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  <title>DSpace Coleção:</title>
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  <updated>2026-08-11T20:05:06Z</updated>
  <dc:date>2026-08-11T20:05:06Z</dc:date>
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    <title>Potencial terapêutico de subdoses de Ayahuasca em um modelo animal de autismo</title>
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      <name>Bolan, Sofia Januário</name>
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    <updated>2026-07-29T23:34:37Z</updated>
    <summary type="text">Título: Potencial terapêutico de subdoses de Ayahuasca em um modelo animal de autismo
Autor(es): Bolan, Sofia Januário
Resumo: O transtorno do espectro autista (TEA) é caracterizado pelo comprometimento na comunicação e interação social e a presença de comportamentos repetitivos e estereotipados. Não há tratamento medicamentoso para os sintomas centrais do TEA, sendo o suporte multidisciplinar a abordagem principal. Estudos indicam que compostos psicodélicos, que atuam na sinalização serotoninérgica, podem ter potencial terapêutico, reduzindo a ansiedade e melhorando a comunicação. O objetivo desse estudo foi investigar os efeitos da ayahuasca (AYA) em um modelo experimental de autismo induzido por ácido valproico (VPA) em ratos Wistar. Para&#xD;
induzir o modelo, foi administrado uma dose de 600 mg/Kg de VPA ou salina 0,9% (SAL), via intraperitoneal em ratas prenhes no 12,5º dia gestacional. Os filhotes machos gerados foram distribuídos em oito grupos experimentais, com diferentes doses de AYA (0,2 mL/Kg, 1 mL/Kg e 2 mL/Kg) ou água, administrados por gavagem a cada 72h, do 30º ao 43º dia pós-natal (DPN). Os seguintes parâmetros de neurodesenvolvimento foram analisados entre o 9º e o 15º DPN: pesagem dos animais, busca pelo ninho, abrir dos olhos e geotaxia negativa. Após a finalização do tratamento, os animais foram submetidos aos testes comportamentais (três câmaras, labirinto em cruz elevado e campo aberto) no 45º e 46º DPN. Logo após, os animais foram submetidos à eutanásia, sendo o encéfalo dissecado para isolamento do córtex posterior e o sangue coletado para avaliação de dano hepático. Foram também analisados parâmetros relacionados ao estresse oxidativo por meio da detecção de nitrito e nitrato, oxidação de diacetato de 2’7’- diclorofluoresceína, conteúdo de sulfidrilas, atividade das enzimas superóxido dismutase e catalase. Além disso, foram avaliados o fator de crescimento neural e fator neurotrófico derivado do cérebro (BDNF). Os resultados mostraram que a exposição pré-natal ao VPA causou prejuízos no neurodesenvolvimento, déficits no comportamento locomotor, exploratório e de sociabilidade, além do aumento de comportamentos semelhantes à ansiedade, dano oxidativo elevado, redução dos níveis de BDNF e ausência de alterações nos níveis séricos de transaminases. Por outro lado, o tratamento com AYA foi capaz de atenuar ou reverter esses prejuízos, promovendo melhoras nos parâmetros de ansiedade, locomoção, exploração e social, bem como redução do dano oxidativo. De modo geral, a dose mais elevada de AYA (2 mL/Kg) apresentou maior eficácia entre os grupos tratados, sugerindo um possível efeito dosedependente. Assim, os dados apontam para um potencial efeito neuroprotetor da AYA em alterações associadas ao modelo animal de autismo induzido por VPA.
Descrição: Dissertação de Mestrado, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção&#xD;
do título de mestre em Ciências da Saúde.</summary>
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    <title>Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico</title>
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      <name>Pires, Eduardo di Oliveira</name>
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    <updated>2026-06-18T22:02:01Z</updated>
    <summary type="text">Título: Parâmetros motores e comportamentais em ratos Wistar machos e fêmeas submetidos ao modelo de autismo induzido por ácido valproico
Autor(es): Pires, Eduardo di Oliveira
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno complexo, marcado por dificuldades de interação social, comunicação e comportamentos repetitivos, mas também por importantes déficits motores, que muitas vezes precedem ou acompanham os sintomas centrais. Nesse contexto, entender como o ácido valpróico (VPA) interfere no desenvolvimento físico, sensório-motor e social de animais é essencial para compreender as alterações biológicas que podem ocorrer no TEA humano. Sendo assim, a presente pesquisa investigou parâmetros comportamentais com foco em aspectos motores de ratos machos e fêmeas submetidos ao modelo de exposição pré-natal ao VPA. O modelo animal de autismo por indução química, ocorre através da administração de VPA (600 mg/kg) no 12,5º dia gestacional. Após o nascimento, os filhotes foram divididos em dois grupos Salina-expostos e VPA-expostos. O estudo avaliou crescimento, reflexos iniciais de neurodesenvolvimento, coordenação motora e comportamento social em machos e fêmeas. Os dados revelaram que a exposição pré-natal ao VPA prejudicou de forma consistente o desenvolvimento dos filhotes, independentemente do sexo. Os animais VPA-expostos apresentaram menor ganho de peso ao longo do período pós-natal. Além disso, houve atraso no reflexo de abertura dos olhos, indicando comprometimento no desenvolvimento físico precoce. No conjunto de testes sensório-motores, busca pelo ninho, grid test e remoção de adesivo, observou-se que os animais VPA exibiram maior latência para iniciar a busca, maior tempo de permanência na grade e maior tempo para remover o adesivo, sugerindo déficits em integração sensório-motora e coordenação. Nos testes sociais, tanto machos quanto fêmeas expostos ao VPA apresentaram prejuízo na interação social, caracterizado por maior latência para iniciar contato, menor tempo de interação e redução do número de interações, além de menor flexibilidade comportamental diante da introdução de novos estímulos sociais. No teste de preferência social, embora o reconhecimento de objetos tenha sido preservado, os animais VPA-expostos mostraram alterações no padrão de exploração, especialmente maior permanência em zonas neutras ou não sociais, indicando menor motivação social. Em conclusão, a exposição pré-natal ao VPA produziu déficits semelhantes em machos e fêmeas, incluindo menor ganho de peso, atraso no desenvolvimento físico e prejuízos sensório-motores e sociais. Embora ambos os sexos tenham sido amplamente afetados, observaram-se pequenas diferenças: os machos apresentaram maior latência para iniciar o contato social, enquanto as fêmeas mostraram reduções mais consistentes na manutenção da interação e na flexibilidade diante de estímulos sociais. Assim, apesar de o VPA impactar de forma global o desenvolvimento, os resultados indicam variações discretas entre machos e fêmeas na expressão dos déficits sociais.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</summary>
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    <title>Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas</title>
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      <name>Freitas, Mauricio Lawrence</name>
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    <updated>2026-06-04T00:34:46Z</updated>
    <summary type="text">Título: Avaliação da biocompatibilidade de nanopartículas de ouro de três tamanhos diferentes em células de linhagens cancerígenas e não cancerígenas
Autor(es): Freitas, Mauricio Lawrence
Resumo: As nanopartículas de ouro (GNPs) possuem propriedades que podem ser aplicadas no diagnóstico e no tratamento do câncer, melhorando tanto o controle quanto a eficiência do tratamento. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi sintetizar e caracterizar GNPs com diferentes tamanhos e avaliar sua citotoxicidade em eritrócitos humanos, fibroblastos murinos (NIH3T3), células de carcinoma cervical humano (HeLa) e células de melanoma (B16F10). As GNPs foram sintetizadas com sucesso pelo método de Turkevich, obtendo se GNPs com diferentes tamanhos (10, 20 e 30 nm). Imagens de microscopia eletrônica de transmissão mostraram que as GNPs apresentaram uma morfologia esférica (GNPs 10nm) e próxima da esférica (GNPs 20 nm e 30 nm) com tamanho próximo do esperado. Os tamanhos das GNPs foram confirmados por análise de espectroscopia de ultravioleta-visível. Estudos de citotoxicidade mostraram que as GNPs de 20 nm apresentaram um menor efeito citotóxico sob as células não tumorais, quando comparado com as outras GNPs. Em contraste, quando as GNPs foram incubadas em células B16F10, as GNPs de 10 nm foram mais citotóxicos do que os de 20 e 30 nm. O ensaio de citotoxicidade também mostrou que as células HeLa foram mais sensíveis (IC50 2,1 μg / mL) ao tratamento com as GNPs quando comparada com as células B16 (IC50&gt; 70 μg / mL). Portanto, este estudo demonstrou que as propriedades físico-químicas e o tipo de célula utilizada são fatores limitantes no efeito citotóxico das GNPs. Esses resultados confirmam a necessidade de estudos futuros com diferentes linhagens celulares para melhor compreender os efeitos citotóxicos a fim de desenvolver novas terapias contra o câncer.
Descrição: Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde para obtenção do título de Mestre em Ciências da Saúde.</summary>
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    <title>Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos</title>
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      <name>Castro, Lucas Alves Magalhães de</name>
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    <updated>2026-06-04T00:33:44Z</updated>
    <summary type="text">Título: Avaliação de vitaminas B9, B12 e D em pacientes portadores de esquizofrenia e sua correlação com os sintomas negativos e cognitivos
Autor(es): Castro, Lucas Alves Magalhães de
Resumo: Durante a última década, com ênfase nos últimos 25 anos, muitos estudos epidemiológicos correlacionaram a deficiência de vitaminas como fator predisponente para diversas doenças neurocognitivas (como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade, transtorno depressivo maior, esquizofrenia e outras). Evidências sugerem&#xD;
que a vitamina D desempenha um papel fundamental no neurodesenvolvimento, notandose tanto no período embrionário quanto ao longo da vida. Da mesma forma, as vitaminas do complexo B, principalmente B6, B9 e B12, desempenham um papel essencial no metabolismo celular, incluindo reações de transmetilação e oxidação/redução, ações fundamentais para o neurodesenvolvimento. Baixos níveis sanguíneos de vitaminas B são um achado relativamente consistente em pacientes com esquizofrenia. Desta forma, o presente estudo buscou trazer algumas respostas que possam melhorar a qualidade de vida deste grupo populacional, amplamente encontrado em vulnerabilidade social. Os resultados mostraram que não foram observadas diferenças significativas entre os grupos para vitamina D e vitamina B12, contrariando parte da literatura que sugere sua relação com quadros psicóticos. Ambos os grupos apresentaram prevalência elevada de níveis&#xD;
subótimos de B12, indicando possível deficiência nutricional populacional. A vitamina B9 foi a única a apresentar diferença significativa, com níveis mais elevados no grupo esquizofrenia, achado contrário ao esperado. Hipóteses incluem suplementação nutricional, acompanhamento multiprofissional e efeitos do uso de antipsicóticos sobre o metabolismo do folato. Apesar disso, não foram identificadas correlações&#xD;
estatisticamente significativas entre os níveis vitamínicos e os escores de sintomas positivos ou negativos da PANSS. A análise geral sugere que, nesta amostra, o estado vitamínico não se relaciona de maneira linear ou direta com a gravidade sintomatológica da esquizofrenia. Contudo, as tendências observadas reforçam a importância do equilíbrio nutricional, especialmente da vitamina D e do folato, como possíveis moduladores&#xD;
secundários da neurobiologia da doença. As conclusões apontam que a esquizofrenia deve ser compreendida como uma condição multifatorial, influenciada por fatores genéticos, ambientais, imunológicos, sociais e nutricionais, reforçando a necessidade de abordagens integradas em saúde mental, considerando tanto intervenções nutricionais quanto determinantes sociais de saúde.
Descrição: Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC.</summary>
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