechos de saúde.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional), da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.</summary>
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    <title>Slides instrucionais e interativos como ferramenta de transformação do onboarding na saúde pública municipal</title>
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      <name>Ferreira, Lucimara Nunes</name>
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    <updated>2026-07-08T21:52:04Z</updated>
    <summary type="text">Título: Slides instrucionais e interativos como ferramenta de transformação do onboarding na saúde pública municipal
Autor(es): Ferreira, Lucimara Nunes
Resumo: A Secretaria Municipal de Saúde é um órgão da administração pública municipal responsável pela gestão do sistema de saúde em âmbito municipal, e tem como finalidades principais: planejar, organizar, controlar, fiscalizar, seguir e criar políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de ações de promoção, prevenção, proteção e recuperação da saúde da população. Para garantir o funcionamento adequado dessa&#xD;
estrutura organizacional, é necessária uma equipe técnica constituída por profissionais especializados de diferentes áreas. O presente estudo teve como objetivo desenvolver e validar um material didático, em forma de slides, destinado ao processo de onboarding da Secretaria Municipal de Saúde de Criciúma, visando a&#xD;
sistematização da socialização organizacional, a segurança normativa e a promoção do bem-estar e da saúde mental dos trabalhadores ingressantes. O método foi estruturado em etapas previamente definidas, iniciando pelo planejamento e levantamento detalhado da rotina institucional por meio de pesquisa documental (leis,&#xD;
portarias e decretos). A fase subsequente compreendeu o design e a produção do conteúdo, priorizando a clareza cognitiva e a transposição de normas densas para uma interface intuitiva. Considerando o possível viés de autoridade, a pesquisadora, por possuir cargo de liderança, optou pela despersonalização da gestão na etapa de execução, introduzindo um novo apresentador para garantir a ética e evitar o efeito de interferência do pesquisador na aplicação da escala de Likert que mede satisfação, mas não mede aprendizado ou mudança de comportamento. Os resultados indicaram que o material desenvolvido foi validado pelos trabalhadores, demonstrando ser uma ferramenta eficaz na sistematização da socialização organizacional. A despersonalização da gestão provou que o produto é tecnicamente robusto e replicável por outros mediadores. Conclui-se que a entrega de informação qualificada, utilizando recursos do design instrucional, pode contribuir para a segurança normativa e atuar como dispositivo de redução do estresse, promovendo o bem-estar e a saúde mental do trabalhador ao ingressar em um sistema que, em sua base, ainda é frágil.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional), da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.</summary>
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    <title>Perfil de saúde física, mental e vulnerabilidade de jogadores sub-15 e 17 de um time de futebol do sul catarinense</title>
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    <author>
      <name>Demarch, Hexael Borges</name>
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    <updated>2026-05-20T18:47:15Z</updated>
    <summary type="text">Título: Perfil de saúde física, mental e vulnerabilidade de jogadores sub-15 e 17 de um time de futebol do sul catarinense
Autor(es): Demarch, Hexael Borges
Resumo: Introdução: Durante a primeira infância, é fundamental promover o bem-estar físico, cognitivo, emocional e social, pois é nesse período que ocorrem grandes descobertas para a criança. A qualidade do cuidado infantil desempenha um papel crucial nesse processo. Na adolescência, o ambiente desempenha um papel importante na formação de comportamentos, personalidade e estilo de vida. Comportamentos influenciados, como falta de atividade física, hábitos alimentares não saudáveis, uso de drogas e envolvimento em situações de violência, podem levar a problemas de saúde. Além disso, a vulnerabilidade social desempenha um papel crítico na infância e adolescência. Jovens em situação de vulnerabilidade enfrentam desigualdades que afetam seu desenvolvimento, a falta de acesso a estruturas e oportunidades oferecidas pela sociedade cria desafios. O esporte desempenha um papel importante na adolescência, promovendo não apenas o desenvolvimento físico, mas também o psicológico e social. No entanto, a pressão por alto desempenho esportivo pode afetar a vida escolar e causar estresse nos jovens atletas. Compreender os fatores determinantes da saúde na adolescência, bem como a vulnerabilidade social e os desafios enfrentados pelos jovens atletas, é essencial para promover um desenvolvimento saudável e equilibrado nesse estágio da vida. A promoção de saúde e o apoio psicossocial desempenham um papel fundamental na criação de oportunidades para crianças e adolescentes prosperarem. Objetivo: Descrever os fatores determinantes de saúde dos adolescentes ativos das categorias de base sub 15 e 17 de time de futebol do Sul Catarinense. Método: Trata-se de um estudo de análise transversal e observacional, de natureza quantitativa, descritiva e exploratória que será realizado no Centro de Treinamento Antenor AngeloniResultados: Observou-se que em relação ao aspecto econômico da família, a maioria (n = %) investigada apresentou boas condições socioeconômicas, possuindo em sua maioria residência e veiculo próprio, evidenciando que melhores condições de vida, influenciam positivamente na saúde física e mental dos adolescentes. Ademais, do total de 43 (100%) dos participantes da amostra, mais de 85% não apresentam nenhum transtorno como ansiedade, depressão ou estresse, além dos domínios avaliados pelo WHOQOL – Bref demostrarem que a qualidade de vida dos atletas não está abaixo em nenhum dos quesitos avaliados. Conclusão: Os resultados deste estudo mostram a complexa inter-relação entre fatores sociais, econômicos e de saúde na determinação da qualidade de vida dos adolescentes. É importante que futuras pesquisas continuem a explorar as inter-relações entre os diferentes domínios da qualidade de vida e as condições socioeconômicas, bem como, o impacto das mesmas no esporte, e como este pode ser influenciado por tais fatores, utilizando amostras maiores e métodos longitudinais para entender melhor como essas relações evoluem ao longo do tempo.
Descrição: Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Mestrado Profissional) da Universidade do Extremo Sul Catarinense - UNESC, como requisito para a obtenção do título de Mestre em Saúde Coletiva.</summary>
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